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sábado, 30 de março de 2013

Minas Gerais tem epidemia de dengue com 37 mil casos e 31 mortes

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Situação foi agravada pela volta do tipo 4 do vírus, que não circulava no Estado há mais de 20 anos


MARCELO PORTELA - Agência Estado
BELO HORIZONTE - O Estado de Minas Gerais vive uma epidemia de dengue, doença que já causou 31 mortes e atingiu 37.821 pessoas apenas nos três primeiros meses de 2013. E a situação deve se agravar nos próximos dias, já que parte das 148.351 notificações de suspeita da doença recebidas este ano pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) ainda está sob investigação.
Os números de casos confirmados e mortes causadas pela dengue em Minas Gerais já superam os registrados em 2011 e 2012. O problema, segundo a SES, é agravado pela incidência do tipo 4 do vírus, que não circulava naquele Estado há mais de 20 anos, o que faz com que pessoas mais jovens não tenham imunidade contra a doença.
Para poder receber pacientes com suspeita de dengue, a prefeitura de Belo Horizonte determinou que os 14 postos de saúde da capital funcionem durante todo o feriado da Semana Santa. Em balanço divulgado na quarta-feira (27) a Secretaria Municipal de Saúde informou que a cidade já tem 5.760 casos confirmados da doença, sendo que duas pessoas morreram.
A secretaria informou também que foi descartada a suspeita de que uma grávida de 26 anos tivesse sido vítima de dengue hemorrágica. A mulher, que estava grávida de oito meses, morreu na terça-feira (26) e a suspeita é de que ela tivesse sido mais uma vítima da dengue, mas, de acordo com a secretaria, investigação epidemiológica confirmou que ela era portadora de corioaminionite e foi vítima de um choque séptico. O feto também não resistiu. 

sexta-feira, 29 de março de 2013

Aécio Neves chama a cavalaria de Wall Street para socorrer sua candidatura

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Aécio Neves chama a cavalaria de Wall Street para socorrer sua candidatura
Junho de 2009 - Aécio, em Wall Street, recebe martelo de leiloeiro, um incentivo para vender a 'Petrobrax'.
O então governador vistou a Bolsa de Nova York,  para participar da festa dos investidores estrangeiros com os lucros recebidos da CEMIG, vindos do aumento da conta de luz paga pelo povo mineiro.
http://www.nyse.com/events/1244628775818.html

Depois de não conseguir a adesão nem da ala serrista do tucanato para sua candidatura presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi buscar reforços nos EUA.

Com articulações de FHC, os tucanos decidem contratar para conselheiro de estratégia política o guru David Axelrod, um ex-alto funcionário da Casa Branca e conselheiro político de Bill Clinton, Obama e outros figurões da política estadunidense.

Com isso, Aécio consolida sua candidatura como subalterna aos EUA, bem ao gosto do tucanato, e apoiada pelos gringos, cuja reciprocidade esperada é a entrega do pré-sal, a retomada do projeto "PetrobraX" de privatização da empresa em fatias, e aumento dos juros pagos aos banqueiros de Wall Street.

Aliás, em junho de 2009, quando ainda era governador de Minas, Aécio esteve na Bolsa de Valores de Nova York, para festejar a entrega dos lucros da CEMIG, do jeito que os investidores estrangeiros gostam, após aumentar a conta de luz da Cemig em seu governo.

Na ocasião, em que ele ainda disputava a pré-candidatura presidencial com Serra para 2010, ganhou de presente um simbólico martelo de leiloeiro. Um recado claro de apoio dos gringos à privataria tucana, de olho grande no pré-sal e na "PetrobraX"

Do blog os Amigos do Lula

domingo, 24 de março de 2013

Aécio Neves torra 63% dos vôos com dinheiro público, para baladas no Rio

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Você acha certo o senador por Minas, Aécio Neves (PSDB-MG), ir beber chopp no Bar Cervantes do Rio, com passagens aéreas pagas com dinheiro público do Senado?

Senador usa mais verba para ir ao Rio que a BH
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,senador-usa-mais-verba-para-ir-ao-rio-que-a-bh-,1012625,0.htm

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) deflagrou nova crise no Senado sobre passagens aéreas pagas com dinheiro público porque, em vez de usá-las para trabalho relacionado ao mandato, estaria usando para diversão, baladas e fins privados.

Levantamento publicado no jornal paulista "Estadão" mostra que 63% das viagens de Aécio bancadas pela verba para passagens aérea do Senado (portanto, com dinheiro público) foi para o Rio de Janeiro.

Só 27% das viagens foram para Minas Gerais, estado que ele deveria representar oficialmente, e o gasto teria justificativa.

A ideia de senadores ter passagens aéreas pagas com o dinheiro público, é para viajar a trabalho do mandato, como viajar a seus Estados e manter contato com os eleitores que ele representa. Ou então viajar a trabalho para algum evento que seja importante para o interesse público do Estado.

Essa verba não é para diversão, não é para passar os fins de semana nas baladas do Rio de Janeiro, abandonando Minas. Se quer se divertir, fazer turismo, badalar, viajar para fins privados, que pague com dinheiro de seu próprio bolso, em vez de meter a mão nos cofres públicos.

Imprensa mineira é censurada, e tira notícia do ar

O "Minas sem Censura", bloco de oposição aos tucanos mineiros, denuncia que os sites dos jornalões mineiros estão dando o vexame de apagar essa notícia, para blindar Aécio.

Só confirma a fama da velha imprensa mineira ser censurada com mão  de ferro pelo tucanato que está no governo mineiro.

Em tempo: o fato do "Estadão" ter publicado essa matéria, indica que tem o dedo de "serristas" por trás dela. O PSDB paulista da facção de José Serra (PSDB-SP) está em pé de guerra para detornar a pré-candidatura de Aécio.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Aécio Neves e Eduardo Campos: Os candidatos dos banqueiros e dos milionários

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A notícia da Folha diz que, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), não tem passado uma semana sem falar com um grande executivo. Não nega pedidos de audiências em cima da hora e propagandeia seu Estado como laboratório de atração de negócios.
 
Já o senador Aécio Neves (PSDB-MG)  além de se concentrar em buscar unidade interna de seu partido, usa o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como avalista junto ao setor produtivo, bancário e da construção civil. O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) atua da mesma forma.

Naturalmente, ninguém revela seus contatos para não os expor a retaliações. Entretanto, a Folha apurou as recentes conexões de ambos.

Eduardo Campos teve uma conversa com a cúpula do banco Santander, e mantém contato regular com Jorge Gerdau, que preside a Câmara de Gestão da Presidência, e Sérgio Andrade, da Andrade Gutierrez.

Na quinta passada, o empresário Flávio Rocha, dono da rede de lojas Riachuelo, ofereceu-lhe um jantar em São Paulo para apresentá-lo aos líderes varejistas. É na capital paulista que o "socialista" mais tem desembarcado para reuniões dessa natureza.

Aécio, que governou Minas por dois mandatos, tem boa relação com Gerdau, Andrade e Luiz Nascimento, da Camargo Corrêa, e é próximo de Robson Andrade, da Confederação Nacional da Indústria.

Via caciques tucanos, tem apoio de  Roberto Setubal, do Itaú, e com a cúpula do Bradesco. Setubal foi um dos banqueiros que procuraram  Eduardo Campos após as eleições de 2012.

"Minha velocidade não é a de quem está numa corrida de cem metros. A largada é importante, mas estou focado na chegada. Minha largada tem de ser consistente", disse Aécio a um interlocutor que observou o ritmo de Campos.

A exemplo de Gerdau e outros, Marcelo Odebrecht, da empreiteira que leva seu sobrenome, tem laços com todos os lados. Próximo a Aécio, o empresário tem se aproximado também de Campos, e celebrado diversos contratos para obras no Estado. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Aécio declara 'não ter carro', mas Joaquim Barbosa culpa banco por ocultação de bens

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Oficialmente, o "pobre" Aécio Neves (PSDB-MG) nem sequer tem carro, conforme declaração de bens ao TSE. Na vida real, leva uma vida nababesca usando uma frota de carros importados de alto luxo, cujas despesas são descarregadas na rádio de sua propriedade, num suposto caso clássico de ocultação de patrimônio e sonegação fiscal.

GOVERNADR AÉCIO NEVES SONEGAÇÃO FISCAL  Joaquim Barbosa BATMAN

O presidente do STF, Joaquim Barbosa, criticou os bancos, chamando-os de "lenientes" com a lavagem de dinheiro. Longe de mim defender os banqueiros que, muitos, de fato não querem nem saber se o dinheiro é sujo ou limpo, querem saber é só de lucrar. Mas a crítica está completamente fora de foco para quem é a autoridade máxima do poder judiciário.

Reclamar de bancos que seriam coniventes em casos de lavagem de dinheiro é como reclamar de um traficante de armas por traficar armas, pedindo para ele ser bonzinho e fiscalizar a si mesmo para não cometer crimes.

De nada adianta dizer isso, se quem deve reprimir e dissuadir os crimes ficar empurrando a responsabilidade para os outros.

Se os bancos são lenientes é porque o próprio Judiciário e o Ministério Público estão sendo lenientes com os bancos. Afinal no que resultou a descoberta da "lavanderia" do Banestado? Meia dúzia de bagrinhos foram pegos, mas os tubarões escaparam impunes. E a Privataria Tucana? E o caso Alstom da propina a tucanos paulistas, que anda rápido nos tribunais europeus e a passos de tartaruga nos tribunais brasileiros? E a operação Satiagraha e a Castelo de Areia? Está nas mãos do STF julgar se as provas são válidas. Por que não coloca em julgamento e faz o processo andar? E o "mensalão tucano" que tem até cheques e recibos bancários como prova nos autos? E a lista de Furnas, que também tem confissão de executivos de multinacional confirmando o esquema? Tudo isso não depende de bancos e sim do próprio judiciário fazer os processos andarem.

Que culpa tem um gerente de banco se uma empresa, que ele não conhece, com CNPJ e Contrato Social na Junta Comercial, regularizada e se nada consta contra ela, abre uma conta de pessoa jurídica e movimenta a conta?

Como um gerente de banco honesto iria adivinhar se aquela empresa seria "laranja" do bicheiro Carlinhos Cachoeira, por exemplo, ou se exerce atividades legítimas quando movimenta a conta? Cabe ao banco avisar ao COAF de movimentações a partir de determinado valor ou suspeitas, como manda a lei, e todos os bancos fazem isso até de forma automática, informatizada. Já o Procurador Geral da República tinha a faca e o queijo na mão desde 2009, a partir da Operação Vegas da Polícia Federal para desbaratar a quadrilha do bicheiro, mas deixou engavetada durante todo o ano de 2010 e 2011.

Quem foi "leniente" neste caso? O banco ou o Procurador Geral?

O ministro Joaquim Barbosa falou também em ocultação de valores:

"Enquanto instituições financeiras não visualizarem a possibilidade de serem drasticamente punidas por servirem de meio para a ocultação da origem ilícita de valores que se encontram sob a sua responsabilidade, persistirá o estímulo à busca do lucro, visto como combustível ao controle leniente que os bancos fazem sobre a abertura de contas e sobre a transferência de valores", disse.

Daí chegamos a outro caso. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi pego em flagrante numa blitz de trânsito no escândalo do bafômetro, na madrugada de 17 de abril de 2011. O que seria apenas uma infração de trânsito ao se recusar a soprar o bafômetro (grave, uma vez que dirigir bêbado coloca vidas em risco), abriu uma caixa de pandora com fortíssimos indícios de ocultação de patrimônio e sonegação fiscal.

A partir da placa do veículo de luxo Land Rover multado, descobriu-se que a rádio Arco-Íris do tucano, tem uma inusitada frota de veículos de luxo. Um deles era o usado pelo senador na balada no Rio de Janeiro na madrugada do bafômetro, nada tendo a ver com veículo de trabalho de uma rádio em Belo Horizonte. Qualquer fiscal ou auditor principiante imediatamente identifica no fato o clássico método de sonegação fiscal, de jogar despesas pessoais em despesas da empresa, para diminuir o lucro em vez de pagar imposto de renda.

Além disso, há o claro indício da ocultação de patrimônio pessoal na empresa, a ponto do tucano declarar não ter carro (ver tela do TSE na figura acima). Isso tudo gera a obrigação do Procurador Geral investigar se não há algum tipo de lavagem de dinheiro por trás, tamanhas são as suspeitas geradas pelos próprio fatos.

Os deputados estaduais de Minas Gerais apresentaram representação pedindo investigação destes fatos ao Procurador Geral da República há quase dois anos, e até hoje só tiveram resposta de que estava na gaveta, sem providências. E aguardam uma abertura de inquérito até hoje. Repetindo: há quase 2 anos!

Enquanto isso, o IPVA, o seguro, a manutenção, talvez o financiamento, se houver, a depreciação da frota de luxo, tudo isso e sabe-se lá mais o quê continua sendo pago nas contas bancárias da rádio, em vez de ser pago com a renda pessoal APÓS pagar impostos, como tem que fazer qualquer trabalhador ou empresário honesto.

Que culpa tem o banco disso? É o banco ou o Procurador Geral que está sendo "leniente"?

segunda-feira, 11 de março de 2013

Por que o 'mensalão tucano', a Lista de Furnas, e os processos contra Aécio no STF não andam?

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mensalão Tucano Aecio neves PSDB com joaquim barbosa

Hoje o colunista Claudio Humberto, que não é lá essas coisas, mas que entende de demotucanos, soltou essa nota, dos sonhos da assessoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG):
Aécio Neves e Joaquim andam conversando, e muito.
Dois campeões de audiência em pesquisas de intenção da votos para presidente da República, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, andam conversando, e muito. Eles se encontraram casualmente na noite de Brasília, mas depois as conversas ficaram freqüentes. Os amigos comuns sonham com essa “chapa perfeita” na eleição de 2014.
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Eles sabem.
Tanto Aécio Neves quanto Joaquim Barbosa gostam de frequentar o bar Balcony 412, o favorito de quem sabe das coisas em Brasília.
Em 9 de dezembro de 2012, foi a vez do colunista Lauro Jardim, outro que entende de demotucanos, publicar na revista Veja:
Aécio e Joaquim.
Na sexta-feira, 30, dia seguinte da festa oficial de posse de Joaquim Barbosa, o novo presidente do STF foi homenageado em nova comemoração.
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Sem as dezenas de convidados institucionais da noite anterior, desta vez os presentes eram os amigos mais íntimos — uns sessenta no total. Só um político compareceu: Aécio Neves.
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Antes que alguém infira que o julgamento do mensalão mineiro possa vir a ter alguma amaciada, é bom lembrar: Joaquim Barbosa já declarou voto em Lula e em Dilma e nada disso afetou-o no julgamento do mensalão.
Essas notas, se mostram trânsito do senador tucano dentro do STF, o que, inclusive, lhe dá prestígio e rende adesões de outros políticos encalacrados com a Polícia Federal, pega mal para o presidente do STF e para a côrte que preside.

Afinal o 'mensalão' tucano não anda no STF com o mesmo empenho que tiveram para julgar o 'mensalão' que atingiu petistas. Há intensas articulações demotucanas para o judiciário abafar as investigações sobre a Lista de Furnas.

Além disso, em maio vai fazer dois anos que a representação denunciando Aécio e a irmã dele, Andrea Neves, por ocultação de patrimônio e sonegação fiscal, está na gaveta do Procurador-Geral da República, Roberto Gurgel, sem abrir inquérito.

Todo esse quadro passa a imagem desalentadora ao povo brasileiro de que a Justiça no Brasil é diferente para uns e outros, a depender das relações de amizade.
dos blog Amigos do Lula

Serristas abandonam Aécio. Deu xabu?

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A oposição midiática - e o seu dispositivo partidário formado por PSDB, DEM e PPS – fez de tudo para inflar a candidatura de Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB. A tática era cristalina: rachar a base governista para viabilizar um postulante da direita na eleição de 2014. Até agora, porém, a jogada deu xabu! O fortalecimento de Eduardo Campos está esvaziando a candidatura de Aécio Neves, o cambaleante presidenciável tucano. Artigo do jornal Valor desta semana confirma a desgraceira!
Segundo Caio Junqueira e Murillo Camarotto, “a ala do PSDB ligada ao ex-governador de São Paulo José Serra intensificou nos últimos dias conversas com interlocutores do PSB de Eduardo Campos sobre o cenário presidencial de 2014. O movimento foi impulsionado por uma divisão crescente na bancada federal do PSDB paulista. Parte dela está incomodada com o papel secundário dispensado a Serra no debate sobre os rumos do partido e o consequente protagonismo assumido pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG)”.
Outra parte, ainda segundo o jornal Valor, sente-se desprestigiada por Geraldo Alckmin. “Acusam-no de contemplar com espaços no governo e no partido apenas os mais próximos a ele. Diante disso, há receio quanto às condições eleitorais que esses parlamentares vão enfrentar em 2014”. Neste cenário de violentas bicadas, a convenção do PSDB marcada para maio pode resultar num novo racha na legenda. “Basta que Serra não concorde com o arranjo que lhe for oferecido. Aí pode ganhar corpo a hipótese Serra-Eduardo”.
Num PSB que também não é homogêneo, a ala ligada ao governador pernambucano já percebeu as fraturas no ninho tucano e se movimenta para atrair os serristas. Conta nesta missão com a ajuda do Roberto Freire, presidente do PPS, que investe na ideia de montar um novo partido para abrigar o seu amigo José Serra e para viabilizar o apoio a Eduardo Campos. “Se pudesse juntar essas duas forças, seria interessante”, antecipa o chefão do PPS. Na semana passada, Campos e Freire se reuniram para tratar do assunto.
Toda esta movimentação deve dar uma baita ressaca no mineiro Aécio Neves. Caso os serristas migrem para a provável candidatura do cacique do PSB, o cambaleante presidenciável tucano ficará pendurado na brocha. Na semana passada, Aécio telefonou para Serra convidando-o a participar de um seminário do PSDB em Goiânia. O paulista não foi. O clima é de desconfiança. Em 2010, Aécio não fez muito esforço na campanha de Serra; agora, a vingança seria maligna. A manobra da oposição midiática e partidária pode dar xabu!
Miro Borges
No Justiceira de Esquerda

Conheça a mulher que tira o sono de Aécio Neves

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Andréa Falcão: advogada, centrada e extremamente rigorosa. Esta é a ex-esposa de Aécio que vem assombrando o esquema montado em torno de seu ex-marido

Ex-esposa de Aécio Neves, Andréa Falcão mora no Rio de Janeiro com a filha do casal, Gabriela. Ela e Aécio foram casados por oito anos. Separados há catorze anos, Andréa tem hábitos saudáveis e esportivos sendo considerada pelos amigos uma atleta. Discreta e reservada, poucos sabem de suas atitudes que colocam em risco o projeto de Poder construído pela família Neves após a morte de Tancredo.
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Senador Aécio Neves (PSDB-MG) – Foto: aBr
Embora apresentado como político, Aécio Neves na verdade é apenas um produto comercial como tantos outros disponíveis no mercado, fruto de pesados investimentos publicitário. A início patrocinado por seu padrasto, o falecido banqueiro Gilberto Faria, em curto espaço já servia ao pesado esquema de desestatização e desnacionalização da economia montado pelo ex-presidente FHC.
Eleito em seu primeiro mandato de deputado federal e Constituinte por Minas Gerais pelo PMDB, Pimenta da Veiga viu em Aécio a possibilidade do PSDB se apropriar da imagem de Tancredo Neves. Porém, como hoje, na época Aécio não tinha gosto pela política, tinha que ser constantemente cobrado e policiado.
Entretanto, como sua carreira política tornava-se cada vez mais lucrativa, montou-se em sua volta uma eficiente estrutura com membros de sua família e políticos que viram nele a parceria ideal para ocupar o espaço político deixado por seu avô, Tancredo. Contudo, seus familiares e parceiros não contavam com um fato novo, o casamento de Aécio com Andréa Falcão.
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Segundo amigos de Andréa, rígida por princípios, passou a questionar o comportamento de Aécio e a farsa montada para manter sua imagem. À amigos ela reclamava que isto impedia que Aécio amadurecesse.
Separada de Aécio em 1998, procurou organizar sua vida, porém, com a eleição de Aécio para governador em 2002, no intuito de passar para a população uma imagem de homem de família, o esquema passou a utilizar sua filha Gabriela, sendo histórica a presença da mesma em sua posse.
Sabedora do que realmente ocorria, Andréa passou a questionar esta utilização com receio de que a exposição, as companhias e hábitos de Aécio fossem prejudiciais à sua filha. Entretanto, o esquema montado em torno de Aécio insistiu, mesmo diante de sua recusa.
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Aécio Neves acompanhado de Andréa Falcão, sua ex-esposa
Esta prática foi bastante reduzida nos últimos anos de governo de Aécio Neves, contudo, o mal já havia sido concretizado. Com a denúncia dos deputados mineiros Sávio Souza Cruz (PMDB) e Rogério Correia (PT) de enriquecimento ilícito dos irmãos Andréa e Aécio Neves perante a Procuradoria da República e Receita Federal descobriu-se uma gigantesca movimentação financeira de Aécio nos Estados Unidos.
Constatou-se que os maiores depósitos coincidiam com as datas das viagens de Aécio Neves a Aspen, uma estação de esqui no Colorado, para onde Aécio se dirigia sobre a justificativa de que estaria levando a filha para esquiar. As suspeitas aumentaram ao se descobrir que as viagens foram feitas em jatinho fretado sem que sua bagagem passasse por qualquer alfândega, seja no Brasil ou USA.
A área de inteligência da Receita Federal descobriu que uma integrante da inteligência da PMMG, conhecida como PM2, havia relatado uma discussão entre Aécio e Andréa Falcão, onde ela, de maneira enérgica, reclama; “deixe minha filha fora dos seus rolos, não quero que fique utilizando ela para servir de justificativa para você fazer o que faz”, Aécio pergunta. “Que rolo?”; Andréa Falcão responde; “levar estas malas de dinheiro e diamante para Aspen”.
Este procedimento encontra-se desde o final do ano passado nas mãos do procurador geral, Roberto Gurgel, parado. Segundo amigos de Andréa Falcão, se ela for convocada a esclarecer os fatos ela irá contar tudo que sabe para defender sua filha. Pelo visto a família Neves finalmente terá a oportunidade de constatar que Andréa Falcão sempre falou sério.
O senador Aécio Neves, consultado sobre o tema que seria abordado na matéria, optou por nada comentar e Andréa Falcão recusa-se a falar com a imprensa.
Novo Jornal via Pragmatismo politico

quarta-feira, 6 de março de 2013

Após ser criticada por Aécio, Dilma diz que combater pobreza 'não é milagre'

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Presidente foi criticada pelo tucano, que acusou governo federal de superer a pobreza 'por decreto'

BRASÍLIA - Um dia após o senador Aécio Neves (PSDB-MG) acusar o governo federal de superar a extrema pobreza por "decreto", a presidente Dilma Rousseff saiu em defesa dos programas sociais, ao discursar no 11º Congresso Nacional de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, em Brasília. Diante de uma entusiasmada plateia formada por pequenos agricultores, que gritava ao final de seu discurso "1, 2, 3, Dilma outra vez", a presidente afirmou nesta terça-feira, 5, que o combate à pobreza não é "nenhum milagre" e prometeu acelerar a reforma agrária, um dos principais pontos críticos da sua administração.
O rol de promessas no discurso, que durou mais de uma hora, foi extenso e variado. Começou com 240 mil cisternas em 2014 e 250 mil em 2015, passou pela valorização da profissão de professor e prometeu oferecer um kit englobando um "trio" - retroescavadeira, motoniveladora e caminhão caçamba - para 4855 prefeitos de cidades de até 50 mil habitantes, para que eles possam abrir estradas vicinais.
Por fim avisou que, depois da seca no Nordeste, o governo vai lançar um programa para ajudar os trabalhadores que perderam suas galinhas e as sementes, a fim de recuperar a sua criação e a sua plantação. Ao prometer aceleração da reforma agrária, com qualidade, Dilma avisou, sendo muito aplaudida: "eu nunca prometo o que eu não faço, não tem jeito, não prometo mesmo. Então vou prometer pra vocês uma coisa, nós agora, temos condição de fazer uma aceleração do processo de terras. E vamos dar terra com qualidade".
Dilma lembrou ainda que, mesmo as pessoas no campo sendo beneficiadas com terra, "elas têm direito ao Bolsa Família, tem direito a todos os benefícios que qualquer outro brasileiro tem".
Dilma repetiu bordões usados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao ressaltar que "governa com olhos e ouvidos abertos" e por isso estava ali com os trabalhadores rurais, a quem fez questão de cumprimentar vários, ao final da cerimônia. Depois de reiterar que "a extrema miséria é apenas o começo" e que "ninguém pode achar que depois de fazer isso deita e fica descansando, temos de trabalhar intensamente", Dilma continuou atacando o governo Fernando Henrique, sem citá-lo.
"Já teve época que acreditaram que era possível o País ser rico e o povo ser pobre, mas sobretudo na questão do Brasil sem Miséria, trata-se da gente perceber que temos de ter o compromisso de superar a pobreza extrema", prosseguiu Dilma. "A superação da pobreza extrema não é nenhum milagre, nenhum acaso, é fruto de trabalho sistemático, da vontade política, da decisão política de não aceitar conviver com a pobreza." 
FONTE:BLOG SE A RADIO NAO TOCA