Google+ Aecio Neves Porque NÃO votar

terça-feira, 24 de maio de 2016

Senador golpista Aécio Neves, como acabar com a corrupção no Brasil

Comentar a postagem

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato, ex presidente Transpetro""Quem não conhece o esquema do Aécio?"

Comentar a postagem

Audio de Ministro ROMERO JUCÁ ! "Caiu a ficha... por psdbcensuradopeloyoutube
"Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato
Em conversa gravada, ex-presidente da Transpetro diz: "Quem não conhece o esquema do Aécio?"

 Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato, ex presidente Transpetro""Quem não conhece o esquema do Aécio?"

Na conversa gravada que ocorreu em março deste ano entre o atual ministro Romero Jucá (PMDB-PR) e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o então senador peemedebista afirma que "caiu a ficha" de líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode causar em vários partidos. As informações são da Folha de S. Paulo. "Todo mundo na bandeja para ser comido", diz Jucá.

Na conversa, Sérgio Machado - que foi do PSDB antes de se filiar ao PMDB - diz que "o primeiro a ser comido vai ser o Aécio [Neves (PSDB-MG)", e acrescenta: "O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de campanha do PSDB...".
"É, a gente viveu tudo", completa Jucá, sem avançar nos detalhes.
De acordo com a reportagem, na gravação, Machado tenta refrescar a memória de Jucá: "O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição, para eleger os deputados, para ele [Aécio] ser presidente da Câmara?" Não houve resposta de Jucá. Aécio presidiu a Câmara dos Deputados entre 2001 e 2002.
Machado prossegue, afirmando que a "situação é grave" porque "eles", em referência à força tarefa da Lava Jato, "querem pegar todo mundo". Jucá concorda, ironizando o plano. "Acabar com a classe política para ressurgir, construir uma nova casta, pura", afirma.
O atual ministro do Planejamento falou ainda sobre as dificuldades que o PMDB vinha enfrentando para "a solução Michel", que seria a posse do vice-presidente no lugar de Dilma Rousseff. O único empecilho, segundo Jucá, era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). "Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
Machado fala ainda: "O Renan é totalmente 'voador'. Ele ainda não compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele [Renan]. Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor para ele. Ele não compreendeu isso não".
Jucá então completa, segundo da Folha de S. Paulo: "Tem que ser um boi de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro lado da margem".
De acordo com a reportagem, o senador também afirmou a Machado que havia conversado com "generais", os "comandantes militares", e que eles haviam dado "garantias" ao PMDB a respeito da transição e estavam "monitorando" o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
A assessoria de Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que ele "desconhece e estranha os termos dessa conversa". "Ele foi eleito presidente da Câmara em 2001 por maioria absoluta dos votos em uma disputa que contou com outros nove candidatos, tendo sido essa eleição amplamente acompanhada pela imprensa".

terça-feira, 10 de maio de 2016

Senadores golpistas: Aécio Neves, recordista em citações na Lava-Jato

Comentar a postagem
Senadores golpistas: Aecio Neves, recordista em citações na Lava-Jato De uso de dinheiro público para um aeroporto privado a recebimento de propina, a lista de ilegalidades do senador mineiro é extensa
O senador Aécio Neves (PSDB) é praticamente campeão nas citações das delações premiadas da Operação Lava Jato. Ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a abertura de dois inquéritos sobre o senador mineiro com base em depoimentos e investigações prévias.
De acordo com as delações do doleiro Alberto Youssef e de Delcídio do Amaral, Neves teria recebido propina de um esquema de corrupção operado em Furnas. Furnas é uma empresa de economia mista e que opera nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Espírito Santo, Tocantins, Paraná, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rondônia, São Paulo, Rio Grande do Norte e Ceará.
Para receber o dinheiro ilegal, Aécio usaria uma conta no paraíso fiscal do principado europeu de Lienchestein. O dinheiro desviado iria para a conta aberta em nome da mãe do senador, e da qual Aécio seria o beneficiário.
Outra acusação é de que Aécio teria interferido junto à CPI dos Correios para obstruir as investigações em 2005. O senador teria enviado um emissário a Delcídio, que presidia a Comissão Parlamentar de Inquérito pedindo que o envio das informações da quebra do sigilo bancário no Banco Rural fossem postergadas. Nesse ínterim, segundo o delator, Aécio teria tido tempo para maquiar as contas e esconder o rastro dos desvios feitos no banco.
Aécio também foi citado na delação do Carlos Alexandre de Souza Rocha, o Ceará, um dos entregadores de dinheiro de Yousseff. Ceará afirma que por meio de um diretor da empresa de engenharia UTC teria entregue R$ 300 mil a Aécio. O senador ambém aparece na delação de Léo Pinheiro, executivo da OAS.
O Ministério Público Federal ingressou com ação civil pública, em 2015, para cobrar, do governo de Minas Gerais, o repasse de R$ 9,5 bilhões para a área de saúde. O valor atualizado corresponde a R$ 14,2 bilhões. De acordo com a ação, este valor deixou de ser investigo pelos tucanos Aécio Neves e Antônio Anastasia, entre 2003 e 2012, no estado.
A Procuradoria da República de Minas alega que os ex-governadores, hoje senadores pelo PSDB, descumpriram emenda que obriga aplicação mínima de 12% do orçamento na saúde. A ação informa que os governos tucanos deixaram de aplicar R$ 9,5 bilhões no Sistema Único de Saúde em Minas Gerais.

Escândalos Aéreos
Em seu mandato como governador de Minas Gerais, Aécio Neves gastou R$ 14 milhões em dinheiro público na construção de um aeroporto privado na fazenda de seu tio-avô na cidade mineira de Cláudio. Mesmo tendo sido construído com o dinheiro público, a família do senador mantém as chaves do aeroporto, que não é reconhecido pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). A pista recebia semanalmente familiares de Aécio e outras aeronaves de pequeno e médio porte cujo pouso tem de ser autorizado pela família do senador.
Na prática, o aeroporto servia ao próprio senador, que utilizava a pista de pouso ao menos 6 vezes ao ano.
Aécio também esteve envolvido em outro “escândalo aéreo”. O Ministério Público de Minas Gerais investiga o tucano, ex-governador de Minas Gerais, por ter usado aeronaves oficiais 124 vezes para ir ao Rio de Janeiro enquanto era governador do estado, entre 2003 e 2010.

Contas de campanha
O PT pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que sejam investigados os fortes indícios de compra de nota fiscal, de utilização de empresas de fachada e uso de caixa dois na campanha do candidato Aécio (PSDB) à Presidência da República em 2014.
O PT pediu especial atenção para a empresa VTG Marketing e Relacionamento LTDA, localizada em Alphaville Industrial (Barueri-SP), que recebeu R$ 55 mil da campanha e emitiu uma nota fiscal como prêmio em dinheiro, cobrando uma taxa administrativa, a indicar que se tratou de compra de nota fiscal e uso de caixa dois.
Nepotismo
Durante sua carreira política em Minas Gerais, Aécio colecionou um currículo extenso de ações nepotistas. Fernando Quinto Rocha Tolentino, primo de Aécio, foi assessor do diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagem (DER/MG). Guilherme Horta, outro primo, assessor especial do então governador. Já a prima Tânia Guimarães Campos foi secretária de agenda do governador. Frederico Pacheco de Medeiros, outro primo, foi secretário-adjunto de estado de Governo. Tancredo Augusto Tolentino Neves, tio, diretor da área de apoio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Andréia Neves da Cunha, irmã, diretora-presidente do Serviço de Assistência Social de Minas Gerais (Servas).
Da Redação da Agência PT de Notícias

Veja também
Senadores golpistas: Antonio Anastasia, o rei das pedaladas

Senadores golpistas: Tasso Jereissati (PSDB-CE), o anfitrião do golpe gastou dinheiro público para fretar jatos particulares e usou banco público para emprestar dinheiro a si mesmo

Senadores Golpistas: Cássio Cunha Lima, o governador cassado

para não ser injusto com Aécio, o seu desafeto no partido José Serra
Senadores golpistas: José Serra, o pai da privataria tucana

Senadores golpistas: Aloysio Nunes Investigado por recebimento de propina e crime eleitoral, senador votou contra cotas sociais nas universidades e escolas técnicas federais

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Finalmente Investigações da Lava Jato chegam ao senador Aécio Neves

Comentar a postagem

Finalmente Investigações da Lava Jato chegam ao senador Aécio Neves
Janot pede investigação contra Aécio e ministro do TCU./Foto: Pedro França/Agência Senado













O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), pedidos para investigar o senador Aécio Neves (PSDB-MG),e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União.
A medida foi tomada com base na delação do senador Delcídio Amaral (ex-PT-MS), preso em novembro de 2015 por tramar contra a Operação Lava Jato. Em fevereiro deste ano, o ex-líder do governo no Senado fez delação e foi solto.
Em sua delação, o senador afirmou que Aécio Neves atuou para maquiar dados do Banco Rural na CPI dos Correios. Presidida por Delcídio em 2005, a comissão investigou o mensalão, esquema que utilizava as empresas do empresário Marcos Valério para lavagem de dinheiro. Além disso, o delator também disse ter ouvido que o tucano mantém conta no paraíso fiscal de Liechtenstein.
Publicidade
O delator admitiu ter "segurado a barra" para que não viesse à tona a movimentação financeira das empresas de Marcos Valério no Banco Rural que "atingiriam em cheio" o atual presidente do PSDB e seus aliados, como o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP). Segundo Delcídio o tema foi tratado na sede do governo mineiro, por volta de 2005 e 2006, quando Aécio governava o Estado e ainda lhe teria oferecido o avião do governo de Minas para ir ao Rio, o que foi aceito pelo senador.
Delcídio Amaral afirmou, também em relação a Aécio, que "sem dúvida" o presidente nacional do PSDB recebeu propina em um esquema de corrupção na estatal de energia Furnas que, segundo o delator, era semelhante ao da Petrobrás, envolvendo inclusive as mesmas empreiteiras.
O ex-líder do governo tem experiência no setor elétrico, conhece o ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Toledo, apontado como o responsável pelo esquema de corrupção, e disse ter ouvido do próprio ex-presidente Lula, em uma viagem em 2005, que Aécio o teria procurado pedindo que Toledo continuasse na estatal.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!

Comentar a postagem
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!






A Presidenta Dilma Rousseff está sofrendo um processo de impeachment por ser acusada de praticar “pedaladas fiscais” por atraso de pagamento a bancos públicos - no caso para garantir garantir às
pessoas mais necessitadas desse país o Plano Safra (2015), o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa
Família (2014) e outros programas sociais , sem que tivesse sido registrado prejuízo para os bancos
ou para o Tesouro.

Já o relator do impeachment, senador Anastasia (PSDB/MG), pupilo de Aécio Neves, quando foi
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.

A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?

Seria Cômico se não fosse golpe!
FONTE: Conversa Afiada via Clickpolítica conforme sugestão do Leitor Abel

Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia  do PSDB


Pedaladas do Antonio Anastasia – Minas desmascarando o golpe contra Presidenta Dilma
O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi posto em um dilema ao ser escolhido relator da comissão de impeachment no Senado. Encarregado de analisar as acusações que pesam contra a presidente Dilma Rousseff sobre as chamadas “pedaladas fiscais”, o tucano corre o risco de admitir que cometeu crime durante o período em que foi governador de Minas Gerais. Pois, nesse período, praticou atos idênticos aos que constam na peça acusatória da presidente. Entre 2011 e 2014 foram editados 972 decretos de suplementação orçamentária.
É o que atestam relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). Segundo os documentos, mesmo sem cumprir as metas fiscais estabelecidas nas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) de 2011, 2012 e 2013, o então governador editou decretos de suplementações orçamentárias para aumento de despesas primárias. Exatamente o mesmo expediente adotado pelo governo federal.
Pedaladas gerais
A diferença primordial entre as medidas adotadas pelo governo federal e o Executivo mineiro na gestão de Antonio Anastasia fica por conta dos valores. Enquanto a acusação contra a presidente Dilma Rousseff se refere a seis decretos de 2015 que somam R$ 2,5 bilhões, os de Anastasia somam, em apenas três anos, R$ 63,3 bilhões. Apenas as suplementações orçamentárias que levam em conta o “excesso de arrecadação”, mesmo com o descumprimento das metas fiscais, somaram R$ 6,4 bilhões.
Em 2011, o orçamento previsto era de R$ 44,9 bilhões, com autorização para aumento de gastos até 18,5% a partir de outubro (10% antes disso). Segundo relatório do TCE-MG, neste ano “os créditos suplementares totalizaram, em valores brutos, R$ 18,285 bilhões”. “Desse montante, R$ 6,221 bilhões oneraram o percentual de 18,5%. O restante dos créditos suplementares – R$ 12,063 bilhões – foi aberto para atender os créditos excluídos do percentual autorizado”, acrescenta o documento.
O mesmo ocorre nos anos seguintes. Em 2012, com orçamento previsto de R$ 51,4 bilhões e autorização para suplementações que onerem os gastos em até 10%, o Executivo estadual editou decretos que somam R$ 22,5 bilhões. Valor quase igual aos R$ 22,4 bilhões de 2013, quando foram previstas receitas de R$ 68,1 bilhões – e os mesmos 10% de possibilidade de suplementações que aumentassem gastos.
Vale ressaltar que os limites foram ultrapassados em todos estes anos mesmo com as leis orçamentárias excluindo do aumento de gastos as despesas com pessoal e encargos sociais, dotações referentes ao pagamento da dívida pública, gastos com recursos vinculados e diretamente arrecadados, despesas com precatórios e sentenças judiciais, créditos para reserva de contingência e contrapartidas de convênios e recursos constitucionalmente vinculados aos municípios.
Apropriação de recursos previdenciários
Enquanto Dilma é acusada de ter atrasado repasses a bancos federais, o governo mineiro, sob a gestão do hoje senador Antonio Anastasia se apropriou definitivamente de recursos previdenciários dos servidores públicos estaduais. Isto foi feito por meio da Lei Complementar 131, sancionada pelo então governador em 6 de dezembro de 2013.
Por meio do texto, o Executivo extinguiu o superavitário Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg) e se apropriou dos mais de R$ 3 bilhões que estavam em suas contas.
Os recursos foram usados para integrar o deficitário Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), no qual o governo era obrigado a fazer aportes mensais de R$ 700 milhões. O deficit do Funfip, na ocasião, ultrapassava R$ 8 bilhões.
Investimentos mínimos constitucionais
As “pedaladas” cometidas pelo relator da comissão de impeachment do Senado vão além. Em abril de 2012, o então governador de Minas firmou com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) o chamado Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), por meio do qual a corte de contas admitiu que o Executivo aumentasse gradativamente os investimentos em Saúde e Educação, já que não estavam sendo cumpridos os mínimos constitucionais de 12% e 25%, respectivamente.
O acordo levou o Ministério Público Estadual (MPE) de Minas a entrar, ainda em 2012, com ação na Justiça para anular o TAG. “Importante destacar que, em exercícios anteriores, o mesmo Tribunal de Contas do Estado, nos processos anuais de aprovação de contas de Governadores,
já apontava para a necessidade de cumprimento dos índices constitucionais”, afirma a ação civil pública, citando documentos da corte de contas. “Determinadas despesas, como repasses financeiros para a COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) ou pagamentos de natureza previdenciária, são comumente relacionados, anualmente, como se fossem gastos com saúde ou educação, respectivamente, gerando inevitável discussão jurídica a respeito de tal possibilidade”, acrescenta o MPE.
Suspeição
O senador Anastasia é membro do partido derrotado nas últimas eleições. Mais que isso, um partido que desde o primeiro momento se mostrou inconformado.
Apenas quatro dias depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o PSDB solicitou uma auditoria das urnas. Este foi o primeiro ato do PSDB de contestação e inconformidade ao resultado do pleito. Um ano depois o partido admitiu que não houve fraude.
Em dezembro de 2014, a sigla protocolou no TSE um pedido de cassação do registro da candidatura e da diplomação de Dilma Rousseff e, do seu vice, Michel Temer. Foram além, pediram também que o tribunal diplomasse os candidatos derrotados, Aécio Neves e Aloysio Nunes. Sem sucesso, os derrotados passaram a apostar no quanto pior melhor. Dificultaram o andamento dos trabalho legislativos no Congresso Nacional e, mais tarde, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou que não fazia mais parte da base do Governo, membros do partido apoiaram as pautas-bombas de Cunha com o nítido interesse de prejudicar o executivo.
Flávio Henrique Costa Pereira, advogado do PSDB, é um dos que assina o pedido de impeachment com os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior, e a advogada Janaina Paschoal.
O PSDB sempre teve posição pública e prévia sobre o processo de impeachment, é adversário declarado da presidenta e tem evidente interesse no desfecho da votação.
Lava jato
Além dos vícios mencionados, há de se levar em conta também o interesse no fim da Operação Lava Jato e do combate à corrupção. O desejo no impeachment da presidenta Dilma também é o desejo, por parte de muitos políticos investigados por corrupção, de que as investigações sejam paralisados e diversos inquéritos sejam arquivados para salvar corruptos e corruptores.
O senador Antonio Anastasia recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato. Foi dele a campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado em 2014, com R$ 18,1 milhões em doações.
A campanha de Anastasia arrecadou R$ 2 milhões das empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e do banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato. Só o BTG Pactual doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê.
Outra coincidência também é que quatro das empreiteiras citadas acima construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais, com o custo de mais de R$ 1 bilhão.
Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação, suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.
Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação. A Polícia Federal pediu a reabertura da investigação com base em documentos que poderiam envolver Anastasia em supostos pagamentos feitos pelo governo de Minas às construtoras OAS e UTC, mas Zavascki manteve o arquivamento.
Fonte: Pedaladasdoanastasia

Vejam Também : Geraldo Alckmin pedalou mais que Dilma. Existe impeachment na terra dos tucanos? Senador Tucano Cassio Cunha Entrega que FHC fez pedaladas

O Perfil de alguns defensores do Golpe contra Presidenta Dilma 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma

Comentar a postagem
Aécio  tenta fazer Delcídio  negar denúncias sobre Aécio Neves envolvido na Lava Jato e atacar Dilma


 Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma

Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira, 26, do ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o parlamentar fez sobre o principal líder tucano.

A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
A manchetinha na uol
 A ação dos tucanos foi colocada em prática nesta terça-feira, 19, durante reunião do conselho em que, pela quinta vez, Delcídio se ausentou para fazer a sua defesa pessoalmente do processo por quebra de decoro parlamentar. Inicialmente indignados com a sucessão de licenças médicas, os senadores pretendiam recusar a concessão de novo prazo para que o ex-petista se defendesse. O jogo virou quando o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), entrou na reunião para se posicionar a favor de que Delcídio fosse ouvido.

"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.

A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.

Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.

Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.

Paralisado

Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.

A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.

Aécio foi citado por delatores

O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.

Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas para Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

PT pede ao TSE que investigue caixa 2 em campanha de Aécio Neves, e agora GIlmar Mendes?

Comentar a postagem

PT pede ao TSE que investigue caixa 2 em campanha de Aécio Neves, e agora GIlmar Mendes?

Há fortes indícios de compra de nota fiscal, uso de empresas de fachada e caixa dois na campanha do PSDB à Presidência da República em 2014

Em petição protocolada nesta sexta-feira (15) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Partido dos Trabalhadores solicitou que sejam investigados os fortes indícios de compra de nota fiscal, de utilização de empresas de fachada e uso de caixa dois na campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República em 2014.
A notícia de irregularidades na prestação de contas de Aécio se baseou nas incoerências das informações prestadas ao TSE em contraste com a realidade de nove empresas prestadoras de serviços para a campanha tucana.
O PT pede especial atenção para a empresa VTG Marketing e Relacionamento LTDA, localizada em Alphaville Industrial (Barueri-SP), que recebeu R$ 55 mil da campanha e emitiu uma nota fiscal como prêmio em dinheiro, cobrando uma taxa administrativa, a indicar que se tratou de compra de nota fiscal e uso de caixa dois.
“Para quê serviria uma empresa que trabalha com fidelização de cliente e entrega de premiações senão para bonificar eleitores ou outorgar-lhes alguma vantagem em troca de algo que não se sabe? Muito menos parece adequado que seja contratada de premiações em nome de campanha eleitoral”, questiona o partido na peça apresentada ao TSE.
O PT pede ao TSE que investigue os indícios de contratação de empresas com incapacidade operacional para prestação dos serviços contratados pela campanha de Aécio; e, a existência de declaração falsa em documento apresentado à Justiça (crime previsto no art. 350 do Código Eleitoral).
Além disso, a ação pede o encaminhamento das irregularidades identificadas para apuração do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual, da Secretaria Estadual de Fazenda, da Secretaria da Receita Federal, do Conselho de Administração de Operações Financeiras e da Polícia Federal.
Confira a íntegra da petição aqui.
Conheça as irregularidades identificadas na campanha de Aécio que constam da petição protocolada pelo PT nesta sexta-feira (15):
VTG Marketing e Relacionamento LTDA
CNPJ: 14.782-475/0001-91
Sede: Al. Rio Negro, 585, bloco C, conj. 72, Alphaville Industrial, Barueri (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 54.902,40
Irregularidades: O site da Receita Federal indica que a atividade principal da empresa é de marketing direto. A empresa trabalha com premiações por fidelização de clientes e notas de cobertura. Na campanha eleitoral, emitiu uma nota como prêmio em dinheiro e cobrou uma taxa administrativa, configurando forte indício de venda de nota fiscal.
Centeísmo Tecnologia da Informação
CNPJ: 03.797.901/0001-44
Sede: R. Marques de Itu, 58, Vila Buarque, São Paulo (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 350.309,33
Irregularidades: Conforme a declaração da campanha do PSDB ao TSE, a empresa prestou serviços de apoio de escritório e administrativos, mas o site da empresa e sua razão social indica que ela presta serviços de “suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação”. Além disso, a sócia-administradora da empresa, Maria Claudia Alonso de Almeida Garbin, também foi coordenadora da campanha de Aécio e recebeu R$ 72.999, fortes indícios de caixa dois.
2014 Comunicação LTDA
CNPJ: nº 19.212.823/0001-09
Sede: R. Pernambuco, 1002, sala 1201, Savassi, Belo Horizonte (MG)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 59 milhões
Irregularidades: Indício de empresa de fachada. Aberta em 09/10/2013, a empresa emitiu sua primeira nota fiscal para campanha eleitoral do PSDB. Não foi localizado na prestação de contas o contrato de prestação de serviços com a campanha. A estrutura do imóvel indicado como sede da empresa não comportam os serviços de produção de rádio e televisão, que precisam de estúdios, salas de gravação e ilhas de edição para serem realizados.
Kauri Ltda. – ME
CNPJ: 20.546.745/0001-68
Sede: R. Ceará, 1431, sala 302, Belo Horizonte (MG)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 1.053.242,88
Irregularidades: Criada em 03/07/2014, em meio à campanha, foi contratada para “serviços prestados por terceiros”. Na prestação de contas ao TSE, os serviços indicados são de criação e inclusão de páginas na internet. Um dos sócios da empresa (Christian Celeste Pinto) é justamente o fotografo do candidato. Pelos valores de mercado, os valores pagos significam 2.700.622 fotografias, montantes condizentes com serviços de uma gráfica. A sede da empresa demonstra não exisir capacidade operacional para os serviços.
Cursiva Comunicação e Estratégia LTDA
CNPJ: 20.615.143/0001-15
Sede: R. Ministro Gastão Mesquita, 725, apt 33, Perdizes, São Paulo (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 96.787
Irregularidades: Empresa de fachada. Usa ma razão social na prestação de contas diferente da que foi cadastrada na Receita Federal. A primeira nota fiscal foi emitida para a campanha do PSDB, sem que exista um contrato de prestação de serviços para com o Comitê Eleitoral.
Bigrafica Editora
CNPJ: 42.807.552/0001-56, razão social Impresso Editora Ltda
Sede: R. Petrolina, 823, Sagrada Família, Belo Horizonte (MG)
Valor recebido pela campanha de Aécio: R$ 4.141.436,24
Irregularidades: Empresa de Ângelo Buldrini, conhecido por atuar em esquemas de campanha em Minas Gerais, tendo sido noticiado a seu respeito que se utilizava de verbas de gabinetes como adiantamentos para cumprimento de serviços em campanhas eleitorais de candidatos do PSDB-MG.
Marcelo Martins Impressão – ME
CNPJ: 20.681.985/0001-75
Sede: R. José de Oliveira, 25, sala 2, Jardim do Sol, Sorocaba (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 1.424.050
Irregularidades: Na prestação de contas ao TSE, serviços seriam de “publicidade por placas, estandartes e faixas”, mas a empresa prestou serviços para os quais não estava habilitada, o que representa indício de fraude. Além disso, a empresa não possui dimensões para operacionalizar o serviço contratato. Todas as notas fiscais fornecidas à campanha estão em sequência.
AM Prestadora de Seviços LTDA – ME
CNPJ: 71.437.693/0001-22
Sede: Al. das Sucupiras, condomínio Nosso Rancho (MG)
Irregularidades: Empresa de fachada. Presta serviços a uma distância maior que 760 kms de sua sede, sendo que tais serviços se referem a “locação de material de informática”, o que tornaria o negócio insustentável fincanceiramente.
R S Gadelha Software – ME
CNPJ: 18.822.244/0001-15
Sede: R. dos Junquilhos DOS JUNQUILHOS, 589, Cj. 06, Vila Alpina, São Paulo (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 240 mil
Irregularidades: Empresa de fachada, cujo edifício-sede indica não haver estrutura para garantir a capacidade operacional dos serviços a serem prestados.
Camilo Toscano da Agência PT de Notícias
 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Só Gim Argello? Cadê o PSDB?: Se o Moro quiser, Lava Jato, chega no Aécio

Comentar a postagem
Só Gim Argello? Cadê o PSDB?: Se o Moro quiser, Lava Jato, chega no Aécio

Se ficar constatado que o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), preso nesta terça-feira (12) em mais uma fase da Lava Jato, recebeu propina para obstruir a CPI da Petrobras, quem mais será preso?
Se senadores do PSDB não compareceram às votações da CPI, eles também deveriam estar na mira das investigações, como Gim Argello. Vale lembrar que delatores já confirmaram que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, morto em 2014, recebeu R$10 milhões para abafar a CPI da Petrobras.
PSDB, tudo a ver
Em 2009 teve uma CPI  da Petrobras. O requerimento foi de Álvaro Dias e recebeu assinaturas de apoio dos então senadores Demóstenes Torres (que era do DEM) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Na época ninguém entendeu o fato de, após alguns dias de funcionamento, a CPI criada por parlamentares do PSDB ter sido abandonada sem que nada fosse investigado. A comissão foi instalada em julho e acabou em novembro. Sérgio Guerra e Álvaro Dias, também do PSDB, abandonaram a comissão no fim de outubro.
O real motivo da desistência.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato após decidir colaborar com o Ministério Público Federal, afirmou em depoimento que repassou propina no valor de R$ 10 milhões ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, para que ajudasse a esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar a Petrobras em 2009. Guerra era senador e integrava aquela CPI. Ele morreu  e foi substituído por Aécio Neves no comando do PSDB.
Segundo depoimento de Costa, as  empresas que prestam serviços à Petrobras tinham como objetivo nessa época encerrar logo as investigações da CPI , porque as empreiteiras temiam prejuízos. O PSDB sempre culpou o PT e Lula pelo fim da CPI. Um dos textos do site do PSDB  trazia o seguinte título: “Governo engavetou CPI da estatal em 2009”  Agora sabemos que o PSDB atribuiu  ao PT uma culpa que ele não teve...
Dos Amigos do Lula