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terça-feira, 12 de julho de 2016

Relatório da PF revela relação da Andrade Gutierrez com Aécio Neves

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Relatório com análise de mensagens do ex-presidente da empreiteira Otávio Azevedo destaca conversas sobre valores destinados a uma associação presidida pela irmã do senador, Andrea Neves, e troca de mensagens com Oswaldo Borges, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, apontado como tesoureiro informal do tucano

Em relatório anexado ao inquérito da empreiteira Andrade Gutierrez, a Polícia Federal analisou as informações contidas em celulares apreendidos com o ex-presidente da construtora, Otávio Marques de Azevedo. No documento, a PF destaca conversas sobre valores destinados a uma associação presidida pela irmã do senador Aécio Neves, Andrea Neves, e troca de mensagens com Oswaldo Borges, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, e apontado como tesoureiro informal do tucano.

Aécio atualmente é alvo de dois inquéritos do Supremo Tribunal Federal no âmbito da operação Lava Jato. Em sua delação, Otavio Marques de Azevedo não delatou qualquer tipo de pagamento de propina ou fraudes praticadas em licitações à época que o tucano era governador de Minas Gerais.As conversas com Borges, apontado como um tesoureiro informal do senador tucano, são de agosto de 2014, em meio a campanha presidencial na qual o senador golpista Aécio Neves concorreu com a presidenta Dilma Rousseff. Em 27 de agosto, Oswaldo pergunta a Otávio se era possível “falar na quinta às 19h em Sp”.

Dois dias depois, Otavio responde: “Já foi feito”. Oswaldo agradece no mesmo dia: “Obrigado Otavio. Com vc funciona!!!rsrs”.


“Destaca-se mensagens de Otávio Marques e Oswaldo Borges da Costa e Otávio Marques e +556981266901 analisadas em conjunto pois é possível que estejam relacionadas à doações eleitorais”, informa o relatório da PF. Ainda segundo o agente federal Di Bernardi, autor do relatório, as “mensagens aparentemente contradizem o Termos de Declaração de Otávio no tocante a forma como se davam as doações eleitorais”.
“Observa-se que tanto na mensagem para Manoel Araujo como na mensagem para Oswaldo Borges, Otávio encaminha, praticamente no mesmo horário do dia 29/08/2014, a mensagem “Já foi feito”, sendo que ambos agradecem. Informações em fontes abertas associam Oswaldo Borges da Costa Filho à Aécio Neves (seria genro do padrasto de Aécio108)”, completa o relatório.

Andrea Neves

Apontada como braço-direito do senador, Andrea Neves aparece no relatório da Polícia Federal por ter presidido a associação civil Servas – Serviço Voluntário de Assistência Social. No dia 22/11/2012, Otávio recebe mensagem de Jose Augusto Figueira, então suplente do conselho de administração da Oi e presidente da Oi Futuro.

Na mensagem, Figueira informa a Otávio que ele possui saldo de R$ 1,5 milhões e que “para o Servas reservara, 160 ou 320 mil e que aguarda retorno asap”. Além de apontar a existência da associação mineira, presidida entre 2003 e 2014 por Andrea Neves, a Polícia Federal salienta que dada a proximidade das datas é possível que o assunto Servas tenha relação com uma reunião realizada um dias antes.


Relatório da PF revela relação da Andrade Gutierrez com Aécio Neves
Essa reunião, conforme revelam mensagens analisadas pela PF, foi agenda no dois dias antes da conversa sobre o Servas. Em mensagem do dia 20, interlocutor identificado como Major Braga (Aécio) enviou a seguinte informação para o ex-presidente da Andrade Gutierrez: “Boa noite Dr Otávio! A pedido do Senador Aécio Neves preciso falar com o senhor! Obrigado, Major Braga”.

Minutos depois, Major Braga envia outra mensagem: “Dr Otávio, Senador Aécio Neves pede para avisar que irá dormir na residência da mãe dele, Sra. Ines Maria. Reunião amanhã transferida para o endereço, Rua Prefeito Mendes Moraes, nr 1100 / Cobertura – RJ”.

Segundo a PF, mesmo após a troca do local do encontro, Otávio “confirma o recebimento” e diz que “estará lá no dia seguinte”.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Odebrecht e OAS delatam Aécio Neves com prazer

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Odebrecht e OAS delatam Aécio Neves com prazer
Informação é da colunista Mônica Bergamo; segundo ela, tanto Marcelo Odebrecht como Léo Pinheiro, ex-presidentes da Odebrecht e da OAS, avaliam que o senador golpista  Aécio Neves (PSDB-MG) tocou fogo no circo imaginando que a Lava Jato atingiria apenas o PT – e não todo o sistema político brasileiro, levando junto as empreiteiras; Pinheiro já mencionou a cobrança de propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais e Marcelo também citará Aécio em seu acordo; o tucano José Serra também estaria sendo delatado, mas com maior parcimônia, segundo a colunista

Minas 247 A jornalista Mônica Bergamo informa que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB, está sendo delatado "com prazer" pelas empreiteiras Odebrecht e OAS, as duas maiores do País.
"De acordo com integrante da equipe que acompanha as delações, tanto executivos da Odebrecht quanto Léo Pinheiro, da OAS, acham que Aécio colocou fogo na Operação Lava Jato porque imaginava que ela só atingiria o PT. Pouco teria se importado com as empreiteiras", diz ela. "Recados enviados inclusive por Marcelo Odebrecht, que dizia ser amigo do tucano, teriam sido desprezados pelo mineiro."
Tanto Marcelo Odebrecht como Léo Pinheiro, ex-presidentes da Odebrecht e da OAS, avaliam que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tocou fogo no circo imaginando que a Lava Jato atingiria apenas o PT – e não todo o sistema político brasileiro, levando junto as empreiteiras.
Pinheiro já mencionou a cobrança de propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa de Belo Horizonte, nova sede do governo mineiro, e Marcelo também citará Aécio em seu acordo.
O tucano José Serra também estaria sendo delatado, mas com maior parcimônia, segundo a colunista, porque não teria incentivado a destruição das construtoras, como teria sido o caso de Aécio.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Durante governo do PSDB:Investigação aponta fraude de R$ 20.000.000,00 em escolas técnicas de Minas

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Narcio Rodrigues, golpistas Anastasia e Aécio neves

Narcio Rodrigues, Anastasia e Aécio
Uma investigação da Controladoria-Geral de Minas Gerais apontou dano aos cofres públicos de aproximadamente R$ 20 milhões na implantação das escolas técnicas Uaitecs durante a gestão do tucano Antonio Anastasia (2011-2014), atual senador.
O programa estava sob responsabilidade do então secretário de Ciência e Tecnologia e ex-presidente do PSDB de Minas Narcio Rodrigues, preso há um mês na Operação "Aequalis".
Segundo três relatórios da controladoria obtidos pela Folha, houve sobrepreço na compra de equipamentos e móveis, pagamentos por serviços não realizados e não utilização de equipamentos comprados.
Lousas eletrônicas que tinham o preço de tabela de R$ 5 mil foram compradas, segundo o órgão, por R$ 12 mil. Só nesse equipamento, o prejuízo apontado é de quase R$ 2 milhões.
Há, ainda, indício de fraudes nas contratações de empresas para prestação de serviços como marketing e fonoaudiologia.
A Controladoria-Geral, órgão do governo do Estado, analisou três termos de cooperação técnica feitos de 2011 a 2013 pela Secretaria de Ciência e Tecnologia, a Fapemig (Fundação de Amparo à Pesquisa de MG) e a Fundação Renato Azeredo –ligada à Uemg (Universidade Estadual de Minas Gerais).
O objetivo seria avaliar a execução das despesas dos termos. Em todos os casos, a Fundação Renato Azeredo teria recebido pagamentos de "taxa de administração" sem cumprir os serviços.
Com a apuração encerrada, o órgão pedirá a abertura de processo administrativo disciplinar e também a responsabilização de empresas envolvidas nas possíveis irregularidades.
Atualmente, o Ministério Público também investiga indícios de superfaturamento nas Uaitecs. As unidades de ensino prestam gratuitamente cursos de educação profissional.
'AEQUALIS'
Ex-deputado federal, Narcio Rodrigues foi preso por suspeita de desvio de dinheiro público em outra obra de sua gestão : o projeto "Cidade das Águas", desenvolvido pela Fundação Hidroex na cidade de Frutal (MG).
Ele e mais seis pessoas estão no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH. Rodrigues foi um dos coordenadores políticos das campanhas eleitorais estaduais de Anastasia em 2010 e do tucano Pimenta da Veiga, derrotado no pleito de 2014.
Em delação premiada ao Ministério Público de Minas Gerais, o português Firmino Rocha afirmou que a empresa em que trabalhava pagou a ele propina de R$ 1,5 milhão, que teria sido usada em financiamento de campanhas eleitorais.Da Folha

Aécio Neves ajuda Golpista Michel Temer a salvar Eduardo Cunha

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Com ajuda de Aécio, Temer busca salvação para Eduardo Cunha. Presidente interino acionou pessoalmente o senador do PSDB para cumprir a missão de salvar a pele do correligionário

aécio neves michel temer
Enrolado até o pescoço com a Lava Jato e sob risco de perder o mandato no plenário da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) demandou ajuda do interino Michel Temer (PMDB) para emplacar o sucessor na Casa e, dessa maneira, continuar controlando aliados e aumentar suas chances de reverter a cassação. Solidário, Temer acionou “pessoalmente” o presidente do PSDB, senador Aécio Neves, para cumprir a missão de salvar a pele do correligionário.
Segundo informações da Folha de S. Paulo desta quinta (30), esse foi o motivo da visita de Cunha ao Palácio do Jaburu, no último domingo. Mas edição de O Globo diz que Temer conversou com Aécio sobre o assunto já na semana passada.
A ideia, de acordo com fontes anônimas ouvidas pelos dois jornais, é que a antiga oposição ao governo Dilma Rousseff deixe de tentar eleger um sucessor para Cunha e apoio o nome sugerido pelo PMDB. Este nome, claro, deve agradar a Cunha e aliados – uma maneira de manter a influência do presidente afastado da Casa pelo Supremo Tribunal Federal.
Se conseguir fazer valer a demanda, Temer também evitará uma disputa “fraticida” em sua base em torno da presidência da Câmara – indesejável para um presidente interino que aguarda o desfecho do processo de impeachment.
Segundo O Globo, “Temer explicou a Aécio que desejava ajudar na eleição de um presidente da Câmara que não trabalhe pela cassação do mandato de Cunha. O nome que melhor se encaixa nesse perfil, na análise do Planalto, é o do deputado Rogério Rosso (PSD).”
“Segundo relatos, Temer demonstrou preocupação com Cunha, que tem buscado a ajuda do governo para não ter o mandato cassado”, acrescentou o periódico.
Aécio, de acordo com os jornais, sinalizou que o bloco formado por PSDB, PPS, PSB e DEM só deixaria de entrar na disputa atual pelo sucessor de Cunha caso o PMDB apoio um nome indicado por eles para presidir a Câmara no mandato 2017-2018.
A negociação ainda sofre resistência de parte do próprio PSDB, que teme associar sua imagem à eventual salvação de Eduardo Cunha – que precisa manter o mandato para ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Caso contrário, seus inquéritos na Lava Jato, entre outros, serão remetidos à primeira instância.
Pela edição da Folha, uma ala do PSDB está “desconfortável” não só com o pedido para abrir mão da disputa pela presidência da Câmara agora, mas com a pressão para salvar o mandato de Cunha no plenário caso o parlamentar renuncie. Ao O Globo, um tucano não identificado disse que o partido não apoia essa parte da negociação.
Na próxima semana, a antiga oposição ao governo Dilma se reúne para debater o desfecho da história.
“A ideia é ter um acordo o mais breve possível, já que a renúncia de Cunha à presidência da Câmara está prevista para o próximo mês. Interlocutores de Cunha dizem que ele está disposto a apresentar sua renúncia em 11 de julho, antes da votação do relatório sobre o processo de cassação do seu mandato na Comissão de Constituição de Justiça”, endossou o jornal.
Se Cunha renunciar à presidência, seus processos no Supremo deixariam de ser apreciados pelo plenário – prerrogativa de presidente da Câmara – e passariam para a Segunda Turma, presidida por Gilmar Mendes.
Além disso, ele ganha a chance de angariar votos a seu favor para quando seu processo de cassação chegar ao plenário. Seus aliados dizem que sem a renúncia, é impossível votar contra a cassação, dado o prejuízo com a população em pleno ano eleitoral para muitos deputados que querem concorrer ou emplacar aliados em prefeituras.
Resta saber o que Temer ganha – ou deixa de perder – salvando a pele de Eduardo Cunha.

sábado, 25 de junho de 2016

LÉO PINHEIRO, DA OAS: AÉCIO COBROU PROPINA DE 3% NA CIDADE ADMINISTRATIVA

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 LÉO PINHEIRO, DA OAS: AÉCIO COBROU PROPINA DE 3% NA CIDADE ADMINISTRATIVA

Presidente nacional do PSDB, o senador golpista Aécio Neves (PSDB-MG), que atirou o País no abismo ao não aceitar o resultado eleitoral de 2014 e criar as condições para um golpe parlamentar contra a presidenta Dilma Rousseff, será delatado por Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS; de acordo com a delação, que está na manchete da Folha deste domingo, Aécio cobrou 3% de propina nas obras da Cidade Administrativa do governo Mineiro, que consumiram R$ 1,3 bilhão; Léo Pinheiro afirmou, ainda, como eram pagas as propinas, por meio de Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Codemig e dono do avião utilizado pelo senador; segundo Aécio, as acusações são "falsas e absurdas"
Minas 247 Citado em inúmeras delações da Lava Jato, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que atirou o País no abismo ao não aceitar o resultado eleitoral de 2014 e criar as condições para um golpe parlamentar contra a presidente Dilma Rousseff, está prestes a sofrer o mais duro golpe de sua carreira política, segundo informa a jornalista Bela Megale, na manchete deste domingo da Folha de S. Paulo (leia aqui).

Aécio será delatado, com base em documentos, por Léo Pinheiro, ex-presidente e sócio da OAS. De acordo com a delação, Aécio cobrou 3% de propina nas obras da Cidade Administrativa do governo Mineiro, a maior obra dos seus governos, em Minas.

Léo Pinheiro afirmou, ainda, como eram pagas as propinas, por meio de Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Codemig. Oswaldinho, como ele é conhecido em Minas, é o tesoureiro informal das campanhas de Aécio e também casado com uma prima de Gilberto Faria, padrasto do senador. É ele também o dono do avião usado por Aécio em seus deslocamentos.

Ao todo, a obra custou R$ 1,3 bilhão e foi licitada pela Codemig, presidida pelo tesoureiro de Aécio. Como a OAS recebeu R$ 102,1 milhões, os 3% da suposta propina seriam equivalentes a pouco mais de R$ 3 milhões. Se todas as empreiteiras tiveram pago a mesma propina, seriam R$ 390 milhões.

Segundo Aécio, as acusações são "falsas e absurdas".

domingo, 19 de junho de 2016

Pedro Corrêa liga Aécio Neves a esquema na Petrobras

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Pedro Corrêa liga Aéclo Neves a esquema na Petrobras
O ex-deputado Pedro Corrêa afirmou, em delação premiada, que o então deputado (hoje senador) Aécio Neves (PSDB-MG) foi um dos responsáveis pela indicação do diretor de Serviços da Petrobras, Irani Varella, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo Corrêa, Varella era responsável por conseguir "propinas com empresários para distribuir com seus padrinhos políticos" por meio de seu genro, identificado apelas como Alexandre.
O senador, presidente nacional do PSDB, já foi citado outras vezes no âmbito das investigações da Lava Jato por delatores como o doleiro Alberto Youssef, o senador cassado Delcídio Amaral, o lobista Fernando Moura e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Aécio é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal.
DESVIOS
44 milhões de reais é quanto ex-diretores da Petrobras Distribuidora, condenados pelo Tribunal de Contas da União, terão que devolver,até a próxima quinta-feira. Entre os condenados está João Henriques,já condenado por crimes envolvendo a Petrobras, Orlando Filho, que presidiu a Petrobras em 1989, e Reynaldo Aloy,ex-diretor.

sábado, 18 de junho de 2016

Blindado pela mídia,oportunista Alckmin manda Aécio Neves de volta para Minas Gerais

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckimim, e o senador Aécio Neves, durante Seminário Nacional sobre Aplicação de Medidas Socioeducativas a Adolescentes Infratores, na Câmara dos Deputados</p>
Governador Geraldo Alckmin Merendão, de São Paulo, avalia que o senador  golpista Aécio Neves (PSDB-MG) não reúne mais condições para voltar a disputar a presidência da República pelo PSDB; a gota d'água teria sido a delação premiada (mais uma) de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que o acusou de receber R$ 1.000.000,00 em dinheiro vivo e de comprar 50 deputados para se eleger presidente da Câmara no segundo governo FHC; para Alckmin, Aécio agora deve dar "um passo atrás" e tentar recuperar sua base eleitoral em Minas, concorrendo ao Palácio da Liberdade, em 2018.

Minas 247 O governador Geraldo Alckmin, de São Paulo, decidiu mandar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de volta para Minas Gerais. 
Alckmin avalia que Aécio não reúne mais condições para voltar a disputar a presidência da República pelo PSDB. A gota d'água teria sido a delação premiada de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que o acusou de receber R$ 1 milhão em dinheiro vivo e de comprar 50 deputados para se eleger presidente da Câmara no segundo governo FHC.
Para Alckmin, Aécio agora deve dar "um passo atrás" e tentar recuperar sua base eleitoral em Minas, concorrendo ao Palácio da Liberdade, em 2018.
O recado foi dado na coluna do jornalista Ilimar Franco. Leia abaixo:
Bicadas
Citado mais uma vez na Lava-Jato, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves começa a ser questionado pelo PSDB de São Paulo. Aliados do governador Geraldo Alckmin andam dizendo que é hora de Aécio se recolher. Dar um passo atrás, recuperando sua base eleitoral em Minas, disputando o governo estadual em 2018.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Golpista Aécio Neves recebeu R$ 1.000.000,00 em propina, diz Machado

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Em delação, ex-presidente da Transpetro detalha participação do senador em esquema de arrecadação ilícita
Golpista Aecio Neves recebeu R$ 1.000.000,00 em propina, diz Machado

Aécio Neves também foi implicado por Sergio Machado
Em delação premiada tornada pública nesta quarta-feira 15, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado detalhou esquema de propina em 1998, envolvendo o PSDB e o então deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), hoje senador.
Em 1998, Sérgio Machado, então líder do PSDB no Senado, Teotônio Vilela, presidente nacional tucano à época, e Aécio Neves teriam definido "um plano de eleger a maior bancada federal possível na Câmara", a fim de viabilizar apoio à candidatura de Neves à presidência da Casa.
A maneira encontrada, disse Machado na delação, foi "ajudar financeiramente" cerca de 50 deputados a se elegerem. Para isso, ainda de acordo com Sérgio Machado, os três pediram à campanha nacional de FHC recursos para ajudar as bancadas. Decidiu-se, então, destinar entre 100 e 300 mil reais a cada candidato.
Para obter os recursos ilícitos, além de contatos com empresas, procuraram "Luis Carlos Mendonça", que garantiu que parte dos valores, orçados em 4 milhões de reais, viriam da campanha nacional de FHC. Machado também afirma que parte desses recursos ilícitos eram provenientes do exterior e entregues em espécie, em várias parcelas.
Os recursos foram entregues aos próprios candidatos e a seus interlocutores. A maior parcela dos cerca de 7 milhões de reais arrecadados à época "foi destinada ao então deputado Aécio Neves, que recebeu 1 milhão em dinheiro".
Machado também afirmou na delação que o atual senador tucano "com frequência" recebia esses valores por meio de um "amigo de Brasília que o ajudava nessa logística". A delação chega a detalhar quem seria esse intermediário: "jovem, moreno e andava sempre com roupas casuais e mochila".
Machado também relata ter ouvido do ex-ministro Sérgio Motta que Dimas Toledo era nomeado e afilhado político de Aécio e que "todos do PSDB sabiam que Furnas prestava grande apoio ao deputado Aécio via o diretor Dimas Toledo" e que parte do dinheiro para a eleição do Aécio veio de Furnas.
A partir dessa articulação e das "captações" feitas em 1998 e na eleição para prefeito de Belo Horizonte em 2000, o PSDB conseguiu eleger 99 deputados, tornando-se, então, a segunda maior bancada na Câmara.
A Camargo Corrêa foi citada como uma das empresas que fizeram repasses de valores ilícitos em 1998. "A Camargo Corrêa ajudava fortemente e sempre foi um grande doador de campanhas tucanas".
Da Carta Capital