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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Estadão doou para Aécio. Cadê a grana?

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Altamiro Borges, Blog do Miro

"E ainda tem gente que acredita na imparcialidade da chamada grande imprensa. Na análise das contas de campanha do cambaleante Aécio Neves, a relatora do processo, ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Tribunal Superior Eleitoral, apontou 15 suspeitas de graves irregularidades. Entre elas, três doações feitas pela famiglia Mesquita, dona do decadente jornal Estadão, ao candidato derrotado do PSDB. Uma delas foi emitida no valor de R$ 52,885,30 e outras duas de R$ 52.982,00. O pior é que nenhuma destas doações foi declarada no TSE, o que caracteriza crime eleitoral. Cadê a grana Aécio?

Segundo matéria do jornalista André Richter, da Agência Brasil, "a ministra Maria Thereza de Assis Moura, do TSE, pediu esclarecimentos sobre inconsistências encontradas na prestação de contas do senador Aécio Neves (PSDB/MG), candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014. As contas da campanha presidencial do parlamentar ainda não foram julgadas pela Justiça Eleitoral, que continua analisando os documentos contábeis apresentados. A decisão da ministra é do dia 14 de agosto, mas os detalhes sobre as divergências foram divulgados somente na segunda-feira, dia 31/8".

A descoberta das irregularidades nas contas de campanha de Aécio Neves não causou alarde na mídia - não viraram manchetes nos jornalões, capas dramáticas nas revistonas ou comentários hidrófobos nas emissoras de rádio e tevê. Pelo contrário. A chamada opinião pública pensa que apenas as contas de campanha de Dilma estão sob averiguação. O grau de desinformação é explicável. Afinal, a mídia fez de tudo para derrotar a candidata petista - e só lembrar os interrogatórios travestidos de entrevista no Jornal Nacional, da TV Globo, ou a capa criminosa da "Veja" na véspera do segundo turno.

Na análise das contas, os técnicos do TSE descobriram que a empreiteira Odebrecht, investigada na midiática Operação Lava-Jato, fez uma doação de R$ 2 milhões para Aécio Neves. O registro desta transferência milionária também não consta da prestação de contas do tucano. "Segundo os auditores, a campanha deixou de declarar R$ 3,9 milhões em recebimentos estimáveis. O valor foi declarado somente na prestação de contas final. Também houve divergência nos serviços jurídicos prestados pelos escritórios dos ex-ministros Carlos Ayres Britto e Carlos Velloso" - o que confirma as intimas relações do tucanato com alguns figurões do Supremo Tribunal Federal (STF).

Apesar da gravidade destas descobertas, elas não foram destaque na mídia venal. E agora se descobre que, além da manipulação descarada, parte da chamada grande imprensa financiou a campanha de Aécio Neves. "No cruzamento dos dados de informações prestadas por doadores e candidatos, o TSE encontrou diversas omissões de despesas de serviços prestados. Entre as empresas está a S/A Estado de São Paulo. De acordo com o TSE, constam três notas fiscais no CNPJ da empresa jornalística. Uma delas foi emitida no valor de R$ 52,885,30 e duas de R$ 52.982,00", descreve André Richter."

domingo, 30 de agosto de 2015

Ministra do TSE aponta irregularidades em doação da Odebrecht para campanha de Aécio Neves

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Veja bem meus queridos leitores. Aécio, entrou no STF, TSE e TRE, pedindo a cassação do mandato da presidente Dilma por supostas irregularidade de doação de campanha.Além disso, Aécio Neves deixou de declarar R$ 3,9 milhões em doações A demagogia do tucano fez que ele esquecesse que, a campanha dele não era assim tão legal, ou foi má fé?


Ministra do TSE lista 15  irregularidades detectadas nos documentos entregues à corte., entre outros itens, problema em doação da empreiteira Odebrecht, investigada na Lava Jato

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, relatora do processo que examina a prestação de contas da campanha do senador  Aécio Neves (PSDB-MG)  candidato derrotado à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), solicitou ao tucano informações sobre 15  irregularidades detectadas nos documentos entregues à corte.

Entre elas estão doações feitas pelas empreiteiras Odebrecht e Construbase que somam R$ 3,75 milhões.

De acordo com a assessoria técnica do tribunal, Aécio repassou para o PSDB uma doação de R$ 2 milhões da Odebrecht, mas não registrou a transferência na prestação de contas. A empresa é investigada na Operação Lava Jato e doou R$ 8 milhões à campanha de Aécio Neves

"O comitê financeiro nacional para presidente da República do PSDB registrou em sua prestação de contas o recebimento de doação de R$ 2 milhões, efetuada pelo candidato, no entanto, não há o registro da transferência na prestação de contas", afirma o relatório técnico da Justiça Eleitoral.

O TSE aponta também uma diferença entre o valor declarado pela campanha e o montante efetivamente doado pela construtora Construbase. O candidato tucano recebeu R$ 1,75 milhão, mas só declarou R$ 500 mil.

Infrações. 
Além disso, de acordo com o tribunal, a campanha de Aécio Neves deixou de declarar R$ 3,9 milhões em doações estimáveis (na forma de serviços prestados) que só foram contabilizadas na prestação de contas retificadora.

Das 15 irregularidades detectadas pelo tribunal, pelo menos três foram consideradas infrações graves. Elas dizem respeito a doações recebidas antes das prestações de contas parciais e que só foram registradas nas prestações finais, somando mais de R$ 6 milhões.

Tanto no caso dos R$ 3,9 milhões declarados apenas na prestação retificadora quanto no das três infrações graves, o tribunal quer saber por que a campanha de Aécio não contabilizou a entrada das receitas nos prazos estipulados pela legislação eleitoral. O senador tucano, presidente nacional do PSDB, foi derrotado pela presidente Dilma Rousseff no 2.° turno da disputa presidencial em 2014.Com informações do Estadão

Vale registrar que, nenhum meio de comunicação, sem ser o Estadão, deu a notícia.... A Folha, jornal de assessoria de Aécio, nem tocou no assunto. Também não foi manchete Aécio Neves, denunciado pelo doleiro Alberto Yousseff como beneficiário de um esquema de propina em Furnas

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

UOL remove nome de Aécio Neves momentos depois de mencioná-lo em manchete

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UOL remove nome de Aécio Neves de título que associava o ex-presidenciável tucano a recebimento de propina. Mas alguém fotografou o texto antes e depois, e a foto viralizou


UOL Aécio Neves propina Youssef PSDB
A ocultação do nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) das manchetes dos principais veículos da imprensa tradicional no País é o debate principal nas redes sociais desde que o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa reafirmaram, nesta terça-feira 25, durante sessão da CPI da Petrobras, na Câmara dos Deputados, que o tucano recebeu propina de Furnas.
O portal UOL ganhou destaque nas críticas, por ter alterado sua manchete principal sobre o tema, ocultando os nomes de Aécio e do ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, já morto. De “Youssef e Costa confirmam repasse de propinas a Aécio Neves e Sérgio Guerra”, o título foi modificado para “Em CPI, Youssef e Costa citam repasse de propinas de estatais a tucanos”. A foto dos dois títulos circula nas redes.
No Twitter, a hashtag #PodemosTirarSeAcharMelhor está em primeiro lugar entre os temas discutidos nesta quarta-feira 26. O termo teve origem em março, quando a agência Reuters deixou vazar uma reportagem com as sugestões de edição do repórter para o editor (relembre aqui). Em um trecho do texto negativo para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o jornalista propôs: “podemos tirar, se achar melhor”.
O jornalista Fernando Brito, editor do blog Tijolaço, destacou o “silêncio sepulcral” da mídia sobre o tema. “Fiquei procurando, em vão, menção no noticiário ao que disse Alberto Youssef sobre as propinas que pagou, segundo ele, a uma diretoria de Furnas que seria “dividida” entre José Janene, do PP, e Aécio Neves, cujo pai, Aécio Ferreira da Cunha, foi membro do Conselho de Administração da Empresa. Nada. Silêncio sepulcral, apesar de Youssef ter falado nisso duas vezes”, afirmou.

Cantanhêde explica silêncio

A jornalista Eliane Cantanhede justificou o fato de não mencionar em seu comentário no programa Em Pauta, da Globo News, os nomes de Aécio Neves (PSDB-MG) e de Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB, ambos citados pelo doleiro Alberto Youssef, durante acareação dele com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Ao ser confrontada sobre o silêncio, Cantanhêde respondeu: “Era muita informação ao mesmo tempo e acabei passando batido, mas vou tentar encaixar amanhã em algum comentário”.
informações de 247

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Na CPI, Youssef confirma que Aécio Neves recebeu propina em Furnas

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Em depoimento prestado à CPI da Petrobras nesta terça-feira (25), o doleiro Alberto Youssef afirmou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu propina desviada de Furnas quando ainda era deputado federal.
Youssef disse que o ex-deputado José Janene (PP-PR), morto em 2010, contou que operava um esquema de corrupção dentro de Furnas e que Aécio seria um dos beneficiários.

— Eu confirmo [a participação] por conta do que eu escutava do deputado José Janene, que era meu compadre.

A declaração já havia sido feita em depoimento ao Ministério Público durante as investigações da Lava Jato. De acordo com Yousseff, Aécio recebia o dinheiro "através de sua irmã".

Veja o vídeo original :

Em caso de Censura
Na CPI, Youssef confirma que Aécio recebeu... por psdbcensuradopeloyoutube e mais

Em depoimento prestado à CPI da Petrobras nesta terça-feira (25), o doleiro Alberto Youssef afirmou que o senador Aécio...
Posted by Fora Aécio Neves on Terça, 25 de agosto de 2015
Mais uma cópia caso o PSDB censure como já aconteceu com vários vídeos sobre o Aecio Neves

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Repórter que deu o furo reafirma irregularidades de aeroporto de Cláudio

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O repórter Lucas Ferraz, da Folha, voltou ao tema do aeroporto de Claudio neste domingo.

Do DCM


Abaixo, trechos de seu texto:

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O jornalista norte-americano Henry Louis Mencken, mestre das tiradas antológicas, cunhou uma, há quase um século, que caberia perfeitamente no Brasil destes tempos: “É difícil acreditar que um homem esteja dizendo a verdade quando você sabe muito bem que mentiria se estivesse no lugar dele”.

Lembrei-me da frase de Mencken ao ler o artigo do deputado federal Domingos Savio (PSDB), publicado neste espaço no domingo passado (16), sobre a construção do aeroporto de Cláudio, em Minas Gerais, erguido em terras de um familiar do senador Aécio Neves (PSDB). A obra do Executivo mineiro foi concluída em 2010, no final do segundo mandato do tucano no Estado.

Citando o recente arquivamento de investigação do Ministério Público de Minas Gerais, que pela segunda vez apurou o caso e não encontrou irregularidades na construção da pista, o deputado cobra reparação a Aécio, que teria sido injustiçado por uma “falsa acusação”.

Classificando a reportagem de “ficção”, ele escreve que a história “não é”, como “nunca foi”, verdadeira.

Ao defender o aliado, o presidente do PSDB de Minas omite e falseia deliberadamente informações que foram publicadas nesta Folha.

(…)

Todos os detalhes do episódio –a obra ao custo de R$ 14 milhões, a antiga pendência judicial pela posse da área, o funcionamento irregular e privado da pista, que era controlada por familiares de Aécio– foram relatados e documentados em reportagem de minha autoria, publicada em julho de 2014.

A 6 km da pista está a fazenda da Mata, da família do senador e um de seus refúgios preferidos, descrita por ele, à revista “Piauí”, como o “meu Palácio de Versalhes”.

Além de informações extraídas de documentos judiciais e do governo estadual –todos públicos–, duas fontes primárias foram fundamentais para sustentar o relato exposto no jornal. As declarações, gravadas, foram apagadas da memória de conveniência do deputado.

Domingos Savio afirma que, à época das reportagens, a gestão do aeroporto já era de responsabilidade da Prefeitura de Cláudio, que teria também as chaves da pista.

O que emerge da reportagem é outra coisa: o chefe de gabinete da prefeitura não soube explicar o funcionamento do aeroporto, pois este não era controlado pela administração municipal, mas, sim, pela família de Múcio Tolentino.

O filho de Múcio confirmou que a família tinha a posse das chaves. Disse que abriria a pista para quem precisasse utilizá-la, sem custo algum, e ressaltou: “O aeroporto, para todos os efeitos, ainda é nosso”.

Quatro anos depois de ser construído, era esse o panorama do aeródromo: além do controle privado, ele operava de forma irregular, sem a homologação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

(…)

O arquivamento do caso, que em si nada significa, não apaga os fatos levantados e comprovados em uma investigação jornalística legítima e autônoma.

O engraçado é que a segunda investigação da Promotoria mineira, instaurada após a revelação da Folha, ignorou todos os elementos expostos na reportagem. Talvez os promotores tenham alguma explicação.

Como diria Mencken, “pode ser um pecado pensar mal dos outros, mas raramente será um engano”.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Aécio Neves protesta contra a corrupção estacionando carro em local proibido

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Aécio Neves protesta contra a corrupção estacionando carro em local proibido
O senador tucano foi flagrado estacionando um carro da rádio Arco Íris – pertencente a sua família – em uma vaga para deficientes físicos na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, pouco antes da manifestação contra a “corrupção” do governo. Em 2012, Aécio foi parado por dirigir sem carteira de habilitação em um veículo da mesma empresa, que é investigada por receber repasses quando era governador de Minas Gerais

Por Redação
O senador Aécio Neves (PSDB) compareceu neste domingo (16) à manifestação de Belo Horizonte (MG), que tinha como uma das principais bandeiras o fim da corrupção. Para chegar até a Praça da Liberdade, local onde ocorreu a concentração do protesto, o ex-candidato à presidência da República utilizou um carro da rádio Arco Íris – empresa que pertence a sua família -, e não deu lá o melhor exemplo pela causa, como figura pública que é. Ele estacionou seu Toyota Hilux em uma vaga exclusiva para deficientes físicos.
Não é a primeira vez que Aécio infringe as leis de trânsito. Em 2012, ganhou repercussão o episódio em que o senador foi parado pela polícia por dirigir sem carteira de habilitação. Na ocasião, constatou-se que o veículo que ele conduzia também pertencia à rádio de sua família. A rede Minas Sem Censura, então, entrou com uma representação no Ministério Público e passou a investigar as verbas repassadas à empresa ao longo dos governos tucanos no estado.
Na lista de patrimônios da companhia, consta o veículo que Neves utilizou neste domingo (placa HHH 0211). Ao todo, a rádio possui 12 carros registrados no DETRAN/MG, sendo seis deles considerados veículos de luxo. Na representação, configura-se a tese de que houve ocultação de patrimônio e que os carros de luxo são utilizados para a “satisfação pessoal” dos sócios e familiares da empresa, invalidando a necessidade do repasse das altas verbas governamentais que ocorreram ao longo do governo Aécio. “Não aceitamos tanta impunidade, tanta mentira, tanta corrupção”, disse o senador no protesto pouco depois de parar o carro em local proibido.
Da Revista Forum

domingo, 16 de agosto de 2015

Sob gritos de "ladrão", Aécio Neves bate em retirada da manifestação.

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#CarnaCoxinha

A aparição do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na manifestação dos coxinhas a favor da ditadura, do golpe e da corrupção tucana foi relâmpago.

Apesar do ambiente controlado e do cordão de isolamento formado pela assessoria tucana em Belo Horizonte, o que seus assessores temiam ocorreu.

Ao ver a presença do tucano, um manifestante gritou: "Eu quero é o povo na rua, não político ladrão".

Aécio mal ficou meia hora na manifestação. Chegou por vota das 11h30 em um carro que parou perto de um caminhão de som, caminhou alguns metros, cercado de seguranças e assessores tucanos. Subiu no caminhão e falou pouco, logo batendo em retirada, com medo de sua presença atrair hostilidade como ocorreu com o manifestante que gritou "político ladrão".

Em uma área mais reservada dos olhares do público, protegido pela claque tucana, gravou cenas para os telejornais, posou para fotos e falou rapidamente para a imprensa. Foi embora às 12hs. (Com informações de "O Tempo").
No Amigos do Presidente Lula

sábado, 15 de agosto de 2015

Aécio Neves tem 72h para explicar indício de irregularidade em campanha ao TSE, imprensa mais uma vez abafa

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Aécio Neves do PSDB tem 72h para explicar indício de irregularidade em campanha ao TSE
O Tribunal Superior Eleitoral solicitou que o senador e candidato derrotado à Presidência, Aécio Neves (PSDB), preste esclarecimentos em até 72 horas sobre indícios de irregularidades na prestação de contas da campanha presidencial de 2014.
O despacho, assinado pela relatora do processo, a ministra Maria Thereza Moura, não detalha quais são as irregularidades, mas informa que os erros foram apontados pela área técnica do tribunal.
As informações financeiras da campanha do tucano ainda não foram julgadas pelo plenário do TSE. Em dezembro do ano passado, o Partido dos Trabalhadores denunciou ao tribunal ilegalidades na relação da campanha com empresas prestadoras de serviços.
O principal indício apontado pelo PT no requerimento foi que 28 dessas empresas foram criadas somente em 2014. Além disso, apenas 21% das notas fiscais das pessoas jurídicas foram juntadas aos autos entregues ao TSE.
Faltaram, ainda de acordo com os advogados do PT, documentos obrigatórios, como extratos bancários do período de campanha e o termo de encerramento das contas bancárias.
A prestação de contas também não apresentou o contrato com o fotógrafo da campanha, nem da produção e oferta de conteúdo para celulares, como vídeos para aplicativos.
O PT também apontou que a campanha tucana recebeu doação no valor de R$ 100 mil pela Associação das Indústrias Químicas (Abiquim). A legislação eleitoral proíbe a doação por entidades de classes.