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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Advogados de Aécio tiram sarro do STF em pedido de prisão: “Que medo!”

Advogados de Aécio Neves tiram sarro de pedido de prisão: “Que medo!”

Os defensores do tucano chegaram ao ponto de desafiar o STF no documento em que contestam o pedido de prisão expedido por Janot. Aécio é alvo de 6 inquéritos na Corte 
Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (15), os advogados do senador Aécio Neves (PSDB-MG) contestam o pedido de prisão do tucano feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no final do mês passado.
Mais do que contestar, os advogados tiram sarro e desafiam a justiça quanto ao pedido de prisão do parlamentar, que é alvo de 6 inquéritos na Corte.
“Diante de tamanha arbitrariedade, é possível dizer: que medo!”, escreveram os defensores em um dos trechos do documento, em que eles alegam falta de provas contra Aécio.
O último pedido de prisão expedido por Janot já foi, na verdade, uma tentativa de recorrer à decisão do ministro Marco Aurélio, que havia negado a prisão do senador, que chegou a ser afastado de suas atividades parlamentares. O novo pedido de prisão ainda será analisado pelos ministros.
No documento enviado hoje, os deputado pedem ainda para que o pedido seja analisado pelo plenário do Supremo, e não pela Primeira Turma.
No pedido de prisão, Janot acusa Aécio de corrupção passiva e obstrução da justiça. Segundo as investigações, ele teria pedido e recebido R$ 2 milhões da JBS e atuado no Senado e junto ao Executivo para atrapalhar as investigações da Lava Jato.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Lava Jato cancela delação da Andrade que atingiria em cheio Aécio Neves e se fosse contra o Lula?

Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)
O Juiz da Lava jato Sergio Moro confratenizando com tucanos acusados de corrupção no evento da Revista QUANTOÉ e conspirando para perseguir o Lula e livrar o PSDB das acusações

Da Folha
A pouco mais de um mês de deixar o cargo, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, enviou sinais de que não quer mais saber da complementação da delação da Andrade Gutierrez.
A desistência ocorreu após procuradores questionarem se haveria relatos de crime envolvendo o ex-presidente Lula e teles e receberem um não como resposta e não quiseram saber se tem outros envolvidos, já que o foco de Sergio Moro é o Lula e o PT
A avaliação da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e em Brasília é que, sem Lula e sem teles, a complementação da delação da Andrade Gutierrez traria poucas novidades.
A empresa, que nasceu em Belo Horizonte, tem relações com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas os procuradores avaliam que os relatos dela sobre o tucano pouco acrescentariam ao que foi relatado pela Odebrecht e por Joesley Batista,mas apesar desses relatos continua solto, com mandato e conspirando contra o povo junto com Temer.
Os procuradores tinham interesse em três casos envolvendo empresas de telecomunicações porque a Andrade Gutierrez é uma das sócias da Oi e controlava a Telemar.
Os casos são os seguintes: 1) o investimento de R$ 5 milhões feito em 2005 pela Telemar na Gamecorp, empresa de Fábio Luis Lula da Silva, o filho mais velho de Lula; 2) a compra da Brasil Telecom em 2008 pela Telemar, negócio no qual o Banco do Brasil e o BNDES entraram com R$ 6,8 bilhões; e 3) a história narrada pelo publicitário Marcos Valério, condenado no mensalão..
A Andrade Gutierrez negou aos procuradores que tenha havido crime nesses três episódios, segundo a Folhaapurou. 
(…)

    sexta-feira, 4 de agosto de 2017

    AS IMAGENS DA PROPINA DE AÉCIO NEVES



    AS IMAGENS DA PROPINA DE AÉCIO NEVES

    A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer; foram três pagamentos de R$ 500 mil para Aécio, entregues pelo ex-diretor da JBS Ricardo Saud ao primo de Aécio, Frederico Pacheco; Aécio,Neves, que vive em eventos em amizade intima com o Juiz da Lava Jato Sergio Moro eterno perseguidor do PT e Lula , na prática, hoje governa o Brasil, pois indicou quatro ministros e o presidente da Petrobras, Pedro Parente; foi também ele quem orientou um aliado, o deputado Paulo Abi-Ackel a produzir o parecer que salvou Temer; novo pedido de prisão de Aécio, feito pelo procurador geral Rodrigo Janot, deve ser julgado em breve, pela 1ª Turma do STF; as imagens são chocantes

    247 - A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer.
    As fotos registram a organização e o empacotamento dos R$ 2,4 milhões em cash entregues a prepostos de Michel Temer, do senador Aécio Neves e do doleiro Lúcio Funaro.
    "ÉPOCA reconstituiu a cena por meio de gravações autorizadas pela Justiça (ouça um dos áudios) se de entrevistas reservadas com participantes da ação controlada. Reconstituiu, também, as outras quatro entregas de dinheiro vivo acompanhadas pela PF entre abril e maio deste ano, na Operação Patmos, resultado das delações dos executivos da JBS. Os cinco pagamentos somaram R$ 2,4 milhões. Foram três entregas de R$ 500 mil destinadas a Aécio, uma de R$ 400 mil destinada ao doleiro Lúcio Funaro e, por fim, uma de R$ 500 mil destinada ao presidente Michel Temer - aquela da mala preta com rodinhas, que cruzou velozmente as calçadas de São Paulo graças às mãos marotas de Rodrigo Rocha Loures, o "longa manus" do peemedebista, nas palavras da Procuradoria-Geral da República.
    O empresário Frederico Pacheco, o Fred, primo de Aécio, foi quem recebeu as três malas com R$ 500 mil em propina ao senador tucano, segundo as delações da JBS. "Começou no dia 5 de abril, voltou no dia 12, já sob monitoramento da PF, e manteve o cronograma nas semanas seguintes: encontrou Saud, no mesmo local, também nos dias 19 de abril e 3 de maio. Cumpria a tarefa enquanto o Brasil conhecia o teor das delações da Odebrecht; enquanto o país assistia aos depoimentos do executivos da empreiteira, que tanto incriminavam Aécio. 'Eu durmo tranquilo', disse Fred no segundo encontro, logo após racionalizar os crimes que cometia como um ato isolado, que não o definia. 'Se eu te contar uma coisa você não vai acreditar: a única pessoa com quem eu tratei em espécie foi você. A única pessoa que pode falar de mim é você'. Saud deixou-o à vontade para desabafar. 'Como é que eu não faço? Tenho um compromisso de lealdade com o Aécio', disse o delator da JBS.
    Leia a reportagem na íntegra.

    segunda-feira, 31 de julho de 2017

    Janot volta a pedir prisão de Aécio Neves pelos R$ 2.000.000,00 recebidos de Joesley Batista

    O senador Aécio Neves e o Juiz da Lava Jato Sergio Moro se divertindo em evento da Istoé
    Janot volta a pedir ao STF prisão do senador Aécio Neves
    BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a prisão do senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, no caso em que ele é acusado de pedir e receber R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista.
    Janot também pediu para afastamento de Aécio do mandato de senador. Pedidos anteriores de afastamento e prisão foram rejeitados em decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá agora a Primeira Turma decidir sobre o assunto.
    Em maio, o ministro Edson Fachin, também do STF, determinou o afastamento de Aécio do exercício do mandato, mas negou o pedido de prisão. Posteriormente, o caso mudou de relator: saiu do gabinete de Fachin, e foi para o de Marco Aurélio. Em junho, ele aceitou recurso da defesa e permitiu que Aécio voltasse ao Senado. E negou novo pedido de Janot para determinar a prisão do parlamentar.
    Em junho, Marco Aurélio também determinou a devolução do passaporte ao senador. Além disso, o autorizou a se ausentar do Brasil e a manter contato com outros investigados. Aécio é um dos políticos brasileiros investigados em razão das delações premiadas de executivos do frigorífico JBS. Ao assumir os processos de Aécio,
    Marco Aurélio disse inicialmente que não tomaria sozinho decisões em recursos contra determinações de Fachin, levando-os para julgamento da Primeira Turma, composta por cinco ministros, incluindo Marco Aurélio. Mas como o STF entrou de recesso em julho, e não haveria mais reuniões da Primeira Turma, o relator preferiu decidir sozinho em 30 de junho, último dia de trabalho normal no STF
    Como o tribunal volta a funcionar plenamente em agosto, a Primeira Turma poderá analisar o caso agora.
    Em sua decisão, Marco Aurélio procurou atenuar possível atrito com Fachin, destacando que o quadro da época em que o colega afastou Aécio do mandato, em maio, era outro, diferente do observado em junho.
    “Tem-se que o quadro fático, hoje, é outro. Será que o antecessor na relatoria, o autor da decisão, mesmo assim, implementaria a medida extrema, verdadeira sanção, verdadeira pena, irreversíveis, verdadeira morte política do Senador, afastando a essência do mandato parlamentar, que é o exercício?”, questionou Marco Aurélio na decisão tomada em junho.
    Leia também:

    domingo, 23 de julho de 2017

    COM 1,1%, AÉCIO NEVES VIRA CADÁVER POLÍTICO EM MINAS

    Pesquisa realizada pelo instituto GPP aponta que o senador tucano, um dos mais delatados na Lava Jato, só teria 1,1% dos votos para presidente da República em seu próprio Estado; dado mostra que Aécio Neves, investigado por esquemas de corrupção em Minas e flagrado recentemente pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, se afundou politicamente depois de ter atuado como o principal articulador do golpe contra Dilma Rousseff, afundando o Brasil na maior crise econômica de sua história


    COM 1,1%, AÉCIO NEVES VIRA CADÁVER POLÍTICO EM MINAS

     Pesquisa eleitoral revela que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), após ter atuado como o principal articulador do golpe contra Dilma Rousseff, afundando o Brasil na maior crise econômica de sua história, virou um cadáver político em Minas Gerais .
    Dados de um levantamento realizado pelo instituto GPP, divulgados pela Carta Capital, apontam que o senador tucano, um dos mais delatados na Lava Jato, só teria 1,1% dos votos para presidente da República em seu próprio Estado.Investigado por esquemas de corrupção em Minas, estado que governou, e flagrado em gravação recentemente pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, da JBS, Aécio piorou drasticamente no cenário eleitoral desde as eleições de 2014.Naquele ano, quando foi derrotado para Dilma na disputa presidencial, Aécio também já havia perdido em Minas, registrando 45,6% dos votos. 

    quinta-feira, 20 de julho de 2017

    VALÉRIO: AÉCIO NEVES LEVAVA 2% DOS CONTRATOS COM O BB DESDE O GOVERNO FHC

    VALÉRIO: AÉCIO NEVES LEVAVA 2% DOS CONTRATOS COM O BB DESDE O GOVERNO FHC,MAS SERGIO MORO SÓ PENSA NO LULA
    Delação do empresário Marcos Valério é bombástica e atinge não apenas o senador Aécio Neves (PSDB-MG), como também o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso(PSDB/SP); no acordo, fechado com a Polícia Federal, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90; ele afirma ainda que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FHC; Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal
    247 - Marcos Valério, que teve sua proposta de delação rejeitada pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais (MP-MG), fechou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF). Por citar políticos com foro privilegiado, o acordo aguarda a homologação do Supremo Tribunal Federal (STF).
    O delator relatou bastidores de operação para retirar da CPMI dos Correios, em 2005, documentos sobre a relação do Banco Rural com tucanos em Minas, tema que já é alvo de inquérito no STF, motivado por delação do ex-senador Delcídio Amaral. A operação teria contado com a participação dos então subrelatores da CPMI Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Eduardo Paes (à época no PSDB-RJ). Integrantes do Banco Rural teriam escondido documentos no Uruguai.
    (…)
    No acordo, entre outras coisas, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90. Afirma que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FH, valores que seriam pagos por meio de Paulo Vasconcelos, citado como representante de Aécio junto à empresa.
    Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal.
    O operador cumpria pena de 37 anos de prisão pela ação do mensalão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), e foi transferido na segunda-feira para a Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG), a pedido da PF. A transferência para a unidade — que propõe atendimento humanizado de presos e tem vagas limitadas — era solicitada desde o ano passado por seus advogados, mas não havia vagas.
    As informações são de reportagem de Thiago Herdy em O Globo.

    quinta-feira, 13 de julho de 2017

    MINISTÉRIO COBRA R$ 20,3 MILHÕES DE AÉCIO NEVES


    aECIO NEVES,MICHELTEMER ANASTASIA PSDB

    Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações está cobrando R$ 20,3 milhões do senador Aécio neves (MG) e de três ex-secretários de Estado por supostas irregularidades em convênios para a construção dos centros vocacionais tecnológicos (CVTs), voltados para realização de cursos nas áreas de informática, agricultura e empreendedorismo. Além de Aécio, que governou o Estado de 2003 a 2010, o ministério também cita os ex-secretários estaduais de Ciência e Tecnologia Alberto Duque Portugal, Bilac Pinto e Paulo Kleber Duarte Pereira como envolvidos nas irregularidades

    Minas 247 - O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações está cobrando R$ 20,3 milhões do senador Aécio neves (MG) e de três ex-secretários de Estado por supostas irregularidades em convênios para a construção dos centros vocacionais tecnológicos (CVTs), voltados para realização de cursos nas áreas de informática, agricultura e empreendedorismo. Além de Aécio, que governou o Estado de 2003 a 2010, o ministério também cita os ex-secretários estaduais de Ciência e Tecnologia Alberto Duque Portugal, Bilac Pinto e Paulo Kleber Duarte Pereira como envolvidos nas irregularidades.
    Segundo o ministério, as irregularidades, na época, chegaram a R$ 7,3 milhões. Efetuando-se as correções, o valor atualmente cobrado é de R$ 20,3 milhões. O valor total do projeto era de R$ 21,5 milhões. Por meio de nota, Aécio informou que ele e os ex-assessores estão apresentando suas defesas.
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    terça-feira, 11 de julho de 2017

    Aécio Neves, que nunca ralou na vida, encabeça a lista dos 50 senadores que mataram a CLT

    Aécio Neves, que nunca ralou na vida, encabeça a lista dos 50 senadores que mataram a CLT
    Da Redação
    Guarde o nome dos 50 senadores que permitiram que o trabalhador brasileiro ganhe menos que um salário mínimo mensal:
    Aécio Neves (PSDB-MG)
    Ana Amélia (PP-RS)
    Antonio Anastasia (PSDB-MG)
    Airton Sandoval (PMDB-SP)
    Armando Monteiro (PTB-PE)
    Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
    Benedito de Lira (PP-AL)
    Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
    Cidinho Santos (PR-MT)
    Ciro Nogueira (PP-PI)
    Cristovam Buarque (PPS-DF)
    Dalirio Beber (PSDB-SC)
    Dário Berger (PMDB-SC)
    Davi Alcolumbre (DEM-AP)
    Edison Lobão (PMDB-MA)
    Eduardo Lopes (PRB-RJ)
    Elmano Férrer (PMDB-PI)
    Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
    Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
    Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
    Gladson Cameli (PP-AC)
    Ivo Cassol (PP-RO)
    Jader Barbalho (PMDB-PA)
    João Alberto Souza (PMDB-MA)
    José Agripino (DEM-RN)
    José Maranhão (PMDB-PB)
    José Medeiros (PSD-MT)
    José Serra (PSDB-SP)
    Lasier Martins (PSD-RS)
    Magno Malta (PR-ES)
    Marta Suplicy (PMDB-SP)
    Omar Aziz (PSD-AM)
    Paulo Bauer (PSDB-SC)
    Raimundo Lira (PMDB-PB)
    Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
    Roberto Muniz (PP-BA)
    Roberto Rocha (PSB-MA)
    Romero Jucá (PMDB-RR)
    Ronaldo Caiado (DEM-GO)
    Rose de Freitas (PMDB-ES)
    Sérgio Petecão (PSD-AC)
    Simone Tebet (PMDB-MS)
    Tasso Jereissati (PSDB-CE)
    Valdir Raupp (PMDB-RO)
    Vicentinho Alves (PR-TO)
    Waldemir Moka (PMDB-MS)
    Wellington Fagundes (PR-MT)
    Wilder Morais (PP-GO)
    Zeze Perrella (PMDB-MG)
    Resumo do Congresso em Foco
    1 – Gestante e lactante em ambiente insalubre
    O texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê que a trabalhadora gestante deverá ser afastada automaticamente, durante toda a gestação, apenas das atividades consideradas insalubres em grau máximo. Para atividades insalubres de graus médio ou mínimo, a trabalhadora só será afastada a pedido médico.
    2 – Serviço extraordinário da mulher
    O projeto enviado ao Senado pelos deputados federais revoga o art. 384 da CLT. Esse artigo determina que a trabalhadora mulher deve ter 15 minutos de descanso obrigatório antes de iniciar o horário de serviço extraordinário, a chamada hora-extra.
    3 – Acordo individual para a jornada 12 por 36
    Para o relator na CAE, Temer deveria vetar também a alteração que permite que acordo individual estabeleça a chamada jornada 12 por 36, aquela em que o empregado trabalha 12 horas seguidas e descansa as 36 horas seguintes. Ferraço acredita que o texto aprovado pelos deputados sobre esse assunto “não protege suficientemente o trabalhador, que pode ser compelido a executar jornadas extenuantes que comprometam sua saúde e até sua segurança”.
    4 – Trabalho intermitente
    O relator recomenda veto aos dispositivos que regulamentam o chamado trabalho intermitente, aquele no qual a prestação de serviços não é contínua, embora com subordinação. Nesse tipo de trabalho, são alternados períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador. O melhor, para ele, seria regulamentar por Medida Provisória, estabelecendo os setores em que a modalidade pode ocorrer.
    5 – Representantes dos empregados
    O relator crê que uma MP poderia regulamentar a criação da comissão de representantes dos empregados nas empresas com mais de 200 funcionários. O PLC 38/2017 prevê que esses representantes não precisam ser sindicalizados e terão o objetivo de ampliar o diálogo entre empresa e empregados, mas não têm estabilidade do emprego.
    6 – Negociação do intervalo intrajornada
    O texto aprovado pelos deputados permite que trabalhador e empregador acordem, por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo, “intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de 30 minutos para jornadas superiores a seis horas”. Para o relator a mudança precisa ser melhor analisada para não gerar “precarização das condições de trabalho, com consequências sobre a saúde e a segurança do trabalhador”.
    Fonte:VIOMUNDO
    Veja também:
    Um discurso memorável contra a reforma trabalhista