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sábado, 15 de novembro de 2014

TIRO PELA CULATRA. DAS 9 EMPREITEIRAS ALVO DA OPERAÇÃO LAVA JATO, 6 FINANCIARAM AÉCIO NEVES

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NA SÉTIMA FASE DA OPERAÇÃO, DEFLAGRADA ONTEM (14). PRESIDENTES DE GRANDES EMPREITEIRAS FORAM ALVOS DE MANDADOS DE PRISÃO.

O alto clero tucano, em evento realizado pelo partido em São Paulo nesta sexta-feira (14), comemorou as prisões de executivos de empreiteiras e o possível desgaste do governo Dilma.

” Tem muita gente sem dormir em Brasília “, afirmou senador Aécio Neves; colega Aloysio Nunes, que foi vice dele na campanha presidencial, usou o mesmo tom: “A casa caiu”; PSDB se vê imune neste escândalo; “Petrobras incorporou à sua história a marca perversa da corrupção”, prosseguiu Aécio, em tom sério.

O que Aécio Neves e seus Correligionários (PSDB), não sabiam, por falta de assessoria de comunicação, ou por “cara de pau” mesmo, é que das 9 empreiteiras alvo da Operação Lava Jato, seis financiaram sua campanha para presidente; o valor gira em torno de 20 Milhões de reais.

São elas: Odebrecht, OAS, UTC, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa.
(Jornal I9)

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Aécio Neves reaparece para trabalhar no Senado só às 3 horas da tarde

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O senador Aécio Neves (PSDB) convocou a imprensa demotucana, os parlamentares e seus assessores no Congresso Nacional para cobrir seu retorno "triunfal" ao Senado, depois de sua derrota nas eleições.

O problema é que Aécio apareceu para o trabalho só depois das 3 horas da tarde, em plena terça-feira de batente.

Um mau recomeço.

Discurso cancelado por medo de "nocaute" nos apartes

O senador iria fazer um discurso hoje. Cancelou e remarcou para amanhã, para ensaiar com seus aliados uma blindagem aos apartes de petistas.

Toda vez que Aécio tentou fazer discursos de impacto, o resultado de suas próprias palavras foi pífio, mas os apartes dos senadores petistas foram demolidores, gerando vídeos impagáveis nas redes sociais.

Leia também:
- Revista Veja inclui Aécio entre os piores senadores do Brasil.

domingo, 26 de outubro de 2014

O Brasil diz não ao atraso, Aécio Neves perde em Minas e no Brasil

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O povo disse não ao atraso do Governo do PSDB
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Da Redação
A presidenta Dilma Rousseff foi reeleita neste domingo com 51,5% dos votos, contra 48,5% de Aécio Neves.
A vitória foi garantida com uma esmagadora vantagem no Nordeste, onde Dilma teve mais de 70% dos (em 2010, foram 60%).
Dilma também venceu no Norte do país.
A surpresa foi a vitória de Dilma em Minas Gerais. Aécio perdeu onde é mais conhecido:
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No cômputo geral, ao contrário do que diziam os analistas, o PT saiu fortalecido: perdeu deputados, mas vai governar os estados de Minas Gerais, Bahia, Ceará, Piauí e Acre.
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Na GloboNews, Merval Pereira, abatido,  já decretou que o governo Dilma “não tem futuro” e que estamos diante “de uma crise institucional”.
A reação dos eleitores de Aécio Neves nas redes sociais já começou. O comentário abaixo, que não foi aprovado pelo Viomundo, dá o tom: “Cambada de nordestinos malditos, nós de São Paulo sustentamos o país e ainda temos que eleger a maldita da Dilma que compra votos desses cabeças chatas vagabundos que ainda vêem para Sampa tentar a vida, seus filhos da p… se depender de mim vai todo mundo queimar no inferno, coisa ruim se mata no ninho”.

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Fonte VIOMUNDO

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Mais parentes: Aécio governador indicou o pai, aos 76 anos, para conselho da Cemig

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Mais parentes: Aécio governador indicou o pai, aos 76 anos, para conselho da Cemig
Quando tinha 18 anos, Aécio Neves foi nomeado funcionário, supostamente "fantasma", no gabinete do pai deputado. Quando Aécio Neves foi governador, o pai foi nomeado Conselheiro da Cemig aos 76 anos. Os casos envolvendo a parentada do tucano não param de pipocar.

Na ata da reunião do dia 4 de junho de 2003, primeiro ano de governo de Aécio em Minas, seu pai Aécio Ferreira da Cunha, com 76 anos na época, foi um dos escolhidos para integrar o conselho Conselho de Administração da CEMIG (Companhia Energética de MG). A empresa é controlado pelo Estado de MG.

O pai do tucano foi um dos oito “eleitos pelo acionista Estado de Minas Gerais”.

A remuneração paga para o comparecimento a uma reunião mensal, conhecido como jeton, é atualmente de R$ 6.090,91.

O pai de Aécio Neves trabalhou no conselho entre 2003 e 2009 — mesmo período em que o tucano era governador do estado. (de O Dia)
Veja também

Aécio Neves Cunha é descendente direto do ex-governador Luis da Cunha Meneses que prendeu Tiradentes

PCO: Apoiador da ditadura, pai de Aécio recebeu dinheiro da CIA

Nepotismo: Irmã de Aécio chefiou órgão que fiscalizava verbas para rádios de Aécio

Marajá fantasma? Aos 17 anos, Aécio Neves já tinha cargo em Brasília, mas morava no Rio

Mídia usa "delação" para ajudar Aécio Neves


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Aécio 'bomba' em Hollywood/TMZ, mas é dando vexame com piadas sobre coca

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Agora o TMZ faz piadas com Aécio Neves em vídeo, nos Estados Unidos. O TMZ é um dos principais sites de entretenimento e de notícias e fofocas sobre celebridades dos Estados Unidos. Pertence ao grupo Time Warner. Teve reconhecimento ao ser o primeiro a noticiar a morte de Michael Jackson. Aécio vai processar o grupo Time Warner igual fez com tuiteiros?

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Grupo ligado a Aécio Neves é denunciado por desvio de R$ 80.000.000,00 em presídios

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Ministério Público investiga seis crimes de empresas ligadas à família Perrella

Grupo ligado a Aécio Neves é denunciado por desvio de R$ 80.000.000,00 em presídios
Perrella Pai, Perrella Filho: helicóptero de cocaína e tradição de bons negócios com o governo do PSDB
No debate dos candidatos à Presidência da República na TV Record, Aécio Neves (PSDB) falou da questão da segurança pública em Minas Gerais e cobrou mais investimentos nos presídios. Mas, de acordo com o Ministério Público do estado, nos contratos do governo mineiro com empresas da família Perrella, para fornecimento de comida aos presos, cerca de R$ 80 milhões foram desviados.
O principal acusado é o ex-presidente do Cruzeiro Alvimar de Oliveira Costa, conhecido como Alvimar Perrella, irmão do senador Zezé Perrella (PDT-MG). Ele lidera um grupo com sete empresas que, entre 2009 e 2011, fechou 32 contratos com o governo de Minas para fornecer marmitas aos presídios e centros detenção do estado. As suspeitas apontam que pelo menos um terço de cada contrato foi desviado.
Além de Alvimar, os outros dois sócios da empresa Stillus Alimentação, João Wilson Veloso e Álvaro Wagner Diniz de Araújo, também são apontados como chefes do esquema. De acordo com as investigações da operação Laranja com Pequi, do MPE, o grupo de empresas combinava os valores superfaturados nas licitações para beneficiar a Stillus. As empresas ainda subornavam os servidores públicos para que eles fizessem o edital direcionado para o esquema.
Entre os crimes cometidos pelo grupo estão fraude em licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa, formação de quadrilha e fraude processual. O Ministério Público listou 32 licitações sob suspeita.
Segundo o promotor de Defesa do Patrimônio Público de Minas Gerais, autor da ação contra as fraudes, Eduardo Nepomuceno, o modelo utilizado nas licitações favorece as irregularidades. “As empresas superestimam a quantidade de presos, vendem um cardápio e entregam outro, e a fiscalização não existe. Como é possível medir mil refeições para ver quais pesam a mais ou a menos?”, questiona. De acordo com Nepomuceno, todos os processos, nas áreas cívil e criminal, estão em andamento e, em breve, trarão novos resultados.
Em março deste ano, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) bloqueou os bens de Alvimar, de seis empresas e de 14 pessoas envolvidas no esquema, totalizando R$ 81 milhões em bens imóveis dos réus. A liminar foi para garantir o pagamento do dinheiro desviado, caso seja comprovada a improbidade.
No mês de abril, a decisão do Ministério Público confirma ter havido “prática de atos criminoso e ímprobos” em diversos municípios de Minas Gerais. Isso indica a prática de formação de cartel, crimes contra a administração pública e lavagem de dinheiro, além de atos de improbidade administrativa e enriquecimento ilícito de agentes públicos.
As escutas telefônicas obtidas pela operação também revelam que as alimentações servidas nas penitenciárias eram de baixa qualidade. Em uma das conversas gravadas, o diretor da Stillus Alimentação, Álvaro Wagner Diniz, admite a péssima qualidade da comida. O inquérito do MP aponta comida azeda e com bichos servida aos presos de Minas, razão de diversas rebeliões nas penitenciárias do estado. A Stillus fornecia mais de 44 mil refeições para 24 unidades prisionais do estado.
Perrella – Este sobrenome também é famoso por outros dois casos polêmicos. O primeiro foi a apreensão do helicóptero do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG), filho do senador Zezé Perrella (PDT-MG), com cerca de 450 quilos de cocaína, no Espírito Santo. O caso ocorre em segredo de Justiça porque Gustavo tem foro privilegiado por ser parlamentar.
O outro foi o bloqueio de bens e quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Zezé e de Gustavo. Investigação do Ministério Público mineiro aponta enriquecimento ilícito de pai e filho. A denúncia aponta que a fazenda deles foi beneficiada com contratos sem licitação com o governo mineiro para fornecimento de sementes no valor de R$ 14,5 milhões.
Por Agência PT

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Procuradoria decide investigar aeroporto de Aécio na fazenda do tio

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Procuradoria decide investigar aeroporto de Aécio na fazenda do tio

O Ministério Público Federal em Minas Gerais decidiu abrir investigação para apurar se o candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) cometeu irregularidades ao utilizar recursos públicos para construir um aeroporto numa área desapropriada dentro da fazenda de seu tio-avô em Cláudio, no interior do Estado.
Aeroporto de Aecio neves em Claudio MG

Erguido nas terras de Múcio Guimarães Tolentino, a 6 km do refúgio preferido de Aécio, a Fazenda da Mata, de sua família, o aeródromo custou R$ 14 milhões e foi feito no fim do segundo mandato do tucano no governo mineiro.
O aeroporto, que operava sem homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), tinha uso privado. As chaves do local ficavam em poder dos familiares de Aécio, que precisavam ser consultados para liberar a utilização d a pista.
No começo deste mês o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou a parte criminal de uma representação do PT contra Aécio pela construção do aeroporto, mas ele determinou que a representação fosse encaminhada ao MPF de Minas Gerais para a avaliação de casos de improbidade administrativa.
A investigação foi aberta no último dia 17 na Procuradoria da República de Divinópolis, a 50 km de Cláudio, para "apurar possível irregularidades na utilização de recursos públicos pelo então governador de Minas, Aécio Ne ves da Cunha, para a construção de um aeródromo em propriedade de seu tio-avô, sr. Múcio Guimarães Tolentino".
Dono do terreno onde o aeroporto foi construído e da fazenda Santa Izabel, ao lado da pista, Múcio é irmão da avó de Aécio, Risoleta Tolentino Neves (1917-2003), que foi casada por 47 anos com Tancredo Neves (1910-1985).
Nos anos 1980, quando Múcio era prefeito de Cláudio e Tancredo o governador de Minas, uma pista de terra foi erguida no mesmo local. O terreno, que deveria ter sido repassado para a prefeitura de Cláudio, nunca saiu do nome do tio-avô do presidenciável.
Anos depois o governo de Aécio abriu licitação e desapropriou o terreno para então construir o aeroporto. Ao escolher uma propriedade do tio para fazer a obra, o governo de Minas abriu caminho para que Múcio, de 88 anos, resolva uma pendência judicial que se arrasta há mais de uma década. Ele é réu numa ação do Ministério Público Estadual que tenta recuperar o dinheiro gasto pelo Estado na construção da pista de terra.
Para garantir o ressarcimento dos cofres públicos em caso de condenação, a Justiça mandou bloquear a área em 2001, o que impede Múcio de vendê-la. Com a desapropriação Múcio ganhou o direito de receber do Estado pelo menos R$ 1 milhão de indenização, mas ele pede valor nove vezes maior.
O tucano alega que a construção do aeroporto já foi alvo de investigação pelo Ministério Público Estadual, que não encontrou nenhuma irregularidade. Essa apuração, contudo, não levou em conta que a obra foi feita numa área desapropriada pelo Estado na terra de um parente do então governador.
Em julho, logo depois da publicação de reportagem pela “Folha de S.Paulo” que denunciou a situação, a Promotoria estadual decidiu apurar novamente a construção do aeroporto de Cláudio.Na Folha

The Scandals of Brazilian Candidate Aecio Neves

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Since he was selected to run in the second round of the presidential elections on October 26, the right wing candidate Aecio Neves has tried to get away with serious accusations of corruption and drug-trafficking.
Among the several controversial scandals in which his name was mentioned, one involves a helicopter belonging to Neves' company, Agropecuaria Limeira, filled with 4.5 tons of cocaine, and seized by the Federal Police of Espiritu Santo, in the south east of the country last year.
The helicopter belonged to congressman Gustavo Perella, son of the senator and former president of the soccer team Cruzerio, Zeze Perella, both close political allies of Neves, also former governor of the region. Perella was recently released from prison after claiming that employees of Agropecuaria Limeira, along with three other accomplices, took the vehicle without authorization.
“The press covers with an unexplainable discretion what could be the biggest scandal of the last decade,” argued journalist Miguel do Rosario in Tijolaco.
Yet the helicopter case could only be the tip of the iceberg. The attorney's office of Minas Gerais is investigating the possible illegal allocation of contracts to the company Agropecuaria Limeira, while Neves was governing this state. These contracts include the purchase of the property Guara, where the helicopter was seized. The airport where the helicopter landed is suspected to have been built with public funds in 2010 – the last year of Neves' mandate at the head of Minas Gerais, according to Pulzo.com, on a property belonging to a Neves' great uncle.
So far the candidate only acknowledged having used the clandestine track in various opportunities, during family or business trips.

Fonte:http://www.telesurtv.net/english/news/The-Scandals-of-Brazilian-Candidate-Aecio-Neves-20141015-0004.html

Traduzido


Os escândalos de candidato brasileiro  Aécio Neves

 
Candidato brasileiro, Aécio Neves, candidato para o partido social-democrata brasileiro. (Foto: EFE)

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Desde que ele foi escolhido para ser executado no segundo turno das eleições presidenciais em 26 de outubro, o candidato de direita, Aécio Neves tentou fugir com graves acusações de corrupção e tráfico de drogas.

Entre os vários escândalos polêmicas em que seu nome foi mencionado, um envolve um helicóptero pertencente a empresa Neves, Agropecuaria Limeira, preenchido com 4,5 toneladas de cocaína, e apreendido pela Polícia Federal do Espírito Santo, no sudeste do país no último ano.

O helicóptero pertencia ao deputado Gustavo Perella, filho do senador e ex-presidente da Cruzerio time de futebol, Zezé Perella, ambos aliados políticos de Neves, também ex-governador da região. Perella foi recentemente libertado da prisão depois de afirmar que os funcionários da Agropecuária Limeira, junto com outros três cúmplices, pegou o veículo sem autorização.

"A imprensa cobre com um critério inexplicável o que poderia ser o maior escândalo da última década", argumentou o jornalista Miguel do Rosário em Tijolaco.

No entanto, o caso de helicóptero só poderia ser a ponta do iceberg. A promotoria de Minas Gerais está investigando a possibilidade de concessão ilegal de contratos para a empresa Agropecuaria Limeira, enquanto Neves governava este estado. Estes contratos incluem a compra do imóvel Guara, onde o helicóptero foi apreendido. O aeroporto onde desembarcou há suspeita de o helicóptero ter sido construído com fundos públicos em 2010 - o último ano de Neves mandato à frente de Minas Gerais, de acordo com Pulzo.com, em uma propriedade pertencente a um Neves 'tio-avô.

Até agora, o candidato só reconheceu ter usado a pista clandestina em várias oportunidades, durante a família ou viagens de negócios.