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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Aecio Neves vai passar réveillon em Minas ,Governador Anestesia lembra de seu líder e economiza nos bafômetros.

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Matéria:Com Poucos bafômetros Minas falha na fiscalização
falta de bafometro em Minas gerais de anastasia e aecio neves
fonte:Matéria extraída jornal Metro BH e Minas sem censura

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Aécio Neves e Serra mandam na imprensa de seus estados

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do blog Brasil Mobilizado
No estilo, um passarinho me contou, Paulo Henrique Amorim deixou nas entrelinhas do texto "Cerra quis bater em deputado aecista" duas hipóteses .
1- Aécio manda e desmanda na imprensa mineira, ao menos em parte dela, assim como Serra o faz na imprensa paulista.
Está  no texto do Amorim: "...O jornal incumbiu o repórter Amaury Ribeiro Junior de ir atrás da denúncia, não a publicou a pedido do Aécio, mas aí nasceu o best seller."

2- Segundo Merval Pereira, as denúncias do livro de Amaury Ribeiro Jr. não tem credibilidade pelo fato do jornalista estar a serviço do PT, engano do imortal pois fica claro no texto do Amorim que o jornalista iniciou as investigações estando a serviço do PSDB: 


 "Como se sabe, o livro “A Privataria Tucana” começou com uma denúncia do Aécio ao Estado de Minas: Cerra e seus arapongas liderados pelo Marcelo Itagiba querem me pegar.

Foi em Belo Horizonte.

Presentes, o Padim Pade Cerra, o deputado Eduardo Azeredo, pai do mensalão e primeiro beneficiário do valeriodantas, e o deputado federal Rodrigo de Castro, secretário geral do PSDB e homem de confiança de Aécio Never.

Cerra se exalta aos poucos – é o que descreve o passarinho que pousou na janela lá de casa – e, passo a passo, acusa Aécio e o jornal O Estado de Minas de destruírem a vida da filha dele, Verônica, sócia da irmã de Daniel Dantas, o banqueiro condenado.

Azeredo e Castro tentam ponderar, mas Cerra se exalta.

Cerra se exalta e passa a se referir a Aécio e ao Estado de Minas de forma deselegante (para dizer pouco).

Azeredo e Castro defendem Aécio e o jornal.


O jornal incumbiu o repórter Amaury Ribeiro Junior de ir atrás da denúncia, não a publicou a pedido do Aécio, mas aí nasceu o best seller.

Quanto mais Castro e Azeredo defendiam Aécio e o Estado de Minas, mas o Cerra ficava bravo.

E partiu para cima dos dois.

Ia para o ataque físico, mesmo.

Gênero MMA, mesmo !

Foi uma confusão.

Tiveram que segurar o Cerra.

Em tempo: Cerra e Aécio não se cumprimentam.


Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Rede Globo queria a renovação com Collor e hoje quer a de Aécio Neves

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Rede Globo queria a renovação de collor e hoje quer a de Aécio Neves
"Roberto Marinho(dono do PIG Globo) Apostava no collor como eu tambem apostava como uma especie de renovação e juventude para Mudar o Brasil"
Hoje querem o mesmo papel para Aécio neves
vídeo censurado abaixo que ele admite a manipulação contra o Presidente Lula
http://www.youtube.com/watch?v=uwkxgDNzpVo

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Aécio Neves: emenda 29 e o soneto

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aecio neves re veja emenda 29 saúde
A prosa do texto de Aécio Neves, nesta segunda-feira (FSP, 12/12), é sobre a emenda 29. Ou melhor, sobre a regulamentação da citada emenda, o que acarretaria mais problemas para estados e municípios.
         Para compreender, a emenda 29 trata, dentre outras coisas, dos mínimos percentuais que os entes federados tem de aplicar de suas receitas próprias em saúde. Aécio pretende representar a insatisfação de governadores e prefeitos, que teriam de aplicar 12% e 15% respectivamente, na saúde. E a União teria que aplicar uma soma relativa ao PIB alcançado no ano anterior.
         A reclamação de Aécio não procede.
         A Emenda Constitucional foi promulgada em 2000. Em 2001 e 2002 ele foi presidente da Câmara dos Deputados. Por que não trabalhou pela sua regulamentação nos termos que defende agora?
         Como governador de Minas Gerais, ele e seu fiel escudeiro Anastasia deram um calote nas contas da saúde, em média, de 700 milhões de Reais/por ano. Quem diz isso são sucessivos relatórios técnicos do Tribunal de Contas do próprio Estado. Relatórios estes desconsiderados pelos “conselheiros” por ele indicados.
         Segundo tais relatórios, a diferença entre o gasto real do governo com saúde e o que ele declara chega a ser de cinco pontos percentuais: em alguns anos, foi de 7%, quando deveria ser sempre de 12%.
Como Aécio e Anastasia fazem a marreta contábil para garantir o calote?
-                    Inserindo os investimentos de uma empresa de capital aberto (Copasa) em saneamento, como se gastos do tesouro estadual fossem.
-                    Inserindo despesas com a “clientela fechada” (dos institutos de previdência de servidores civis e militares) numa prestação de contas que deveria se referir exclusivamente de gastos com os serviços universalizados.
-                    Inserindo gastos atípicos com remédios para o canil da Polícia Militar, como gastos com atendimento humano.
         Esses são apenas alguns artifícios montados pelo tucanato em Minas, para driblar a norma constitucional e as constantes deliberações do Conselho Nacional de Saúde.
         A Companhia de Abastecimento de Água de Minas Gerais (Copasa) vai cobrar na conta do usuário, pelos investimentos feitos em saneamento. Se não bastasse isso, essa empresa não tem convênio com todos os municípios mineiros. Além de tudo, seus acionistas já começam a questionar a Comissão de Valores Imobiliários, sobre essa suposta aplicação da empresa em “saúde pública”, já que é uma empresa de capital aberto, ou seja, com ações na Bolsa.
         Quanto à soma de recursos de saúde aplicados na chamada clientela fechada, isso fere flagrantemente a norma constitucional que especifica a dimensão universalizante dos serviços constitucionalizados pela emenda 29. Já a impropriedade de contar como despesa de saúde de gente, os gastos com remédio para cachorro, até um tucano menos inteligente reconhece.
         Corre, conforme notícia que escapou ao cerco que se faz nas redações em Minas Gerais, contra Aécio e Anastasia, proposta pelo Ministério Público Mineiro de  “Ação Civil Pública” que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública Estadual sob o número 0904382-53.2010, e  denúncia na ação individual contra os responsáveis pelo rombo na saúde pública” que inclui o então presidente da Copasa, Ricardo Simões, e a contadora geral do Estado, que poderão ser condenados por improbidade administrativa. A conta do MPE chega a R$4,3 bilhões de Reais.
Ora, o governo mineiro gastou, desde 2003, com a promoção pessoal de Aécio, 1,3 bilhão de Reais, 1,6 bilhão com o Centro Administrativo, centenas de milhões com consultorias suspeitas e inúteis.
         E agora vem Aécio reclamar da tramitação da emenda 29 no Congresso. Isso só pode ser “vacina política”.
         Dificultado o calote, pela regulamentação da emenda 29, os deputados aecistas na Assembleia mineira estão desesperados e confessam o crime: “não sabemos de onde vamos tirar os 700 milhões de Reais, para cumprir a Emenda”, diz Zé Maia, relator da Lei Orçamentária. Eis o reconhecimento do “cano” dado no estado, desde 2001.
         A “emenda” de Aécio, em seu textículo semanal, ficou muito pior que o soneto. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Entenda a Privatização Tucana

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amaury privataria tucana fhc serra aecio
do Minas sem censura
O que é e que não é o livro de Ribeiro Jr.?
Há grandes expectativas no ar. Lançado em entrevista coletiva, dada a um seleto grupo de blogueiros "sujos" (apelido posto por Serra a quem dele discordava, na blogosfera em 2010), o livro de Amaury Ribeiro Jr., "A Privataria Tucana", Geração Editorial, criou muitas especulações e merece ser, antecipadamente, definido naquilo que é e que não é. 

O Minas Sem  Censura esteve presente, com muita honra, a esse momento histórico do  jornalismo investigativo brasileiro, junto com os jornalistas/blogueiros Altamiro Borges (Blog do Miro), Conceição Lemes e Luiz Carlos Azenha (Viomundo), Fernando Brito (Tijolaço), Luis Nassif (Blog do Nassif), Renato Rovai (Blog do Rovai) e Escrevinhador (Rodrigo Vianna). 

Juntos com centenas de blogueir@s e twiteir@s como PHA, Stanley Burburinho, Beto Mafra, Zé de Abreu, dentre tantos que fazem a mídia comercial estremecer, e que foram responsáveis pela difusão do lançamento mundo afora e por esgotar a tiragem de 15 mil exemplares num único dia. A mídia comercial,  por sinal,  acompanhou avidamente a Twitcam. Além dela, não foram  poucos os escalados nos palácios governamentais para acompanhar o  evento. Alguns provavelmente dando gargalhadas, outros com justificada  preocupação.

Antes de mais nada, é bom informar: a fama prévia da obra em tela não advém de um plano diabólico dos blogueiros fedorentos e das blogueiras sujas. Não. Foram os inimigos tucanos de Amaury Ribeiro Jr. que o impeliram ao trabalho de consolidar o livro, quando o atacaram na campanha eleitoral do ano passado. E foram seus próprios inimigos que deram notoriedade à obra, antes mesmo que estivesse impressa. Coisas da dialética e do mercado.

Mas, o que "A PRIVATARIA TUCANA" (em caixal alta mesmo) especificamente é?

É a descrição de um dos ramos da "privatização das privatizações" ocorrida em ninho tucano. Ou seja, tivemos as nefastas privatizações de patrimônio público, concretizadas nos anos FHC. Destas, várias subespécies tucanas articularam seus modos de levar vantagem em cada uma delas, certo? A subespécie focada por Ribeiro foi a "serrinus-preciadus" (que inclui a "verônicus" bill gates ), com seus primos "ricardus-sergius" etc. Tal subspécie interagiu tranquilamente com outras: com a "daniel-veronica-dantus", com a "jereissatus" e outras mais. E todas elas, citadas ou não citadas no livro, bicaram o patrimônio público a tal ponto que, como meros indivíduos das várias sub-espécies, sem tradição e sem patrimônio significativo antes das privatizações, tornaram-se milionários da noite para o dia. Vivem seus nababescos estilos de vida, custeados pela drenagem de percentuais significativos de um dos maiores processos de depleção de patrimônio público, ocorridos no auge do tesão neoliberal em todo o planeta.

O livro descreve e documenta - fartamente - os descaminhos da internalização de parte do dinheiro das privatizações, cuja função foi remunerar as quadrilhas de operadores do tempo dos leilões: paraísos fiscais, brechas legais, títulos podres superfaturados, falências fraudulentas, empresas-caixas postais, deságios imorais de dívidas com o Banco do Brasil, tudo isso é encaixado, com maestria, pela letra viva do jornalista mineiro.

Portanto, ainda que bombástico e denso, o livro do Amaury é a história de apenas uma linhagem da subespécie tucana. Falta ainda a "Mendonças-de-barrus", que lidera o que se chamou de núcleo duro do tucanato, sempre sob a batuta de FHC. Onde a subspécie "andrea-aecius" se encaixaria?

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Guerra de Aécio com Serra foi que abriu a caixa preta da "privataria"

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do Blog Contexto Livre
amaury jose serra e Aecio neves privataria psdb
Livro “A Privataria Tucana” nasceu do pedido de Aécio Neves para que o jornal Estado de Minas investigasse o rival José Serra; escrito pelo jornalista investigativo Amaury Ribeiro Júnior, o livro traz revelações importantes sobre como o ex-governador paulista, seus operadores, seu genro e até sua própria filha enriqueceram com a venda de estatais
O livro mais anunciado, comentado e aguardado por aqueles que se intitulam “blogueiros sujos” está nas livrarias. Escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior, a obra “A Privataria Tucana” vem sendo anunciada desde a campanha presidencial de 2010, quando Amaury se tornou personagem da história, ao ser acusado de quebrar o sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do então candidato José Serra. O episódio fez com que Fernando Pimentel, hoje em seu inferno astral, perdesse espaço na campanha para os paulistas liderados por Rui Falcão e Antonio Palocci. Amaury submergiu e se dedicou a concluir seu livro, lançado nesta sexta-feira pela Geração Editorial, do jornalista Luiz Fernando Emediato. É um trabalho que traz revelações importantes sobre a era das privatizações, expõe de forma clara o tráfico de influência comandado por Serra e seus operadores, especialmente o tesoureiro Ricardo Sérgio de Oliveira, e revela ainda como uma guerra interna no ninho tucano deu origem a toda essa história. Ex-repórter do Estado de Minas, que lutava para emplacar Aécio Neves como presidenciável, Amaury recebeu a encomenda de investigar a vida de José Serra. O resultado são as 343 páginas de “A Privataria Tucana”.
Em 2009, Aécio e Serra disputavam a indicação tucana para concorrer à presidência. O mineiro defendia prévias e o paulista se colocava como “o primeiro da fila”. Amaury, que vivia em Belo Horizonte, foi chamado por seus patrões para a missão quando o Estado de S. Paulo publicou um texto intitulado “Pó pará, governador?”, um tanto estranho para os padrões austeros da família Mesquita, pois, já no título, insinuava que Aécio seria um cocainômano – e que, portanto, não poderia sonhar com a presidência. A partir daí, veio a resposta mineira. Segundo Álvaro Teixeira da Costa, dono do Estado de Minas, São Paulo não deveria mexer com Minas, pois os mineiros também saberiam lutar.
Amaury recebeu a encomenda e disse aos patrões que a fragilidade de Serra residia nas privatizações. E assim começou a investigá-lo, bem como a seus principais operadores: Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor do Banco do Brasil, e Grégorio Marin Preciado, casado com sua prima. No meio do caminho, Amaury descobriu as contas usadas por Ricardo Sérgio, Gregório e até pela filha de Serra, Verônica, e por seu genro, Alexandre Bourgeois.
Eis algumas das revelações do livro:
  • Carlos Jereissati, dono da Oi, usou sua empresa Inifinity Trading, sediada em paraísos fiscais, para pagar propina a Ricardo Sérgio de Oliveira, na empresa Franton Enterprises.
  • A propina pela compra da Oi, segundo o autor do livro, seria próxima a R$ 90 milhões. Jereissati e seus parceiros chegaram ao leilão sem recursos e foram socorridos por fundos de pensão, comandados por Ricardo Sérgio de Oliveira e seu braço direito João Bosco Madeiro.
  • Ricardo Sérgio de Oliveira, que era chamado de “Mr. Big” e se tornou amigo de Serra por intermédio de Clóvis Carvalho, comprou prédios inteiros em Belo Horizonte, que depois foram também vendidos a fundos de pensão estatais. O livro traz documentos e procurações usadas por Ricardo Sérgio e seus laranjas.
  • Na privatização da Vale, vencida por Benjamin Steinbruch com recursos dos fundos de pensão, num consórcio organizado por Miguel Ethel e José Brafman, a propina teria sido de R$ 15 milhões.
  • Gregório Marin Preciado, “primo” de Serra, organizou o consórcio Guaraniana, que, também com dinheiro dos fundos de pensão, comprou várias distribuidoras de energia no Nordeste, hoje pertencentes ao grupo espanhol Iberdrola.
  • Preciado e Ricardo Sérgio jogavam juntos. Boa parte dos depósitos recebeidos pela Franton Enterprises, de Ricardo Sérgio, eram feitos pelo “primo” de Serra. As movimentações da dupla, documentadas no livro de Amaury, somam mais de US$ 20 milhões. Preciado e Serra também aparecem como sócios num terreno em São Paulo. Também na era Serra, o Banco do Brasil teria reduzido uma dívida de R$ 448 milhões de Preciado para míseros R$ 4,1 milhões.
  • O livro também aborda a sociedade entre a empresa Decidir.com, de Verônica Serra, filha do ex-governador tucano, com o grupo Opportunity, de Daniel Dantas. A Decidir.com, voltada para leilões na internet, recebeu cerca de R$ 10 milhões em investimentos, mas nunca apresentou resultados. Em abril de 2002, a empresa foi dissolvida.
  • Tanto Verônica Serra como Ricardo Sérgio de Oliveira utilizaram a mesma empresa, a Citco, para abrir suas contas no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas.
Além disso, o livro também revela como Serra teria usado o governo de São Paulo para contratar a empresa Fence e espionar adversários políticos – era essa, aliás, uma das encomendas iniciais do Estado de Minas: descobrir por quem Aécio vinha sendo seguido em suas constantes noitadas cariocas. Por último, depois de se dedicar à guerra interna dos tucanos, Amaury escreveu sobre a guerra interna do PT, na campanha de Dilma, entre os grupos de Fernando Pimentel e Antônio Palocci.
O que talvez comprove que PT e PSDB têm muito mais semelhanças do que diferenças. Uma boa sugestão para o répórter seria um lviro sobre a "privataria" petista, com recursos do BNDES, dos fundos de pensão e até do FGTS.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Educação: Aecio e Anastasia promovem diretores a Espiões em Minas

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Diretores de Escolas em MG:
Promovidos a espiões!
O governo tucano mineiro proibiu a veiculação, nas escolas, de material sindical informativo da votação na ALMG, sobre o projeto de lei que desconstitui a carreira dos professores e demais servidores da educação em Minas.
Nenhum governador, no passado recente, adotou uma postura semelhante. Para se ter uma idéia, nem o polêmico Newton Cardoso fez algo assim. Anastasia, com essa atitude, se nivela aos governadores nomeados pelo Regime Militar.
Quem diria...
Pompílio Canavez, vice líder do PT, reagiu: “os banqueiros que enfrentei disputavam as versões dos fatos, com os movimentos sindicais combativos; não me lembro de ver tentativas de proibir panfletagens nas portas dos bancos. E se Sind-UTE for panfletar nas portas das escolas? Vai ter prisão?”
Antônio Júlio, líder do PMDB, na ALMG, foi sintético: “esse pessoal da Secretaria de Educação do governo não tem limites; onde já se viu vetar o direito de manifestação?”
Já Rogério Correia dispara: “se o governo Anastasia tem convicção de seu acerto com o tal projeto aprovado, talvez até mesmo com votos de pianistas, por que não critica e denuncia os deputados que votaram contra ele?”
Com todos os recursos da mídia comercial, maioria na Assembléia, com o Dr. Aeceu no MP, o tribunal de contas amordaçado, ainda assim, Anastasia orienta os diretores e diretoras a “acompanhar a notícia” veiculada pelo sindicato, denunciando deputados. Sinceramente, transformar diretores em arapongas? Aí é demais!
Abaixo a repressão, Adolf Anastasia!
Anexo: cartaz sindute-educa.pdf

Fonte Minas sem censura