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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Finalmente Investigações da Lava Jato chegam ao senador Aécio Neves

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Finalmente Investigações da Lava Jato chegam ao senador Aécio Neves
Janot pede investigação contra Aécio e ministro do TCU./Foto: Pedro França/Agência Senado













O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), pedidos para investigar o senador Aécio Neves (PSDB-MG),e o ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União.
A medida foi tomada com base na delação do senador Delcídio Amaral (ex-PT-MS), preso em novembro de 2015 por tramar contra a Operação Lava Jato. Em fevereiro deste ano, o ex-líder do governo no Senado fez delação e foi solto.
Em sua delação, o senador afirmou que Aécio Neves atuou para maquiar dados do Banco Rural na CPI dos Correios. Presidida por Delcídio em 2005, a comissão investigou o mensalão, esquema que utilizava as empresas do empresário Marcos Valério para lavagem de dinheiro. Além disso, o delator também disse ter ouvido que o tucano mantém conta no paraíso fiscal de Liechtenstein.
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O delator admitiu ter "segurado a barra" para que não viesse à tona a movimentação financeira das empresas de Marcos Valério no Banco Rural que "atingiriam em cheio" o atual presidente do PSDB e seus aliados, como o deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP). Segundo Delcídio o tema foi tratado na sede do governo mineiro, por volta de 2005 e 2006, quando Aécio governava o Estado e ainda lhe teria oferecido o avião do governo de Minas para ir ao Rio, o que foi aceito pelo senador.
Delcídio Amaral afirmou, também em relação a Aécio, que "sem dúvida" o presidente nacional do PSDB recebeu propina em um esquema de corrupção na estatal de energia Furnas que, segundo o delator, era semelhante ao da Petrobrás, envolvendo inclusive as mesmas empreiteiras.
O ex-líder do governo tem experiência no setor elétrico, conhece o ex-diretor de Engenharia de Furnas Dimas Toledo, apontado como o responsável pelo esquema de corrupção, e disse ter ouvido do próprio ex-presidente Lula, em uma viagem em 2005, que Aécio o teria procurado pedindo que Toledo continuasse na estatal.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!

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A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!






A Presidenta Dilma Rousseff está sofrendo um processo de impeachment por ser acusada de praticar “pedaladas fiscais” por atraso de pagamento a bancos públicos - no caso para garantir garantir às
pessoas mais necessitadas desse país o Plano Safra (2015), o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa
Família (2014) e outros programas sociais , sem que tivesse sido registrado prejuízo para os bancos
ou para o Tesouro.

Já o relator do impeachment, senador Anastasia (PSDB/MG), pupilo de Aécio Neves, quando foi
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.

A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?

Seria Cômico se não fosse golpe!
FONTE: Conversa Afiada via Clickpolítica conforme sugestão do Leitor Abel

Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia  do PSDB


Pedaladas do Antonio Anastasia – Minas desmascarando o golpe contra Presidenta Dilma
O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi posto em um dilema ao ser escolhido relator da comissão de impeachment no Senado. Encarregado de analisar as acusações que pesam contra a presidente Dilma Rousseff sobre as chamadas “pedaladas fiscais”, o tucano corre o risco de admitir que cometeu crime durante o período em que foi governador de Minas Gerais. Pois, nesse período, praticou atos idênticos aos que constam na peça acusatória da presidente. Entre 2011 e 2014 foram editados 972 decretos de suplementação orçamentária.
É o que atestam relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). Segundo os documentos, mesmo sem cumprir as metas fiscais estabelecidas nas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) de 2011, 2012 e 2013, o então governador editou decretos de suplementações orçamentárias para aumento de despesas primárias. Exatamente o mesmo expediente adotado pelo governo federal.
Pedaladas gerais
A diferença primordial entre as medidas adotadas pelo governo federal e o Executivo mineiro na gestão de Antonio Anastasia fica por conta dos valores. Enquanto a acusação contra a presidente Dilma Rousseff se refere a seis decretos de 2015 que somam R$ 2,5 bilhões, os de Anastasia somam, em apenas três anos, R$ 63,3 bilhões. Apenas as suplementações orçamentárias que levam em conta o “excesso de arrecadação”, mesmo com o descumprimento das metas fiscais, somaram R$ 6,4 bilhões.
Em 2011, o orçamento previsto era de R$ 44,9 bilhões, com autorização para aumento de gastos até 18,5% a partir de outubro (10% antes disso). Segundo relatório do TCE-MG, neste ano “os créditos suplementares totalizaram, em valores brutos, R$ 18,285 bilhões”. “Desse montante, R$ 6,221 bilhões oneraram o percentual de 18,5%. O restante dos créditos suplementares – R$ 12,063 bilhões – foi aberto para atender os créditos excluídos do percentual autorizado”, acrescenta o documento.
O mesmo ocorre nos anos seguintes. Em 2012, com orçamento previsto de R$ 51,4 bilhões e autorização para suplementações que onerem os gastos em até 10%, o Executivo estadual editou decretos que somam R$ 22,5 bilhões. Valor quase igual aos R$ 22,4 bilhões de 2013, quando foram previstas receitas de R$ 68,1 bilhões – e os mesmos 10% de possibilidade de suplementações que aumentassem gastos.
Vale ressaltar que os limites foram ultrapassados em todos estes anos mesmo com as leis orçamentárias excluindo do aumento de gastos as despesas com pessoal e encargos sociais, dotações referentes ao pagamento da dívida pública, gastos com recursos vinculados e diretamente arrecadados, despesas com precatórios e sentenças judiciais, créditos para reserva de contingência e contrapartidas de convênios e recursos constitucionalmente vinculados aos municípios.
Apropriação de recursos previdenciários
Enquanto Dilma é acusada de ter atrasado repasses a bancos federais, o governo mineiro, sob a gestão do hoje senador Antonio Anastasia se apropriou definitivamente de recursos previdenciários dos servidores públicos estaduais. Isto foi feito por meio da Lei Complementar 131, sancionada pelo então governador em 6 de dezembro de 2013.
Por meio do texto, o Executivo extinguiu o superavitário Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg) e se apropriou dos mais de R$ 3 bilhões que estavam em suas contas.
Os recursos foram usados para integrar o deficitário Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), no qual o governo era obrigado a fazer aportes mensais de R$ 700 milhões. O deficit do Funfip, na ocasião, ultrapassava R$ 8 bilhões.
Investimentos mínimos constitucionais
As “pedaladas” cometidas pelo relator da comissão de impeachment do Senado vão além. Em abril de 2012, o então governador de Minas firmou com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) o chamado Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), por meio do qual a corte de contas admitiu que o Executivo aumentasse gradativamente os investimentos em Saúde e Educação, já que não estavam sendo cumpridos os mínimos constitucionais de 12% e 25%, respectivamente.
O acordo levou o Ministério Público Estadual (MPE) de Minas a entrar, ainda em 2012, com ação na Justiça para anular o TAG. “Importante destacar que, em exercícios anteriores, o mesmo Tribunal de Contas do Estado, nos processos anuais de aprovação de contas de Governadores,
já apontava para a necessidade de cumprimento dos índices constitucionais”, afirma a ação civil pública, citando documentos da corte de contas. “Determinadas despesas, como repasses financeiros para a COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) ou pagamentos de natureza previdenciária, são comumente relacionados, anualmente, como se fossem gastos com saúde ou educação, respectivamente, gerando inevitável discussão jurídica a respeito de tal possibilidade”, acrescenta o MPE.
Suspeição
O senador Anastasia é membro do partido derrotado nas últimas eleições. Mais que isso, um partido que desde o primeiro momento se mostrou inconformado.
Apenas quatro dias depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o PSDB solicitou uma auditoria das urnas. Este foi o primeiro ato do PSDB de contestação e inconformidade ao resultado do pleito. Um ano depois o partido admitiu que não houve fraude.
Em dezembro de 2014, a sigla protocolou no TSE um pedido de cassação do registro da candidatura e da diplomação de Dilma Rousseff e, do seu vice, Michel Temer. Foram além, pediram também que o tribunal diplomasse os candidatos derrotados, Aécio Neves e Aloysio Nunes. Sem sucesso, os derrotados passaram a apostar no quanto pior melhor. Dificultaram o andamento dos trabalho legislativos no Congresso Nacional e, mais tarde, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou que não fazia mais parte da base do Governo, membros do partido apoiaram as pautas-bombas de Cunha com o nítido interesse de prejudicar o executivo.
Flávio Henrique Costa Pereira, advogado do PSDB, é um dos que assina o pedido de impeachment com os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior, e a advogada Janaina Paschoal.
O PSDB sempre teve posição pública e prévia sobre o processo de impeachment, é adversário declarado da presidenta e tem evidente interesse no desfecho da votação.
Lava jato
Além dos vícios mencionados, há de se levar em conta também o interesse no fim da Operação Lava Jato e do combate à corrupção. O desejo no impeachment da presidenta Dilma também é o desejo, por parte de muitos políticos investigados por corrupção, de que as investigações sejam paralisados e diversos inquéritos sejam arquivados para salvar corruptos e corruptores.
O senador Antonio Anastasia recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato. Foi dele a campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado em 2014, com R$ 18,1 milhões em doações.
A campanha de Anastasia arrecadou R$ 2 milhões das empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e do banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato. Só o BTG Pactual doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê.
Outra coincidência também é que quatro das empreiteiras citadas acima construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais, com o custo de mais de R$ 1 bilhão.
Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação, suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.
Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação. A Polícia Federal pediu a reabertura da investigação com base em documentos que poderiam envolver Anastasia em supostos pagamentos feitos pelo governo de Minas às construtoras OAS e UTC, mas Zavascki manteve o arquivamento.
Fonte: Pedaladasdoanastasia

Vejam Também : Geraldo Alckmin pedalou mais que Dilma. Existe impeachment na terra dos tucanos? Senador Tucano Cassio Cunha Entrega que FHC fez pedaladas

O Perfil de alguns defensores do Golpe contra Presidenta Dilma 

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma

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Aécio  tenta fazer Delcídio  negar denúncias sobre Aécio Neves envolvido na Lava Jato e atacar Dilma


 Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma

Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira, 26, do ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o parlamentar fez sobre o principal líder tucano.

A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
A manchetinha na uol
 A ação dos tucanos foi colocada em prática nesta terça-feira, 19, durante reunião do conselho em que, pela quinta vez, Delcídio se ausentou para fazer a sua defesa pessoalmente do processo por quebra de decoro parlamentar. Inicialmente indignados com a sucessão de licenças médicas, os senadores pretendiam recusar a concessão de novo prazo para que o ex-petista se defendesse. O jogo virou quando o líder do PSDB, Cássio Cunha Lima (PB), entrou na reunião para se posicionar a favor de que Delcídio fosse ouvido.

"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.

A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.

Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.

Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.

Paralisado

Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.

A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.

Aécio foi citado por delatores

O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.

Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas para Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

PT pede ao TSE que investigue caixa 2 em campanha de Aécio Neves, e agora GIlmar Mendes?

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PT pede ao TSE que investigue caixa 2 em campanha de Aécio Neves, e agora GIlmar Mendes?

Há fortes indícios de compra de nota fiscal, uso de empresas de fachada e caixa dois na campanha do PSDB à Presidência da República em 2014

Em petição protocolada nesta sexta-feira (15) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Partido dos Trabalhadores solicitou que sejam investigados os fortes indícios de compra de nota fiscal, de utilização de empresas de fachada e uso de caixa dois na campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República em 2014.
A notícia de irregularidades na prestação de contas de Aécio se baseou nas incoerências das informações prestadas ao TSE em contraste com a realidade de nove empresas prestadoras de serviços para a campanha tucana.
O PT pede especial atenção para a empresa VTG Marketing e Relacionamento LTDA, localizada em Alphaville Industrial (Barueri-SP), que recebeu R$ 55 mil da campanha e emitiu uma nota fiscal como prêmio em dinheiro, cobrando uma taxa administrativa, a indicar que se tratou de compra de nota fiscal e uso de caixa dois.
“Para quê serviria uma empresa que trabalha com fidelização de cliente e entrega de premiações senão para bonificar eleitores ou outorgar-lhes alguma vantagem em troca de algo que não se sabe? Muito menos parece adequado que seja contratada de premiações em nome de campanha eleitoral”, questiona o partido na peça apresentada ao TSE.
O PT pede ao TSE que investigue os indícios de contratação de empresas com incapacidade operacional para prestação dos serviços contratados pela campanha de Aécio; e, a existência de declaração falsa em documento apresentado à Justiça (crime previsto no art. 350 do Código Eleitoral).
Além disso, a ação pede o encaminhamento das irregularidades identificadas para apuração do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual, da Secretaria Estadual de Fazenda, da Secretaria da Receita Federal, do Conselho de Administração de Operações Financeiras e da Polícia Federal.
Confira a íntegra da petição aqui.
Conheça as irregularidades identificadas na campanha de Aécio que constam da petição protocolada pelo PT nesta sexta-feira (15):
VTG Marketing e Relacionamento LTDA
CNPJ: 14.782-475/0001-91
Sede: Al. Rio Negro, 585, bloco C, conj. 72, Alphaville Industrial, Barueri (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 54.902,40
Irregularidades: O site da Receita Federal indica que a atividade principal da empresa é de marketing direto. A empresa trabalha com premiações por fidelização de clientes e notas de cobertura. Na campanha eleitoral, emitiu uma nota como prêmio em dinheiro e cobrou uma taxa administrativa, configurando forte indício de venda de nota fiscal.
Centeísmo Tecnologia da Informação
CNPJ: 03.797.901/0001-44
Sede: R. Marques de Itu, 58, Vila Buarque, São Paulo (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 350.309,33
Irregularidades: Conforme a declaração da campanha do PSDB ao TSE, a empresa prestou serviços de apoio de escritório e administrativos, mas o site da empresa e sua razão social indica que ela presta serviços de “suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação”. Além disso, a sócia-administradora da empresa, Maria Claudia Alonso de Almeida Garbin, também foi coordenadora da campanha de Aécio e recebeu R$ 72.999, fortes indícios de caixa dois.
2014 Comunicação LTDA
CNPJ: nº 19.212.823/0001-09
Sede: R. Pernambuco, 1002, sala 1201, Savassi, Belo Horizonte (MG)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 59 milhões
Irregularidades: Indício de empresa de fachada. Aberta em 09/10/2013, a empresa emitiu sua primeira nota fiscal para campanha eleitoral do PSDB. Não foi localizado na prestação de contas o contrato de prestação de serviços com a campanha. A estrutura do imóvel indicado como sede da empresa não comportam os serviços de produção de rádio e televisão, que precisam de estúdios, salas de gravação e ilhas de edição para serem realizados.
Kauri Ltda. – ME
CNPJ: 20.546.745/0001-68
Sede: R. Ceará, 1431, sala 302, Belo Horizonte (MG)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 1.053.242,88
Irregularidades: Criada em 03/07/2014, em meio à campanha, foi contratada para “serviços prestados por terceiros”. Na prestação de contas ao TSE, os serviços indicados são de criação e inclusão de páginas na internet. Um dos sócios da empresa (Christian Celeste Pinto) é justamente o fotografo do candidato. Pelos valores de mercado, os valores pagos significam 2.700.622 fotografias, montantes condizentes com serviços de uma gráfica. A sede da empresa demonstra não exisir capacidade operacional para os serviços.
Cursiva Comunicação e Estratégia LTDA
CNPJ: 20.615.143/0001-15
Sede: R. Ministro Gastão Mesquita, 725, apt 33, Perdizes, São Paulo (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 96.787
Irregularidades: Empresa de fachada. Usa ma razão social na prestação de contas diferente da que foi cadastrada na Receita Federal. A primeira nota fiscal foi emitida para a campanha do PSDB, sem que exista um contrato de prestação de serviços para com o Comitê Eleitoral.
Bigrafica Editora
CNPJ: 42.807.552/0001-56, razão social Impresso Editora Ltda
Sede: R. Petrolina, 823, Sagrada Família, Belo Horizonte (MG)
Valor recebido pela campanha de Aécio: R$ 4.141.436,24
Irregularidades: Empresa de Ângelo Buldrini, conhecido por atuar em esquemas de campanha em Minas Gerais, tendo sido noticiado a seu respeito que se utilizava de verbas de gabinetes como adiantamentos para cumprimento de serviços em campanhas eleitorais de candidatos do PSDB-MG.
Marcelo Martins Impressão – ME
CNPJ: 20.681.985/0001-75
Sede: R. José de Oliveira, 25, sala 2, Jardim do Sol, Sorocaba (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 1.424.050
Irregularidades: Na prestação de contas ao TSE, serviços seriam de “publicidade por placas, estandartes e faixas”, mas a empresa prestou serviços para os quais não estava habilitada, o que representa indício de fraude. Além disso, a empresa não possui dimensões para operacionalizar o serviço contratato. Todas as notas fiscais fornecidas à campanha estão em sequência.
AM Prestadora de Seviços LTDA – ME
CNPJ: 71.437.693/0001-22
Sede: Al. das Sucupiras, condomínio Nosso Rancho (MG)
Irregularidades: Empresa de fachada. Presta serviços a uma distância maior que 760 kms de sua sede, sendo que tais serviços se referem a “locação de material de informática”, o que tornaria o negócio insustentável fincanceiramente.
R S Gadelha Software – ME
CNPJ: 18.822.244/0001-15
Sede: R. dos Junquilhos DOS JUNQUILHOS, 589, Cj. 06, Vila Alpina, São Paulo (SP)
Valor recebido da campanha de Aécio: R$ 240 mil
Irregularidades: Empresa de fachada, cujo edifício-sede indica não haver estrutura para garantir a capacidade operacional dos serviços a serem prestados.
Camilo Toscano da Agência PT de Notícias
 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Só Gim Argello? Cadê o PSDB?: Se o Moro quiser, Lava Jato, chega no Aécio

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Só Gim Argello? Cadê o PSDB?: Se o Moro quiser, Lava Jato, chega no Aécio

Se ficar constatado que o ex-senador Gim Argello (PTB-DF), preso nesta terça-feira (12) em mais uma fase da Lava Jato, recebeu propina para obstruir a CPI da Petrobras, quem mais será preso?
Se senadores do PSDB não compareceram às votações da CPI, eles também deveriam estar na mira das investigações, como Gim Argello. Vale lembrar que delatores já confirmaram que o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, morto em 2014, recebeu R$10 milhões para abafar a CPI da Petrobras.
PSDB, tudo a ver
Em 2009 teve uma CPI  da Petrobras. O requerimento foi de Álvaro Dias e recebeu assinaturas de apoio dos então senadores Demóstenes Torres (que era do DEM) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Na época ninguém entendeu o fato de, após alguns dias de funcionamento, a CPI criada por parlamentares do PSDB ter sido abandonada sem que nada fosse investigado. A comissão foi instalada em julho e acabou em novembro. Sérgio Guerra e Álvaro Dias, também do PSDB, abandonaram a comissão no fim de outubro.
O real motivo da desistência.
O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato após decidir colaborar com o Ministério Público Federal, afirmou em depoimento que repassou propina no valor de R$ 10 milhões ao ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, para que ajudasse a esvaziar uma Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar a Petrobras em 2009. Guerra era senador e integrava aquela CPI. Ele morreu  e foi substituído por Aécio Neves no comando do PSDB.
Segundo depoimento de Costa, as  empresas que prestam serviços à Petrobras tinham como objetivo nessa época encerrar logo as investigações da CPI , porque as empreiteiras temiam prejuízos. O PSDB sempre culpou o PT e Lula pelo fim da CPI. Um dos textos do site do PSDB  trazia o seguinte título: “Governo engavetou CPI da estatal em 2009”  Agora sabemos que o PSDB atribuiu  ao PT uma culpa que ele não teve...
Dos Amigos do Lula

sábado, 9 de abril de 2016

PSDB recebeu quase o dobro de dinheiro do PT da Andrade Gutierrez,imprensa esconde

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PSDB recebeu quase o dobro de dinheiro do PT da Andrade Vídeo explica a farsa da delação para alimentar o golpe:




O Jornal Golpista Nacional da Rede Golpista Globo, gastou 15 minutos falando das doações, dando a entender que apenas o...
Publicado por O Leão da esquerda em Quinta, 7 de abril de 2016
O Jornal Golpista Nacional da Rede Golpista Globo, gastou 15 minutos falando das doações, dando a entender que apenas o PT recebeu, o Jornal da Band também foi no mesmo rumo, e teve o Boechat comentando, "Todos os partidos falam que doações foram legais.", o Jornal da Record também, mesma coisa, porém, TODOS, EXCLUÍRAM QUE O Ministro Teori, decretou sigilo e que, o MAIOR RECEBEDOR DAS DOAÇÕES é o PSDB e claro, não deram mostra da defesa do deputado do PT sobre o caso.

A TV Brasil, em menos de 3 MINUTOS, acabou com o argumento golpista da mídia manipuladora.

Veja neste vídeo.

Assista a TV Brasil pela Web --> http://tvbrasil.ebc.com.br/


Vejam o gráfico  das doações e Partidos
PSDB de Aecio neves e Alckmin recebeu quase o dobro de dinheiro do PT da Andrade Gutierrez,imprensa esconde
 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Delação Canal Porta dos Fundos: vídeo que os golpistas querem apagar de qualquer maneira

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O Canal Porta dos Fundos produziu um vídeo interessante como funciona as delações "Imparciais" da Lava Jato, entretanto golpistas querendo censurar o vídeo, assim como  Aécio neves adora fazer com vídeos no Youtube.
Vejam por segurança mais 3 cópias, Dê like(Gostou)  no vídeo e compartilhem o máximo
Vídeo Original antes que seja censurado
Vejam isso ocorrendo na prática quando Sergio Moro e MPF ignoraram denuncias contra Aecio Neves e forçaram o delator a falar de Dirceu
MPF e Sergio Moro ignoram denuncias contra... por psdbcensuradopeloyoutube
Lembrando que o Aecio Neves já usa dessa artifício para alterar o ranking dos vídeos contra ele através de robôs o qual o vídeo foi objeto de censura ,por isso  mais um,já que o Youtube adora apagar vídeos contra o PSDB
Delação canal Porta dos Fundos, vejam como é o... por psdbcensuradopeloyoutube Mais um

DELAÇÂO Porta dos Fundos O fim das delações contra PSDB
Video que mostra como funciona as delações contra o PSDB com o "Juiz e polícia Imparciais"O vídeo que a tucanaiada está querendo censurar oPorta dos Fundos copiem o máximo http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/correntes-de-whatsapp-ensinam-a-negativar-video-do-porta-dos-fundos-sobre-delacoes-da-lava-jato/credito https://www.youtube.com/watch?v=m92wwsCxk7k e https://www.facebook.com/jornalistasoninhacorrea/videos/1113677272005335/
Publicado por Fora Aécio Neves em Segunda, 4 de abril de 2016
Caso sejam apagados outro video
Delação Porta dos Fundos, vejam como é o fim das delações contra o PSDB from forapsdb on Vimeo.
Outro por garantia

Entendendo a delação premiada, em tempos de polícia federal e juiz "isentos, neutros e imparciais" (sic)...Curta minha página no facebook: http://facebook.com/jornalistasoninhacorrea
Posted by Soninha Corrêa on Saturday, April 2, 2016

segunda-feira, 28 de março de 2016

Aécio Neves recebeu propina de empresário já preso

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Aécio Neves recebeu propina de empresário já preso
Odebrecht, que revela doações a mais de 200 políticos, Aécio diz que é preciso separar joio do trigo; o problema é uma empresa de distribuição de bebidas, com sede modesta no Rio de Janeiro, ter cacife para fazer doação milionária a campanha de Minas Gerais
27 DE MARÇO DE 2016 ÀS 17:50
Inscrito na lista da Odebrecht, que sugere doações a mais de 200 políticos, muitos deles próceres do golpe contra a presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que os repasses foram legais e declarados e ainda sugeriu que, desta lista, era preciso “separar o joio do trigo”. Os repasses foram de fato declarados à Justiça Eleitoral. Só que isso, analisa o jornalista Renato Rovai, no Blog do Rovai, quer dizer pouco em relação ao imbróglio.
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De acordo com o próprio tucano, sua campanha para o Senado e seu partido, em 2010, receberam um total de R$1.696.000, 00 da Leyroz de Caxias Indústria Comércio e Logística Ltda.
Acontece que essa mesma empresa, a Leyroz, em 2007, foi alvo de um processo no Conselho de Contribuintes de Minas Gerais por manter com a empresa Praiamar Indústria Comércio e Distribuição Ltda. um esquema de venda de produtos com notas frias.
Em uma rápida pesquisa de CNPJ, constata-se que tanto a Leyroz quanto a Praiamar tem, como sede, o mesmo endereço, na rua Silva Fernandes, 184, Duque de Caxias, Rio de Janeiro.
É no mínimo curioso que uma empresa de distribuição de bebidas e que tem uma modesta sede no Rio de Janeiro faça uma doação milionária a uma campanha de Minas Gerais.


Mas sigamos a trilha. Pelo CNPJ citado por Aécio Neves em seu texto de esclarecimento, a Leyroz, atualmente, não é mais Leyroz. No registro da Receita Federal, o atual nome da empresa é E-Ouro Gestão e Participação Eireli.
E não foi essa a primeira vez que a Leyroz mudou de nome. No site JusBrasil onde há o registro do processo, já consta uma nova denominação para a Leyroz: Rof Comercial Impex Eireli.
Mas quando a empresa ainda se chamava Leyroz e doou recursos para campanhas do PSDB mineiro e de Aécio Neves, de acordo com registros da Receita Federal, ela tinha como sócio proprietário o senhor Roberto Luis Ramos Fontes Lopes.
Fontes Lopes, por sua vez, foi preso em 2010 – ano da doação – na operação Vulcano, da Polícia Federal, por crime contra a ordem tributária. A acusação que pesa contra ele é de importação ilegal e de ter causado um rombo de R$ 110 milhões aos cofres públicos.
Pelo que consta no processo, o doador da campanha de Aécio continua preso e recorre através de um habeas corpus que está sob análise.
Ainda não se pode fazer afirmações a partir desta análise. Mas o senador precisa responder ao menos algumas questões.
Por que como candidato ele teria conseguido uma doação de 1,6 milhão de reais em 2010 de uma empresa cujo dono estava preso por crime contra a ordem tributária?
Por que uma empresa que é acusada de emitir notas frias e que mudou de nome mais de uma vez em uma manobra típica de empresas de fachada, teria lhe doado tanto dinheiro para uma campanha ao Senado?
Por que esses valores dos repasses de Leyroz para Aécio constavam na suposta lista paralela de contabilidade da Odebrecht, investigada pela Lava Jato?
Se o senador não responder, resta a PF e ao MPF investigar. Não são frágeis os indícios de que houve aí uma operação criminosa.
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Blogtvtudo via Brasil 247