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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Andrade entrega Aécio Neves e vende ações na Cemig

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Juiz Sergio Moro PSDB/PR e senador Aecio Neves PSDB/MG
Ex-presidente da Andrade Gutierrez e alvo da Lava Jato, Otavio Azevedo já foi chamado nove vezes à Procuradoria-Geral da República no recall da delação premiada, em que precisou relatar não apenas a construção da Cidade Administrativa de Belo Horizonte – sobre a qual procuradores da força-tarefa apontam irregularidades e pagamentos de propina – como também a parceria com a Cemig, em que ela se tornou sócia controladora da empresa, mesmo sendo minoritária; as duas realizações são dos governos do PSDB em Minas Gerais

Minas 247 – A empreiteira Andrade Gutierrez, investigada na Operação Lava Jato, deverá vender sua participação na Cemig, estatal mineira da qual ela se tornou sócia controladora em 2010, mesmo sendo minoritária (dona de um terço das ações).
"Vejo possibilidade real de isso acontecer para a Andrade se concentrar no 'core business' dela e fazer caixa", disse uma fonte, segundo reportagem do jornal O Tempo. "Foi um bom negócio para a Andrade quando ela investiu na Cemig", admitiu a fonte. Mas agora, a empresa precisa olhar para frente. "Se vender (a participação) a Andrade poderá ter um retorno melhor", explicou.
A parceria da Andrade com a Cemig é um dos questionamentos dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato sobre irregularidades em governos do PSDB no Estado. O executivo Otávio Azevedo, ex-presidente da empreiteira, já foi chamado nove vezes à Procuradoria-Geral da República no recall da delação premiada para tratar, em outros casos, da parceria da empresa com a Cemig.
Os investigadores acreditam que alguns delatores da Lava Jato omitiram informações que incriminam o PSDB, por isso a convocação para novos depoimentos. Outro caso envolvendo a Andrade Gutierrez e o Estado de Minas Gerais é a construção da Cidade Administrativa de Belo Horizonte, quando Aécio Neves era governador.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Aécio Neves e sua multiplicação de patrimônio

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Aécio Neves e sua multiplicação de patrimônio

Por Maria Fernanda Arruda, colunista de política do Cafezinho

Montezuma é um município mineiro no norte de Minas Gerais com um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). Deputados, governadores e senadores mineiros poderiam desenvolver boas políticas públicas para elevar o desenvolvimento local, tais como incentivar as pequenas propriedades rurais familiares.
No entanto o município é palco de uma triste história do patrimonialismo de oligarquias políticas do Brasil.
Terras rurais em Montezuma que foram registradas pelo estado de Minas como devolutas acabaram indo parar no patrimônio pessoal do senador Aécio Neves (PSDB/MG),o mineirinho da Odebrecht, após uma disputa judicial por usucapião da empresa agropecuária de seu pai.
O fim desta história aparece com o patrimônio do senador engordando na declaração de bens feita nas eleições de 2014 em relação à de 2010. O segundo maior item de sua variação patrimonial (herança) foi no valor de R$ 666.660,00 referente a cotas da empresa Perfil Agropecuária e Florestal Ltda.
Porém, quando voltamos ao dia 2 maio de 2000, nota-se que iniciou-se uma disputa para apropriação de terras públicas, típica do coronelismo patrimonialista praticado nos rincões do Brasil arcaico.
A Perfil Agropecuária e Florestal Ltda. pertencia a Aécio Ferreira da Cunha, pai do senador tucano. A empresa entrou com processo de usucapião para registrar a propriedade de vastos 950 hectares de terras em Montezuma, em 02/05/2000.
Já soa injusto a lei permitir que uma empresa de um ex-deputado, que morava desde a década de 1960 no Rio de Janeiro, ser tratada como se fosse de camponeses posseiros que adquirem o direito ao usucapião por trabalharem e viverem na terra. O juizado da comarca de Rio Pardo de Minas julgou a favor da empresa em 2001.
Na hora da empresa registrar a fazenda no Cartório de Registro de Imóveis competente, a área já estava registrada em nome do Estado de Minas Gerais, como terras devolutas, em cumprimento a outra ordem judicial anterior da Apelação Cível nº 86.106/4.
A partir daí houve longa disputa judicial, com o estado de Minas recorrendo para ter as terras de volta.
Desembargadores mineiros votaram a favor da família de Aécio.
É preciso lembrar que em 2000 o atual senador era deputado federal pela quarta vez e deveria representar os interesses públicos dos cidadãos de Minas, e não seu próprio interesse privado. De 2003 a 2010 foi governador de Minas. Presenciamos a inusitada situação política de, na prática, o interesse do "herdeiro" brigar na justiça com o do "governador".
O interesse patrimonial privado do herdeiro falou mais alto do que o interesse público da população que o cargo de governador deveria representar.
Uma gleba de 950 hectares de terras devolutas poderia ser a redenção de famílias camponesas pobres de Montezuma, através da geração de renda pela produção da agricultura familiar, em vez de apenas somar um pouco mais ao já elevado patrimônio da oligarquia política dos Neves da Cunha.
Este caso explica muito das raízes da desigualdade passada de geração para geração e da concentração das riquezas no Brasil nas mãos de poucos. Muitas destas riquezas vindas de um processo de apropriação de patrimônio público por mãos privadas, justamente pelas mãos de quem deveria defender o interesse e o patrimônio público.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Após reunião com Temer e FHC, Aécio Neves diz que povo tem que engolir perda de direitos

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Temer e FHC, Aécio Neves diz que povo tem que engolir perda de direitos
Em um texto para ser lido nas entrelinhas, um metido a espertalhão e cínico Aécio Neves diz que o povo aceita perder direitos e que a lei tem que alcançar o Lula. Artigo (Não há alternativa a não ser acreditar e seguir em frente) está publicado na Folha de S.Paulo de ontem (2) e é também uma forte defesa às medidas de morte do Temer.
Veja alguns trechos e o que está por trás deles

"Assim, não há por que esperar por soluções simples ou saídas fáceis, tampouco rápidas, depois de um trecho tão longo de equívocos, desvios e falhas graves acumuladas". Neste trecho, ele tenta convencer de que para combater a crise é necessário que o povo aceite as propostas nada fáceis do Temer, como idade mínima de 65 anos para aposentadoria, rebaixamento do modo de correção do salário mínimo e fim dos direitos trabalhistas contidos na CLT, dentre outros males. Há também a ideia de que o crime maior do PT foi não ter feito todo o mal que o Temer está agora a fazer.

"Enquanto fazemos a arrumação da casa revirada, é importante reconhecer que partimos agora de um patamar bem diferente, inédito. Uma nova consciência nacional nasceu nas ruas e decretou que não há mais espaço para o ufanismo populista, para gestões demagógicas de salvadores da pátria ou para quem se limita à administração diária da pobreza em vez de buscar a sua superação". Aqui ele tenta induzir o leitor de que essa "nova consciência nacional nascida das ruas" é a voz do povo, que não aceita mais que governos 'populistas' promovam programas sociais, como Bolsa-Família, aumento do salário mínimo acima da inflação, Minha Casa, Minha Vida, Ciência sem fronteiras, Pronatec, FIES etc. É também uma crítica velada à era petista. Com outras palavras, Aécio diz que 'para arrumar a casa revirada' e superar a pobreza é preciso depenar o povo.

"Precisamos deixar definitivamente de ser o país em que há leis que "pegam" e as que "não pegam" ou que não alcançam a todos". Neste trecho, ele refere-se de forma sutil à possível prisão de Lula, algo sem que, ele sabe, torna sua eleição (dele) a presidente da república ainda mais impossível. E, talvez sem se dar conta, o tucano refere-se também a ele mesmo, que embora seja um dos mais delatados na lava-jato, até agora continua solto e contando lorotas pelos jornais.

É um grande cara de pau!
Do Plantão Brasil


terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Depois de Moro ir aos EUA, PF tirou Aécio Neves da praia para depor

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#Desatucanou?  PF tirou Aécio Neves da praia para depor;
“Qualé, mermão”

Pior que condução coercitiva: a PF tirou Aécio da praia para depor

Não fosse uma nota numa coluna da revista Época, você jamais ficaria sabendo que Aécio Neves foi depor na Polícia Federal.
Menos de uma semana depois do Juiz Sergio Moro ter tirado férias para os EUA, o seu companheiro de festas senador Aecio Neves foi ouvido no inquérito que apura se ele fraudou dados da CPI dos Correios, de 2005.
Se houve vazamento para a imprensa, ninguém deu prosseguimento. Mais provavelmente, nada foi vazado.
Também não teve cobertura ao vivo na GloboNews, helicóptero, agentes com fuzis e muito menos condução coercitiva. Tudo nas mais perfeitas calma e civilidade.
Sob essa cortina de silêncio, escapou a razão do depoimento. Em sua delação premiada homologada no STF, Delcídio do Amaral contou que o mineiro maquiou informações obtidas no Banco Rural pela Comissão Parlamentar de Inquérito que ele presidiu.
Suspeita-se da ocultação da relação entre o Banco Rural e o mensalão mineiro.
Delcídio também implicou Eduardo Paes, na época deputado federal pelo PSDB, e Clésio de Andrade.
“Que os dados atingiriam em cheio a pessoas de Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais”, lê-se na delação.
Sobra ainda para Carlos Sampaio, o pitbull de Aécio ao longo de 2015 e meados de 2016. Sampaio saberia da tentativa de maquiagem.
Em outubro, Gilmar Mendes atendeu ao pedido de Janot e autorizou a PF a analisar vídeos do transporte de documentos da CPI dos Correios.
No dia em que o inquérito sobre Aécio foi aberto, 3 de maio, servidores transportaram caixas de uma sala para a Coordenação de Arquivo do Senado a pedido do gabinete do tucano.
Aécio alegou que estava colhendo elementos para apresentar a sua defesa. Você acredita se quiser.
O maior desrespeito dos agentes que quiseram ouvi-lo na terça foi tirar Aécio Neves da praia com um sol desses. Isso não se faz.
Fonte DCM

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB

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Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB from forapsdb on Vimeo.
Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB
O jornalista Marco Aurélio Carone ficou preso 9 meses e 20 dias em 2014, em Minas Gerais.

Ele é filho de um ex-prefeito de Belo Horizonte que foi aliado de Tancredo Neves.

No Diário de Minas e no Novo jornal, este na internet, passou a fazer denúncias contra o grupo político do hoje senador e presidente do PSDB, Aécio Neves( que esses dias estava em evento da Revista Istoé confraternizando bem a vontade com o Juiz Sergio Moro que deveria investigá-lo, além de Geraldo Alckmin,José Serra e o Golpista Michel  Temer).

O jornalista se diz vítima de policiais, procuradores, juizes e desembargadores de Minas, que estariam a serviço de Aécio.

Carone foi solto 5 dias depois da eleição presidencial em que Aécio foi derrotado pela Presidenta Dilma Rousseff.

Foi absolvido no processo que o levou à prisão.

Mas, enquanto esteve na cadeia, não pode fazer as denúncias que pretendia fazer contra o tucano.

Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Carone contou quais eram: financiamento de campanha via caixa dois, envolvimento de Andreia Neves, esquema na mineração e exportação de nióbio e uso político da estatal Cemig, a Companhia Energética de Minas Gerais, dentre outros.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Veja como votaram os senadores na PEC 55 / 241 que limitam os gastos públicos com Saúde e Educação

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PEC 55 241Senadores
Os senadores aprovaram o texto base da PEC 55 que congela investimentos na educação, na saúde e na assistência social pelos próximos 20 anos em vez de cortar as mordomias dos políticos e verbas para a Mídia como A Rede Globo bajularem
Vejam também como votaram os deputados na PEC 241/55

53 senadores que votaram a favor da PEC 55/2016


1- Aécio Neves - PSDB-MG
2 - Aloysio Nunes - PSDB-SP
3 - Alvaro Dias - PV-PR
4 - Ana Amélia - PP-RS
5 - Antonio Anastasia - PSDB-MG
6 - Antonio Carlos Valadares - PSB-SE
7 - Armando Monteiro – PTB-PE
8 - Ataídes Oliveira - PSDB-TO
9 - Benedito de Lira - PP-AL
10 - Cidinho Santos - PR-MT
11 - Ciro Nogueira - PP-PI
12 - Cristovam Buarque - PPS-DF
13 - Dalirio Beber - PSDB-SC
14 - Deca - PSDB/PB
15 - Edison Lobão - PMDB-MA
16 - Eduardo Amorim - PSC-SE
17 - Eduardo Braga - PMDB-AM
18 - Elmano Férrer - PTB-PI
19 - Eunício Oliveira - PMDB-CE
20 - Fernando Bezerra Coelho - PSB-PE
21 - Flexa Ribeiro - PSDB-PA
22 - Garibaldi Alves Filho - PMDB-RN
23 - Gladson Cameli - PP-AC
24 - Hélio José - PMDB-DF
25 - Ivo Cassol - PP-RO
26 - José Agripino - DEM-RN
27 - José Aníbal - PSDB-SP
28 - José Maranhão - PMDB-PB
29 - José Medeiros - PSD-MT
30 - Lasier Martins - PDT-RS
31 - Lúcia Vânia - PSB-GO
32 - Magno Malta - PR-ES
33 - Marta Suplicy - PMDB-SP
34 - Omar Aziz - PSD-AM
35 - Otto Alencar – PSD-BA
36 - Pastor Valadares – PDT-RO
37 - Paulo Bauer - PSDB-SC
38 - Pedro Chaves – PSC-MS
39 - Pinto Itamaraty – PSDB-MA
40 - Raimundo Lira - PMDB-PB
41 - Reguffe – Sem Partido-DF
42 - Ricardo Ferraço - PSDB-ES
43 - Roberto Muniz - PP-BA
44 - Romero Jucá - PMDB-RR
45 - Ronaldo Caiado - DEM-GO
46 - Sérgio Petecão - PSD-AC
47 - Simone Tebet - PMDB-MS
48 - Tasso Jereissati - PSDB-CE
49 - Telmário Mota - PDT-RR
50 - Valdir Raupp - PMDB-RO
51 - Vicentinho Alves - PR-TO
52 - Waldemir Moka - PMDB-MS
53 - Wellington Fagundes - PR-MT
OBS: O presidente do Senado, Renan Calheiros, se absteve de votar, entretanto a colocou na pauta e barganhou com STF e Golpista Temer a sua recondução em troca da aprovação da PEC e a retirada da lei do abuso de autoridade de juizes e promotores a qual todos os outros servidores são submetidos(Vejam as punições a servidores comuns que abusam a autoridade)

16 senadores que votaram contra a PEC 55/2016

1 - Angela Portela - PT-RR
2 - Dário Berger - PMDB-SC
3 - Fátima Bezerra - PT-RN
4 - Gleisi Hoffmann - PT-PR
5 - Humberto Costa - PT-PE
6 - João Capiberibe - PSB-AP
7 - Jorge Viana - PT-AC
8 - José Pimentel - PT-CE
9 - Kátia Abreu - PMDB-TO
10 - Lídice da Mata - PSB-BA
11 - Lindbergh Farias - PT-RJ
12 - Paulo Paim - PT-RS
13 - Paulo Rocha - PT-PA
14 - Regina Sousa - PT-PI
15 - Roberto Requião - PMDB-PR
16 - Vanessa Grazziotin - PCdoB-AM

Fonte Senado e Blog do Esmael

sábado, 10 de dezembro de 2016

Aécio Neves, o Mineirinho, está lá também: R$ 15 milhões e deixa o amigo Moro em situação difícil, vai investigar?

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Aecio Neves PSDB MG o Mineirinho
Principal responsável pela quebra da economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lançou o Brasil no abismo ao não aceitar sua derrota eleitoral em 2014, irrompe com tudo nas delações da Odebrecht; ele é o Mineirinho, que recebeu nada menos que R$ 15 milhões do departamento de propinas da empreiteira; nesta semana, Aécio apareceu sorridente numa foto ao lado do juiz Sergio Moro, que reconheceu, ao ser alvo de protestos na Alemanha, que a imagem foi infeliz; Moro afirmou que não havia nada sobre Aécio na sua jurisdição; agora tem, pois, ainda que Aécio tenha foro privilegiado, isso não vale para seus tesoureiros

Minas 247 Principal responsável pela quebra da economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lançou o Brasil no abismo ao não aceitar sua derrota eleitoral em 2014, irrompe com tudo nas delações da Odebrecht.
Ele é o Mineirinho, que recebeu nada menos que R$ 15 milhões do departamento de propinas da empreiteira. "No pedido de busca e apreensão da Polícia Federal da 26.ª fase da Lava Jato, a Xepa, Mineirinho é apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As entregas, registradas nas planilhas da secretária Maria Lúcia Tavares, do Setor de Operações Estruturadas – conhecido como o “departamento de propina” da Odebrecht – teriam sido feitas em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais", diz reportagem do Estado de S. Paulo.
Nesta semana, Aécio apareceu sorridente numa foto ao lado do juiz Sergio Moro, que reconheceu, ao ser alvo de protestos na Alemanha, que a imagem foi infeliz.
Moro afirmou que não havia nada sobre Aécio na sua jurisdição, mas agora tem, pois, ainda que Aécio tenha foro privilegiado, isso não vale para seus tesoureiros.
Além dos R$ 15 milhões que recebeu, Aécio também intermediou o pagamento de uma propina de R$ 1 milhão para o senador Agripino Maia (DEM-RN), presidente do DEM, que também foi um dos líderes do golpe contra a democracia brasileira (saiba mais aqui).
A assessoria de imprensa do PSDB mineiro afirmou que R$ 15 milhões foi o total doado pela Odebrecht à campanha do PSDB em 2014, que o valor foi registrado no TSE e que Aécio “desconhece supostas citações em planilhas da empresa”.


Vejam abaixo a lista retirada do site Congresso em Foco de políticos tucanos delatados no listão ,por falta de tucanos delatados Moro não vai ficar
NOMES CITADOSPARTIDOUFCARGO
“Vereadores PSDB-SP”PSDBSPNão identificados
Ademir Lucas, ou “Demir”PSDBMGEx-prefeito de Contagem (MG) e ex-deputado federal
Aecio NevesPSDBMGSenador
Alexandre José Berardinelli ArraesPSDBRJEx-candidato a vereador no Rio de Janeiro (RJ)
Antero Paes de Barros NetoPSDBMTEx-senador
Arthur VirgílioPSDBAMPrefeito de Manaus (AM)
Arthur Virgílio BisnetoPSDBAMDeputado federal
Betinho GomesPSDBPEDeputado federal
Beto RichaPSDBPRGovernador do Paraná
Bruno AraújoPSDBPEMinistro das Cidades e deputado federal licenciado
Cássio Cunha LimaPSDBPBSenador
Cícero LucenaPSDBPBEx-senador
Cristina CarraraPSDBSPPrefeita de Sumaré (SP)
Daniel Coelho, o “Comuna”PSDBPEDeputado federal
DinhaPSDBGOEx-prefeito de Planaltina de Goiás (GO)
Duarte NogueiraPSDBSPSecretário de Transportes do Estado de SP e deputado federal licenciado
Dudu RonalsaPSDBALVereador em Maceió (AL)
Elias GomesPSDBPEPrefeito de Jaboatão dos Guararapes (PE)
Firmino FilhoPSDBPIPrefeito de Teresina
Geraldo AlckminPSDBSPGovernador
Gláucia Brandão, ou “candidato Neves/MG”PSDBMGEx-candidata a prefeita de Ribeirão das Neves (MG)
Guilherme MalufPSDBMTDeputado estadual
Jaison CardosoPSDBSCPrefeito de Imbituba (SC)
João AlmeidaPSDBBAEx-deputado federal
Jorge ViPSDBALEx-candidato a deputado federal
José AníbalPSDBSPSuplente do senador José Serra (PSDB-SP) e ex-deputado federal
Jose SerraPSDBSPSenador e Ministro das Relações exteriores de Temer
Jutahy Magalhães Jr.PSDBBADeputado federal
Luis Paulo Correa da RochaPSDBRJDeputado estadual
Luiz Carlos HaulyPSDBPRDeputado federal
Luiz Paulo Veloso LucasPSDBESEx-deputado federal e ex-prefeito de Vitória (ES)
Marconi PerilloPSDBGOGovernador de Goiás
Mendes ThamePSDBSPDeputado federal
Nelson Marquezan Jr.PSDBRSDeputado federal
Otávio LeitePSDBRJDeputado federal
PablitoPSDBMGVereador em Belo Horizonte (MG)
Paulo Abi-AckelPSDBMGDeputado federal
Paulo BarbosaPSDBSPPrefeito de Santos (SP)
Paulo CâmaraPSDBBAVereador em Salvador (BA), onde preside a Câmara Municipal
Reinaldo AzambujaPSDBMSGovernador de Mato Grosso do Sul
Rita CamataPSDBESEx-deputada federal
Roberto Carlos de SouzaPSDBSCPrefeito de Navegantes (SC)
Rogério MarinhoPSDBRNDeputado federal
Romero RodriguesPSDBPBPrefeito de Campina Grande (PB)
Rui PalmeiraPSDBALPrefeito de Maceió (AL)
Tarsila CrusiusPSDBRSCandidata a vereadora em Porto Alegre, filha da ex-governadora Yeda Crusius (PSDB-RS)
Theotônio VilellaPSDBALEx-governador de Alagoas
Wambert Di LorenzoPSDBRSCandidato a prefeito em Porto Alegre (RS)


Aécio Neves pediu para Marcelo Odebrecht dar R$ 1.000.000,00 a Agripino Maia, Sergio Moro vai investigar?

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Aécio Neves pediu para Marcelo Odebrecht dar R$ 1.000.000,00 a Agripino Maia, Sergio Moro vai investigar?


Da delação de Claudio Melo Filho, da Odebrecht:

Tenho relação profissional há cerca de 05 anos com o Senador José Agripino, que sempre se referiu a companhia com muita cordialidade, fazendo questão de mencionar a sua relação pessoal com Emílio Odebrecht.
Em uma ou duas oportunidades, durante o ano de 2014, estive reunido com o Senador para tratar sobre a política na Bahia, especialmente em razão da minha amizade com Geddel Vieira Lima e da relação conflituosa que se estabeleceu em decorrência da retomada da candidatura de Paulo Souto, do partido do Senador José Agripino, ao Governo da Bahia.
Além disso, quando a mídia ventilou que, em eventual vitória de Aécio Neves na campanha presidencial de 2014, o Senador José Agripino poderia ser postulante ao cargo de Ministro de Minas e Energia, estive com o parlamentar. O material foi um estudo sobre a problemática da crise energética no Brasil e eu levei este material ao Senador, pedindo a ele que olhasse com carinho, especialmente no que diz respeito aos impactos da energia sobre o Nordeste.
Por ocasião ainda da campanha de 2014, a pedido de Marcelo Odebrecht, comuniquei ao Senador que a companhia iria fazer um pagamento a ele no valor de R$ 1.000.000,00. Destaco que o Senador José Agripino não era candidato a cargo eletivo nas eleições de 2014. Segundo me foi dito por Marcelo Odebrecht, esse valor teria sido solicitado a ele pelo Senador Aécio Neves como uma forma de apoio ao DEM, que era presidido à época pelo Senador José Agripino.
(…)
Fonte DCM