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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Aecinho Malvadeza - O Legado Perverso de Aecio Neves

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Pronunciamento do dep. Savio Souza Cruz em plenário da ALMG, sobre os oito anos do Governador  Aécio Neves, publicado no Jornal do Bloco Minas Sem Censura

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O Metrô de Belo Horizonte e o atraso tucano

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atraso metrô Belo horizonte Aecio e Anastasia
O Metrô de Belo Horizonte e a desinformação tucana

Veja nota da assessoria de comunicação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Desde 2003 é tentada a transferência do metrô para o governo de Minas Gerais. Isso já foi feito em relação a São Paulo e Rio de Janeiro, o que agiliza – inclusive – a liberação de recursos. O governo mineiro “enrola” na consecução da referida transferência, contribuindo assim para dificultar sua expansão.


A Companhia Brasileira de Trens Urbanos - CBTU é a empresa responsável pela implantação, gestão e operação do Metrô de Belo Horizonte.

A CBTU desenvolve atividades em nove centros urbanos do País, atuando como operadora nas cidades de Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, João Pessoa, Maceió e Natal.

Em decorrência de preceitos constitucionais, a CBTU vem desenvolvendo Programas de Transferência da administração e operação dos serviços de transporte ferroviário urbano de passageiros para as esferas estadual/municipal. No Rio de Janeiro e em São Paulo, os sistemas de trens urbanos já foram transferidos aos Governos Estaduais, sendo criadas as empresas Flumitrens, no Rio de Janeiro, cujos serviços estão parcialmente concedidos à Supervia S/A, e a Cia Paulista de Trens Metropolitanos, em São Paulo.

Em Belo Horizonte, a CBTU está presente através de sua Superintendência de Trens Urbanos de Belo Horizonte, denominada CBTU/STU-BH e está em andamento o processo de transferência do Metrô ao Governo do Estado e Municípios de Belo Horizonte e Contagem.
 do Minas sem censura

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Aécio Neves e sua inflação de banalidades

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do minas sem censura
Aécio Neves e sua inflação de banalidades
26/09/2011
O textinho de Aécio, publicado nessa segunda-feira (26/09), tem como preocupação aparente a volta da inflação.
Ele discorre sobre números, com um nível de profundidade inversamente proporcional à complexidade do tema. O IPCA de agosto, alerta-nos o senador mineiro, mostra a cifra acumulada (anual) de 7,23% e o IPCA-15, 7,37%. A inflação por setores (vestuário, transporte, alimentação e gastos pessoais) também preocupa o neto de Tancredo.
Fala ainda em “abrupta desvalorização da taxa de câmbio” que, em uma semana, variou 9,2%. Insinuando, assim, que tal desvalorização fosse uma decisão de governo. E dá-lhe blá-blá-blá, tró-ló-ló, ti-ti-ti.
Ao final, ele registra que nada “justifica o retorno de políticas voluntaristas”. Ah, no meio do seu escrito sob o pretexto de desqualificar a recente queda nas taxas de juros, ele “avança” a senha: faltaria um esforço fiscal restritivo e o governo Dilma “surpreendentemente” teria adotado políticas inflacionárias que podem danificar empresas e penalizar os mais pobres.
Resumindo a prosa: sem explicitar, o que Aécio quer são os cortes de gastos em programas sociais, arrocho salarial dos servidores públicos, demissão nos setores públicos e privados, a volta das férias coletivas, paralisação de obras do PAC, cancelamento das medidas do plano “Brasil Maior” etc. Ainda que, ironicamente, diga que não há motivos para pânico.
A pressão inflacionária é preocupante mesmo. Mas não pelos motivos superficiais alegados pelo nosso bacharel em economia. Tal pressão é uma resultante de fatores internacionais que não dominamos:  na “zona do Euro”, nos EUA, na Ásia e no Oriente Médio (dívida americana, guerra cambial patrocinada pela China, aventuras militares em países produtores de petróleo, farras da agiotagem financeira, crise na Grécia, Itália, Portugal etc); e de problemas internos que mereceram, no passado recente, posturas distintas se comparados os governos Lula aos dois de FHC.
Há um vídeo bem humorado na internet mostrando como se diferenciam essas duas abordagens (“Entenda como Serra quebraria o Brasil na crise mundial”) e que pode ser acessado em qualquer sistema de busca na rede ou, diretamente, pelo link:
O que Aécio chama de esforço fiscal restritivo é desenvolvido por líderes tucanos nesse curto vídeo.
Em síntese, a diferença é: combater a crise ao modo FHC, com juros altos, arrocho fiscal, salarial, desaquecimento da economia, desemprego etc; ou à moda Lula, investindo em políticas equilibradas que combinem manutenção da atividade econômica, proteção do mercado interno, taxas de emprego, consumo responsável etc.
Aécio “arrisca” a dizer que o governo Dilma teria abandonado o regime de metas de inflação. Ele aposta num palpite e não nos dá nenhuma pista disso. Ao contrário, o pronunciamento do governo federal é claro: o tripé que sustenta a condição de enfrentamento da crise (câmbio flutuante, responsabilidade fiscal e regime de metas) está sendo reforçado.
Comparando a 2008, o país tem U$ 150 bilhões a mais em relação às Reservas Internacionais. Para brincar com percentuais: 500% em relação ao governo FHC (no ano em que Aécio presidia a Câmara de Deputados)! R$ 170 bilhões a mais de Depósitos Compulsórios, também em relação a 2008.
Lula e Dilma adotaram medidas importantes que, pelo seu grau de tecnicalidade, não podem ser desenvolvidas neste curto espaço (nem Aécio mereceria tal deferência), mas vale apenas mencionar: oneração de empréstimos internacionais de curto prazo e de operações com derivativos; ampliação das margens sobre depósitos compulsórios; medidas prudenciais em relação ao “boom” de crédito e de seus prazos alongados; implementação antecipada de medidas recomendadas internacionalmente, pressionando os bancos a constituírem seus “colchões” de amortecimento de crises e melhor cobertura de riscos etc. Operações de crédito de longo prazo foram incentivadas com a criação da “Letra Financeira” que é isenta, integralmente, do recolhimento compulsório. Isso sem falar que medidas macroprudenciais são tomadas e o monitoramento da própria crise é feito sem improvisação e de forma ordinária, quotidiana, por organismos responsáveis pela regulação financeira no país.
Enfim, de fato a crise é grave e exige mergulho profundo num mar revolto. E não será qualquer surfista de águas rasas que dará lições de economia, política fiscal e monetária, a quem enfrentou a de 2008 e dela saiu fortalecido.
Veja tambem 
A herança bendita de FHC, 12,5% de inflação em 2002. Quanta saudade!

Revista Veja publica mais mentiras para tentar salvar a Editora Abril,mesmo que faz a favor de tucanos

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A credibilidade da revista Veja, que nas últimas semanas iniciou uma série de ataques à Rede Record e a seu proprietário, o bispo Edir Macedo, é posta em dúvida por jornalistas, professores de comunicação e leitores.

Com acusações falsas e erros repetidos, a publicação vem promovendo uma campanha para tentar atacar a emissora, mas repete as mesmas insinuações de sempre: crise financeira, divisões no alto comando da Record, denúncias antigas de alguns promotores já esclarecidas pela Justiça.

As mentiras da Veja comprovam uma das maiores crises de credibilidade pelas quais já passou a revista do empresário Roberto Civita.

Quem já trabalhou na publicação sabe que lá existe uma grave crise. Em um artigo publicado no Observatório da Imprensa, um dos mais respeitados sites da área de mídia do Brasil, o jornalista Luciano Martins Costa pergunta: "Para onde vai a Editora Abril?"

Costa, que hoje escreve uma coluna no diário Brasil Econômico e é autor de livros sobre jornalismo, trabalhou na Veja e estranha o fato de a família Civita ter acabado de contratar um banqueiro, o ex-presidente do Santander Fábio Barbosa, para presidir o grupo. Por trás da mudança de comando, pode haver uma tentativa de estancar uma crise financeira que atinge em cheio a empresa.

Saúde

Uma reportagem de capa da revista Veja que destacava os supostos efeitos de um emagrecedor foi contestada pela vigilância sanitária. O Victoza, indicado para portadores do diabetes, foi apresentado como um "milagre". Mas a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou em nota que o uso do medicamento como emagrecedor "caracteriza elevado risco sanitário para a saúde da população".

A agência afirma que nos estudos clínicos do medicamento foram relatados eventos colaterais, sendo os mais frequentes "hipoglicemia, dores de cabeça, náusea e diarreia".

- Além destes eventos destacam-se outros riscos, tais como: pancreatite, desidratação e alteração da função renal e da tireoide.

A corrida pela compra do remédio fez com ele desaparecesse de muitas farmácias, fazendo falta para as pessoas que realmente precisam dele, os portadores de diabetes, informou ontem o jornal Folha de S.Paulo. Médicos relatam que boa parte dos seus pacientes não consegue encontrar o Victoza, que custa cerca de R$ 400.

Veja a reportagem https://www.youtube.com/watch?v=bh0OTF69Nxg

Veja mais As Capas Golpistas do PIG Revista Veja

domingo, 25 de setembro de 2011

Aecio e Anastasia sucateiam Polícia Civil de Minas Gerais

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Com o advento da nova Resolução nº 149; mais uma vez o Presidente do SINDPOL/MG Denílson Martins denúncia sucateamento da Polícia Civil.
do Blog Flit Paralizante 

veja como o PSDB trata a Segurança Pública em São Paulo

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Vale envolvida em corrupção tucana no governo Aécio: grilagem de terras públicas com jazidas de ferro

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governador antonio anastasia e Roger Agnelli
O governador Anastasia e o ex-presidente da Vale Roger Agnelli, em recente convênio.
A mineradora, através de suas subsidiárias e controladores financiaram a campanha tucana de Minas, em 2010, com pelo menos R$ 7,25 milhões

Na terça-feira (20), a Polícia Federal de Montes Claros (MG) desbaratou uma organização criminosa que atuava há anos na grilagem de terras públicas do governo de Minas Gerais com jazidas de ferro.

O esquema era uma espécie PPP (Parceria Público-Privada) da corrupção:

1) Servidores do órgão estadual do governo de Minas responsável pela reforma agrária, o ITER/MG (Instituto de Terras de Minas Gerais) transferiam a posse das terras do estado para “laranjas”, que jamais tinham sido proprietários ou possuidores de terras na região;

2) A seguir, numa outra operação fraudulenta, o "laranja" vendia a terra a um intermediário, tal como um corretor de imóvel rural;

3) O intermediário fechava o ciclo do esquema, revendendo a terra para grandes mineradoras;

Segundo a Polícia Federal, para fazer a fraude da grilagem, os criminosos cometeram os delitos de:
- falsificação de documentos públicos e particulares;
- falsidade ideológica;
- corrupção ativa e passiva;
- formação de quadrilha
- e lavagem de dinheiro.

O principal alvo dos criminosos eram vastas extensões de terras públicas no extremo-norte do Estado de Minas Gerais (principalmente nos municípios de Rio Pardo de Minas e Indaiabira), onda há jazidas, recentemente descobertas, estimada em 10 bilhões de toneladas.

A operação atingiu várias cidades, com diligências policiais em Belo Horizonte, Oliveira e Divinópolis, em Rio Pardo de Minas, Salinas, Serranópolis de Minas, Taiobeiras, Janaúba, Curvelo.

Sequestro de R$ 41 milhões pagos pela Vale

Segundo documento do Ministério Público (MP), “em apenas um dos casos sob investigação, a Vale S/A comprou – efetuando pagamento único e em espécie – vasta extensão de terras subtraídas criminosamente do Estado de Minas Gerais pelo espantoso valor de R$ 41 milhões”.

A operação financeira foi detectada pelo COAF em 28 de agosto, segundo o MP.

A Justiça determinou o sequestro deste dinheiro.

Dois prefeitos do DEM suspeitos de integrarem o esquema criminoso

O Ministério Público pediu o afastamento dos prefeitos de Indaiabira, Marcus Penalva Costa (DEM) e de Vargem Grande do Rio Pardo, Virgílio Penalva Costa (DEM). Ambos são suspeitos de integrarem o esquema.

Corrupção tucana no alto escalão

Com a operação atingindo em cheio o ITER/MG, o governo tucano de Antonio Anastasia afastou ontem o secretário de Regulação Fundiária, Manoel Costa.

Leia também:

- Aécio e tucanos mineiros receberam R$ 7,25 milhões da Vale e do Bradesco, de Roger Agnelli

- Aécio Neves repete Joaquim Silvério dos Reis, ao defender a derrama da Vale nos royalties de Minas

Portal afirma que Aécio e Roger Agnelli estavam juntos na mesma mesa e na mesma blitz do bafômetro

Fonte:Os Amigos do presidente Lula

4 mitos do governo tucano de Aécio Neves

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do blog Contexto Livre
1º – MITO DA GESTÃO COMPETENTE
O “choque de marketing”, déficit “zero”, desonestidade política e intelectual, contabilidade “criativa” e 67 bilhões de reais de dívida!
O termo “choque de gestão” tornou-se o emblema para a difusão da imagem de Aécio Neves como alternativa às eleições presidenciais de 2010. Junto a ele veio também o “déficit zero”.
O primeiro remete a uma falsa ideia de que teria havido um “tranco gerencial” na administração que, por sua vez, teria produzido uma melhoria no funcionamento da estrutura de governo.
Blefe: Minas não se destaca por seus índices de resolubilidade das demandas políticas e sociais da população. Depois de centenas de milhões de Reais gastos com consultorias, oficinas, planejamentos estratégicos, criação (e desmanche) de cargos/estruturas gerenciais (via leis delegadas), além do marketing, não há um indicador que prove a melhoria do serviço público, em face do tal choque.
E ainda temos aí uma grande desonestidade intelectual: aquilo que é apresentado como invenção do governo tucano mineiro, na verdade foi previsto e proposto no governo Itamar Franco. Trata-se de algo pinçado de publicação do BDMG, ano de 2002, em parceria com outras instituições, na qual é mencionada a proposta de um choque de gestão, mas como parte integrante de uma série de medidas “para uma visão do novo desenvolvimento” (Minas Gerais do Século XXI). Aécio separou a expressão e deu a ela significado de palanque-eleitoral-virtual permanente.
Quanto ao “déficit zero”, o professor da UNICAMP, Fabrício de Oliveira, em publicação do Conselho Regional de Economia de Minas Gerais (2010), tem opinião clara: primeiro, a correção do desequilíbrio orçamentário nas contas do governo mineiro, vem de 2001, portanto, antes do governo Aécio; segundo, para atingir o tal “déficit zero” foi preciso somar operações de créditos (empréstimos), transferir encargos da dívida não para (ao seu principal), “sumir” com encargos de uma dívida com a CEMIG, receber aportes do governo federal etc. Oliveira chamou a isso de “contabilidade criativa”. Além do arrocho salarial, redução drástica dos gastos sociais e uma situação internacional favorável, que contribuíram para que as contas do governo ficassem magicamente no azul.
Isso sem falar em algo que foi escondido do povo, via mordaça e cumplicidade de setores da imprensa e órgãos de controle: uma megadívida de 67 bilhões de reais que agora Aécio diz ser impagável!
2º – MITO DO ESTADO CRESCENDO
O mito do estado crescendo “acima da média” brasileira: a triste realidade da economia mineira.
Minas Gerais cresce, nos últimos anos, primeiro embalado por uma conjuntura nacional e internacional favorável. Nacional, porque o governo Lula promoveu o crescimento e tratou Minas de forma republicana, ao contrário de FHC perante o governo Itamar Franco.
Segundo, enquanto houve crescimento da economia internacional, Minas também cresceu, com a valorização de commodities. Mas a crise de 2008 reitera a verdade: Minas é dependente “química” da exportação de produtos primários.
Tanto que o Brasil ainda cresceu mais do que Minas Gerais, ao contrário do que informa a máquina de propaganda dos tucanos.
Descontado, portanto, as variáveis exógenas (governo Lula e conjuntura internacional) a economia mineira não apresenta grandes mudanças em seus principais indicadores: participação geral e setorial na riqueza nacional, desigualdade regional, inserção internacional, política creditícia, desenvolvimento de ciência e tecnologia, diversificação do parque industrial etc, nada disso tem grandes modificações.
Finalmente, o fenômeno da desindustrialização, tocado por Aécio em alguns momentos, atinge Minas Gerais de forma cabal, dependente que é da exportação de ferro e produtos agrícolas, cujos preços oscilam internacionalmente.
A Fundação João Pinheiro (controlada pelo governo) e o IBGE informam os números que comprovam esse balanço. De janeiro de 2003 a março de 2010, o crescimento médio anual do PIB em Minas foi de 3,3 enquanto no Brasil o índice foi de 3,5%.
3º – MITO DA UNANIMIDADE MINEIRA
O mito da “unanimidade mineira” em torno de Aécio: a soma de muitos medos.
Alguém menos avisado poderia imaginar que Aécio tornou-se, pela via da argumentação e do exemplo de gestor qualificado, uma unanimidade mineira. Não é bem assim. Sempre houve oposição. Porém, o uso da máquina governamental produziu a pseudo-unanimidade que agora se desfaz.
São três os componentes que ajudaram a formar essa imagem:
a) uma gigantesca estrutura de cooptação e compra de adesão, com verba pública, de parte da imprensa;
b) cooptação ou neutralização de agentes públicos nas esferas do poder legislativo (ALMG), prefeitos, setores da justiça, nas instituições de pesquisa (públicas e privadas);
c) dura repressão aos movimentos sociais e sindicais, desrespeito às entidades e lideranças populares, constrangimento da oposição parlamentar, promoção de demissões e ameaças nas redações da mídia regional.
Esses três componentes eram disfarçados sob um argumento midiático que nunca teve, de fato, força aglutinativa: a suposta necessidade da volta de um mineiro à presidência da República. O consenso em torno dessa premissa sempre foi superficial. O que valeu de fato foi a constituição daquilo que chamamos “estado de exceção”, com instituições, setores empresariais, culturais e até mesmo intelectuais aderindo a algo que não apresentara nenhum projeto programático real.
4º – MITO DO LÍDER MODERNO
O mito do líder moderno, democrático, probo e dinâmico.
O último mito seria uma síntese dos anteriores, “fechando” em uma imagem de contemporaneidade. Tentaram, inclusive, apresentá-lo como líder na campanha Diretas Já, quando na verdade não passava, naquela época, de secretário particular do avô. Deputado federal eleito na sombra da comoção nacional (a morte de Tancredo Neves) depois de 16 anos na Câmara, ele deixou uma produção parlamentar pífia. Mesmo tendo sido presidente daquela Casa. Governador de Minas, ele deixou o gerenciamento da máquina administravia a cargo de seu vice, a articulação com o legislativo e prefeitos com um outro auxiliar, e a promoção de sua imagem com sua irmã. Sempre se engajou e perdeu eleições importantes em cidades-pólo no estado (em 2004 e 2008).
Sua própria votação para o senado revela que a suposta empolgação dos mineiros e sua “unanimidade” foi mero produto de marketing.
De um total de 14,5 milhões de eleitores, 7,5 milhões escolhem Aécio, que foi beneficiado pelo voto duplo, tendo um ex-senador, ex-presidente e ex-governador (Itamar Franco) como companheiro de chapa e nenhum adversário de peso. Em termos absolutos, ele teve menos votos que o cantor Netinho (PCdoB-SP). Nas comparações absolutas e proporcionais com vários estados, sua votação não tem nada de extraordinária.
E agora, com o escândalo da rádio Arco-Íris, que é o fio da meada de fortes suspeitas de ocultação de patrimônio, sonegação fiscal e crime eleitoral, desvenda-se o mito: é um político conservador, que surfa em ondas artificiais, desconsidera os partidos políticos (incluindo o seu), trai aliados, faz acordos de bastidores com opositores nacionais, usa a máquina pública para autopromoção e para o cerceamento do contraditório e do debate. Esse é Aécio Neves, despido de sua máquina de posicionamento de imagem.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A (in)segurança de Aécio Neves

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do minas sem censura


Segunda-feira, 19 de setembro de 2011. O tro-lo-ló semanal do senador Aécio Neves destaca, de forma confusa, o tema da segurança e o da violência.
        Em seu penúltimo parágrafo, aparece – novamente – a senha de todos os artigos que assina:

“Há nesses dados orçamentários (os do governo Dilma; que, aliás, ele não especifica) indicações claras do improviso e da dificuldade de gestão do governo também na segurança pública”. Ou seja, na falta do que dizer sobre projetos políticos mais amplos, ele volta com a prosa da “gestão”. Claro sinal dos tempos: uma política despolitizada, de quem não tem o que dizer.O que precede seu museu de velhas novidades é uma sucessão de afirmações genéricas, confusas e desconexas.
Ele diz, por exemplo, que “assistimos nas últimas décadas a um aumento explosivo da violência até em regiões tranquilas, como o Nordeste”. Violência é um conceito polissêmico. Existe a criminal, a doméstica (ou intrafamiliar), a urbana, a de trânsito, a étnico-racial, a escolar, a política, a sexual, a econômica (fome, desemprego etc), a do Estado.  A de trânsito, por exemplo, com motoristas bêbados, matou e feriu centenas de milhares de pessoas, nas últimas décadas.
Sua menção ao Nordeste mirou no que viu e acertou no que não viu: cheira ao preconceito “Mayara Petruso”, para lembrarmos a destilação de ódio aos nossos irmãos nordestinos.
Aliás, a base dele na Assembleia Legislativa de Minas Gerais vive a acusar Lula e Dilma de privilegiarem os investimentos no Nordeste, prejudicando Minas. Chegam a dizer que “arrancaram um pedaço da Fiat e levaram para Pernambuco”. Eis mais um tipo de violência: a da mentira deslavada.
Quanto ao nordeste “tranquilo” ele só pode estar falando das praias que frequenta e leva tombos de moto, como em Jericoacoara, no Ceará. O coronelismo, o cangaço, a grilagem de terras, a fome, a truculência policial, o patrimonialismo e o machismo são fenômenos históricos que confirmam e ampliam sua tese: há séculos a violência polissêmica é uma realidade por lá. Como ele fala em décadas e diz que não há política de Estado para enfrentar o problema, relembramos: ele foi eleito em 1986 à Câmara Federal, ficou lá por 16 anos, foi seu presidente no biênio de 2001-02 e não há nenhuma iniciativa sua que aponte para a construção de uma política de Estado de combate à violência e à criminalidade.
O que ele elenca como contraponto, em sua experiência de governador, é um programa focalizado (o “Fica Vivo”) que nem sequer arranha as estatísticas de redução substantiva de homicídios em Minas Gerais. É, de fato, uma ilha de excelência. Mas só isso.
Mas, ele ousa criticar, até mesmo, a política antidrogas do governo federal e as ações de combate à disseminação do crack. Discreto, ele se vê obrigado a raspar um tema tão espinhoso. Afinal, a drogadição é fonte, inequívoca, de violência criminal. Ainda assim, vale o registro: cara de pau.
Bem, o fato concreto é que há um outro tipo de violência que ele poderia abordar seus textos atróficos: o da violência do governo mineiro para com os grevistas da educação, da saúde e do meio ambiente. Corte de salários, ameaças de demissão, bombas de gás lacrimogêneo, balas de borracha, cassetetes, práticas anti-sindicais diversas, mentiras divulgadas (com dinheiro público) na mídia comercial, uso da Justiça e do Ministério Público estaduais para legitimar o descumprimento de norma federal e decisão do STF, etc. Em suas poucas semanas como articulista na mídia comercial, ele nunca se referiu a esses temas.
Ao dar conselhos e criticar qualquer coisa, Aécio Neves deveria primeiro se retratar perante o Brasil. Teve ele tempo e recursos para praticar o que agora aconselha. Por que não o fez?

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Por que o jatinho do Aecio Neves e do dono do PIG Globo não pagam impostos?

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O usuario de ernegia eletrica da CEMIG que abre sua conta de luz vê o roubo que os governos tucanos de Aécio Neves e Antonio Anastácia dão nos seus bolsos, não só na tarifa, como também no ICMS (Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre eletricidade.

Já o AeroAécio, o jatinho da família do Senador Aécio Neves (PSDB/MG) não tem que pagar os tributos.

Qualquer pessoa que compra um carro popular financiado em 60 meses, paga o ICMS.

Já o presidente das Organizações PIG rede Globo, Roberto Irineu Marinho, importa um jatinho, ou melhor, jatão de luxo  de 19 lugares, cujo preço atual passa dos 60 milhões de dólares(U$$60.000.000,00), sem ter que pagar ICMS.
dono da globo Irineu marinho e aecio sonegando impostos no Brasil
(Da coluna Radar da Revista Veja de 18/02/2009)
É essas mesmas pessoas que são  contra aumento de impostos para os ricos, de forma a financiar o SUS, melhorar a educação e os empregos, aumentar o salário mínimo e as aposentadorias, erradicar a pobreza,investindo no social para as pessoas mais humildes.

O pulo do gato da turma dos jatinhos e helicópteros está em realizar leasing internacional. As leis e normas juridicas brasileiras obrigam o pagamento do imposto , mas os milionários  contestam a constitucionalidade no STF, e conseguem não pagar, graças a uma liminar do STF assinada por Gilmar Mendes em favor da empresa Alphavile Urbanismo no leasing de um avião importado (confira aqui). Isso foi em outubro de 2007. Em 2008, a decisão foi referendada por outros Ministros do STF. Enquanto os ricaços não pagam, a confusão sobre a cobrança ou não do ICMS sobre jatinhos continua até hoje no STF.
Fonte:Os Amigos do presidente Lula

Aécio Neves e a farra dos aluguéis

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senador Aecio Neves e a farra dos alugueis no senado
Os gastos da verba indenizatória do senador Aécio Neves no primeiro semestre de 2011 custaram aos cofres públicos R$ 58.285,68.
Deste total, R$ 56.013,99 foram utilizados para pagar as despesas do seu escritório político em MG (uma vez que, desde abril deste ano, a Mesa Diretora do Senado só autoriza um escritório político por estado para cada senador).
O que causa espanto é que, enquanto Aécio Neves pagou com dinheiro público, em média, R$ 9.335,66 por mês com o aluguel e a manutenção do seu escritório, o prédio do IPSEMG (edifício de 12 andares e 12 mil metros quadrados de área construída) localizado na Praça da Liberdade – uma das regiões mais valorizadas de Belo Horizonte – será alugado pelo Governo de Minas para um grupo de empresários do setor hoteleiro pela bagatela de R$ 13.000,00.
O contrato, elaborado enquanto Aécio Neves ainda era governador de MG, foi firmado sob suspeita de fraude na licitação. O consórcio vencedor foi o Hotel Fasano, cujos sócios são Alexandre Accioly e Rogério Fasano, notórios amigos do ex-governador.
Quais as conclusões o cidadão mineiro pode chegar diante destes dados?
1. Ou o senador Aécio Neves está gastando de forma ineficaz o dinheiro público, pagando pelo aluguel de seu escritório político um valor acima do mercado; ou está gastando de forma imprópria, superfaturando o valor do aluguel.
2. Ou o Governo de Minas, sob a gestão de Aécio Neves e Antônio Anastasia, não soube administrar o patrimônio público, realizando um péssimo negócio com o grupo do Hotel Fasano; ou está cobrando um preço abaixo do valor de mercado pelo aluguel do prédio do IPSEMG para beneficiar os amigos do ex-governador.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Aecio e Anastasia deixam professores acorrentados e não pagam o piso nacional a professores

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aecio neves e FHC rindo da desgraça alheia
Professores mineiros se acorrentam em praça e entram em greve de fome
Quem Luta Educa, Escola não é Sucata, Piso, sim - Subsidio, não, eram alguns dos muitos cartazes que, em um ato pacífico, foi protagonizado por professoras e professores, que se acorrentaram no obelisco da praça Sete de Setembro.

Marco Antônio Arcoverde Cals e o racismo no Facebook contra Miss Leila Lopes

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Do Blog Maria Frô
Embora esta postagem não tenha nada a ver com o assunto tratado pelo Blog reproduziremos a matéria absurda de racismo no Facebook.
Envio um printscreen  de um comentário racista no Facebook sobre a Miss Leila Lopes.
O autor se chama Marco Antônio Arcoverde Cals, mora no Rio de Janeiro e se acha engraçadinho. Mas na verdade ele comete o crime de racismo.
No mínimo, pretendo fazer esse cara sumir do Facebook, para não mais ficar vomitando seus preconceitos torpes.
Encaminharei essa imagem também para os núcleos de defesa da mulher e do movimento negro.
Abraços
Alexandra Peixoto
Marco Antônio Arcoverde Cals racismo contra miss Universo leila Lopes
  Denunciem essa Imagem A Safenet http://www.safernet.org.br/site/denunciar
ATUALIZAÇÃO

Vejam a Resposta dele ao fato http://mariafro.com.br/wordpress/2011/09/14/marco-cals-eu-chamo-todos-meus-amigos-independente-de-idade-raca-ou-classe-social-de-macaca/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Aécio e a Copa de 2014: Um “mineirão” de irregularidades

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Aecio Neves e a copa do mundo corrupção
Aécio Neves está contando os dias para a Copa do Mundo de 2014. Em seu texto publicado na FSP (12/09/2011) ele diz que faltam mil. Os indícios dos problemas em relação à Copa, no Brasil, seriam os atrasos nas obras dos aeroportos, dos estádios e do sistema viário. Ele reclama do Regime Diferenciado de Contratação (RDC) que tramita no Congresso e que visa, dentre outras coisas, evitar a combinação de preços entre empreiteiras. Faz eco, dessa forma, com a reclamação... das empreiteiras.
Na sequência, ele insinua que os atrasos, somados aos problemas de gestão e planejamento gerariam medidas emergenciais que podem resultar em corrupção.
Reiteramos ao senador tucano: De te fabula narratus. Essa fábula fala de ti!
Em meados de junho de 2011, veio a público um relatório técnico do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, elaborado por auditores, que apontou gravíssimas irregularidades nas obras do Mineirão. Sabe-se da diferença entre um relatório técnico elaborado por um servidor concursado e de carreira, e a opinião do “conselheiro” indicado politicamente pelo próprio governante.
Os fortes indícios de superfaturamento, a inexigibilidade de licitação para um escritório de arquitetura fazer um projeto básico, o próprio custo desse projeto (cerca de 18 milhões de Reais), pagamentos antecipados (o que é terminantemente proibido) etc, foram amplamente noticiados à época. Isso tudo, constatado em uma auditoria feita num montante ainda restrito de desembolsos realizados.
O custo inicial das obras do Mineirão ficaria na casa de 400 milhões de Reais. Estima-se agora que podem chegar a 1 bi! Ou seja, quem é Aécio Neves para elocubrar sobre gestão, planejamento e transparência? Há, inclusive, a proposta de uma CPI na Assembleia Legislativa de Minas para apurar tais irregularidades. Evidentemente, sua base parlamentar impede a instalação da mesma.
Já seus elogios aos atributos das Parcerias Público Privadas, PPPs, são mera abstração “filosófica”. Não há nenhum exemplo de seu governo de que isso teria sido exitoso. O mais recente escândalo de suas experiências em PPPs é o que ele e seu sucessor tentam empurrar goela abaixo dos servidores do Estado de Minas Gerais: a transferência, até por 70 anos, de um grande edifício pertencente ao Instituto de Previdência dos Servidores (IPSEMG), localizado numa área nobre da região centro-sul de Belo Horizonte, por míseros 13 mil Reais mensais, a serem pagos depois de 30 meses de assinado o contrato. O grupo de seu amigo Fasano, , visando a Copa de 2014, assumiria a criação de um hotel de luxo na edificação. Pesquisas de mercado dão conta de que o preço do aluguel na citada região, para algo daquele porte, chegaria a 200 mil Reais!
Quem tem um "rabo" do tamanho do Mineirão, deve se cuidar ao falar do alheio.

Vi no Minas sem censura

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Autoritarismo em MG:Aecio Neves e Anastasia mandam reprimir manifestação de greve de professores através de espionagem

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Regiane Moreira - TV Alterosa

O Jornal da Alterosa recebeu uma denúncia de repressão policial ao movimento grevista dos professores estaduais e flagrou a abordagem de um suspeito de rondar o sindicato da categoria em Belo Horizonte.

O deputado estadual Rogério Correia e funcionários do Sind-UTE abordaram o homem que estava parado próximo à sede que fica no bairro Floresta para pedir explicações sobre a perseguição. O suposto policial militar à paisana não deu nenhuma justificativa, tentou arrancar o carro, foi impedido e teve que sair a pé. Um homem que não quis se identificar por questões de segurança disse que o suposto policial fica parado dentro ou fora do carro o dia inteiro.

Segundo o deputado, ele ligou duas vezes para a Polícia Militar pedindo uma viatura para identificar de quem é o veículo e como resposta, o Comandante Geral da PM disse que não iria enviar a viatura e o acusou de tentar criar um fato político.
Fonte:TV Alterosa