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terça-feira, 30 de julho de 2013

Minas têm o Pior IDH-M do Sudeste e apenas o 9º do Brasil

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 Minas têm o Pior IDH-M do Sudeste
MINAS tem o pior IDHM do SUDESTE...
Segundo o ATLAS da ONU, MINAS aparece no Índice 
de Desenvolvimento Humano Municipal, com o menor
índice de educação,renda mensal per capita, expectativa 
de vida, da região SUDESTE, com 0,731. Estão faltando
programas sociais para melhorias nos MUNICÍPIOS
Aecio Neves do PSDB
Fonte Blog Foco Cidadão

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Aécio e Andréa Neves determinam mais outra devassa no Novojornal

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 Aécio Neves e Andréa Neves determinam mais outra devassa no Novojornal 
Utilizando a máquina policial e fiscal do Estado e a cumplicidade de alguns integrantes do MPMG e do TJMG irmãos Neves tentam vingança
Como dito em outras reportagens, fazer jornalismo em Minas Gerais transformou-se em atividade de alto risco, principalmente se a proposta for de uma linha editorial independente, não se sujeitando as determinações da censora oficial Andréa Neves.
Em 2008, Novojornal foi empastelado por forças da Polícia Militar, por determinação do então Procurador Geral, Jarbas Soares, a serviço de Andréa Neves, comandada pela promotora Wanessa Fusco dirigente da recém criada Promotoria de Crimes Cibernéticos.
De posse de uma medida cautelar concedida pela Juíza da Vara de Inquéritos de Belo Horizonte, apreendeu todos os equipamentos da redação, arquivos contábeis e os servidores do portal jornalístico, tornando-o indisponível na internet na terminação .com.br.
Quatro anos depois, o TJMG reconheceu o crime cometido contra o portal jornalístico e condenou o MPMG a devolver os equipamentos apreendidos, assim como liberar o acesso ao .com.BR. O que até hoje não foi obedecido. No acórdão os desembargadores relatam a violência e o absurdo praticado contra o Novojornal.
Insatisfeito com a perda no TJMG e diante da intransigente prática de liberdade de imprensa exercida por Novojornal, que vem mostrando ao País o que realmente ocorreu e ocorre em Minas Gerais, Andréa e Aécio Neves deram início a um projeto de vingança no intuito de desmoralizar e fechar o Novojornal.
Utilizando-se de um novo inquérito, desta vez na Delegacia de Crimes Cibernéticos da Polícia Civil, subordinada ao delegado Marcio Naback, conhecido por sua atividade criminosa em forjar provas e desaparecer com processos e documentos a serviço dos Neves e da conhecida “Gangue dos Castros”.
Neste processo depuseram o Procurador de Justiça, Jarbas Soares, o prefeito de BH, Márcio Lacerda, o Secretário do Governo Estadual, Danilo de Castro, o Desembargador José do Carmo e o Juiz Christiano de Oliveira Cesarino, relatando fatos que já se encontram sendo analisados pelo Poder Judiciário e na maioria já julgados de maneira favorável ao Novojornal.
Porém, como agora ficou provado o objetivo do inquérito não era analisar possíveis crimes de calúnia, injúria e difamação. E sim, servir de pretexto, para solicitar na já conhecida Vara de Inquérito outra medida cautelar, desta vez para quebra do sigilo, telefônico, fiscal, bancário, contábil e de e-mails, enfim promover uma devassa contra o Novojornal e seu diretor responsável.
Segundo o delegado Pedro Paulo Uchoa Fonseca Marques, o objetivo do procedimento havia modificado de calúnia e passara a investigar a possível pratica de extorsão. Durante o depoimento prestado pelo representante legal da empresa, Nova Opção, pessoa jurídica que edita o Novojornal, na presença do advogado Dr. Dino Miraglia o delegado informou:
“Nada foi encontrado a respeito de extorsão, nas gravações apareceram foram denuncias de práticas criminosas do delegado Marcio Naback em relação aos crimes ocorridos em Ipatinga por este motivo estarei enviando a questão para a corregedoria e Delegacia de Homicídios”.
Evidente que não era este o verdadeiro intuito das escutas telefônicas, elas visavam ter acesso às fontes do Novojornal o que se tornou inviável diante da maneira tradicional do diretor responsável do portal em contatar com suas fontes. Porém diante de mais esta derrota, partiram em busca de novas acusações e investigações. Quem estaria financiando o Novojornal?
Durante dias, permaneceram no mais completo sigilo na empresa de contabilidade que atende o Novojornal, fazendo minucioso levantamento em busca desta resposta, constrangendo e causando medo nos profissionais. Novamente infrutíferas foram as ações, pois todas as movimentações financeiras do Novojornal estavam rigorosamente contabilizadas.
Além da pouca publicidade em função da atitude de Andréa Neves em ligar pessoalmente para os anunciantes informando que eles estariam patrocinando um jornal contra o Governo de Minas, a origem dos recursos que mantiveram os principais investimentos do Novojornal nos últimos cinco anos eram provenientes de contratos de empréstimos conhecidos como “mútuo”, de sua antiga sócia para sociedade. Recursos estes obtidos da venda de patrimônio que lhe havia sido doado por seu pai.
Gerentes dos bancos assustados, funcionários do Novojornal foram constrangidos e ameaçados chegando alguns a pedir demissão por medo, prestadores de serviços literalmente subornados em busca de alguma informação que pudesse criminalizar a atividade do Novojornal.
Na delegacia o diretor responsável do Novojornal ciente de que se tratava apenas de mais uma armação optou por só falar em juízo.
Este é o estado de insegurança jurídica que se vive atualmente em Minas Gerais, onde quem ousa noticiar fatos desabonadores da conduta do senador Aécio Neves é perseguido pelos ocupantes do Governo que agem impunemente, pois contam com a submissão e cumplicidade de quem deveria fiscalizá-lo.
Marco Aurélio Carone
No Novojornalvia Contexto livre

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Aécio critica comissionados do Governo Federal, enquanto Minas mantém 14 mil cargos em comissão

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Apesar de ter 10% da população nacional, Minas Gerais mantém proporcionalmente seis vezes mais profissionais comissionados no Estado em comparação com o Governo Federal

O senador e ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), criticou fortemente a estrutura do governo Dilma Rousseff durante uma convenção estadual do partido em Santa Catarina no último domingo (14). O parlamentar bateu na tecla do número de ministérios e dos cargos em comissão mantidos pelo Governo Federal.
 
"É quase um tapa na cara da população brasileira termos 39 ministérios e 22 mil cargos comissionados, preenchidos exclusivamente pelo critério de filiação partidária. Vamos fazer diferente e melhor, porque o PSDB tem coragem de romper com estruturas falidas para iniciar um tempo novo no Brasil”, afirmou durante o evento.
 
Entretanto, o parlamentar se esqueceu que apesar de possuir apenas 10% da população nacional, Minas Gerais mantêm atualmente 14.767 cargos comissionados no Estado, o que representa 67% do total de cargos do Governo Federal proporcionalmente seis vezes mais servidores de comissão que a administração nacional.
 
Mas, em nota, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) de Minas Gerais informou que, do total de cargos, apenas 13.373 estão ocupados, sendo que "77,48% (10.361) são providos por servidores efetivos e 22,52% (3.012) são recrutamento amplo".
 
Já entre os 22.332 cargos comissionados do Governo Federal, 16.510 (73,92%) são preenchidos por servidores concursados e 5.822 contratados (26,07%). Os dados são do Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
 
Em novembro de 2011, o senador Aécio Neves fez a mesma crítica a projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que previa a criação de mais 90 cargos em comissão de Direção e Assessoramento Superiores (DAS) ligados à Presidência da República. Mas no mês de janeiro do mesmo ano, o governador de Minas, Antônio Anastasia, assinou um decreto autorizando a criação de mais 1.314 cargos comissionados até 2014.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Aécio, o senador “meio expediente”

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Atendendo aos apelos da mídia oposicionista, o senador Aécio Neves está deixando de lado seu perfil mais moderado, “mineiro”, para adotar uma atitude mais agressiva. Todos os dias ele eleva o tom do seu discurso e beira a histeria. Na semana passada, ele atacou duramente o ministro da Educação. “O descaso de Dilma com a educação é tal que Mercadante é ministro de meio expediente”, disparou. Neste ritmo, o cambaleante presidenciável tucano corre o risco de cair no ridículo. Basta recordar uma notinha recente do Estadão sobre as viagens constantes do cambaleante presidenciável tucano ao Rio de Janeiro.
Segundo a matéria, publicada em 24 de março, o “representante de Minas, o senador Aécio Neves fez para o Rio de Janeiro 63% das viagens bancadas pela verba de transporte aéreo (VTA) do Senado. Desde o início do mandato, ele pagou com dinheiro público 83 voos, dos quais 52 começaram ou terminaram na capital fluminense. Na maioria dos casos, embarca rumo ao Aeroporto Santos Dumont, o mais próximo da zona sul da cidade, onde passou parte da juventude, cursou a faculdade, mantém parentes e costuma ser visto em eventos sociais. O Senado pagou R$ 33,2 mil pelos voos a partir do Rio ou para a capital fluminense. Dos 25 que aterrissaram ali, 22 foram feitos de quinta a sábado; dos 27 que decolaram, 22 saíram entre domingo e terça”.
Ainda segundo a reportagem, “as passagens de Aécio pelo Rio costumam aparecer em colunas e redes sociais que, não raro, registram a sua presença em baladas e eventos cariocas nos fins de semana. Em tom bem-humorado, em 27 de agosto a imprensa do Rio registrou a participação do senador numa celebração do ‘PC (Partido do Chope)’, num bar em Copacabana, três dias antes. O Senado pagou R$ 939 pelo voo entre São Paulo e a cidade naquele dia, uma sexta-feira, e mais R$ 172 pelo trecho Rio-Belo Horizonte na segunda-feira seguinte. De 24 para 25 de novembro de 2011, quinta para sexta, o tucano foi fotografado em casa noturna de São Paulo deixando o aniversário do piloto Dudu Massa, na companhia de uma socialite. No sábado, foi para o Rio com passagem que custou R$ 420 ao Senado”.
Belo Horizonte, principal base para a sua eleição ao Senado, foi origem ou destino de apenas 23 viagens aéreas, ou 27%, dos 83 voos feitos desde 2011. É menos da metade das viagens com chegada ou partida no Rio de Janeiro. “Em 2013, Aécio bateu até mesmo senadores fluminenses na apresentação de passagens para o Rio. Até quinta-feira, a sua prestação de contas registrava cinco voos para ou a partir da cidade, ante um de Lindbergh Farias (PT), pré-candidato ao Palácio Guanabara. O tucano ‘empata’ com Francisco Dornelles (PP), que também voou cinco vezes; e ‘perde’ para Eduardo Lopes, do PRB, que pediu reembolso de 11 passagens”, descreve o repórter Fábio Fabrini. Não é para menos que o cambaleante presidenciável tucano já ganhou o apelido em Brasília de “quarto senador do Rio de Janeiro”.
Diante deste e de outros fatos escabrosos – como a blitz policial que reteve o senador por embriagues nas ruas cariocas -, ele devia ser mais cauteloso com suas críticas. Como diria o próprio Estadão no passado, “Pó pára, Aécio”. Neste sentido, a melhor resposta aos ataques do tucano partiu do deputado federal André Vargas (PT-PR) na Folha desta segunda-feira (15): “De meio expediente ele entende. No governo de Minas Gerais já era assim e, no Senado, passa metade da semana no Rio de Janeiro”.
Altamiro Borges
No Conversa Afiada

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Ação contra Aécio por ocultação de bens deverá ter parecer até agosto, diz Gurgel

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Ação contra Aécio por ocultação de bens deverá ter parecer até agosto, diz GurgelO senador Aécio Neves (PSDB-MG) deve ter em breve uma definição sobre a possibilidade de entrar na disputa eleitoral com o peso de uma investigação por suspeita de ocultação de patrimônio e sonegação fiscal sobre a cabeça. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou nesta sexta-feira, 12, que "nos próximos dias" emitirá parecer sobre a representação feita contra Aécio e a irmã dele Andrea Neves.

"Ainda não conclui esse exame. É uma questão que ainda está sendo examinada, mas haverá uma definição antes da conclusão do meu mandato, sem dúvida nenhuma", declarou Gurgel, cujo mandato termina no dia 15 de agosto, referindo-se à representação contra Aécio. 

O procurador-geral da República esteve nesta sexta-feira em Belo Horizonte para receber a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek, entregue pelo governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia (PSDB), mas que foi concedida a Gurgel em 2009, ainda durante a gestão de Aécio na administração estadual.

A representação contra o senador do PSDB de Minas Gerais foi apresentada à Procuradoria da República, em maio de 2011, por deputados que fazem oposição ao governo do Estado.

 A justificativa é de que Aécio declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de pouco mais de R$ 617 mil, mas foi flagrado numa batida policial da Lei Seca no Rio dirigindo um Land Rover. Aécio recusou-se a fazer o teste do bafômetro e contratou um taxista para dirigir o carro até a residência que mantém na capital fluminense.

O automóvel, avaliado em mais de R$ 300 mil, estava em nome da Rádio Arco-Íris, retransmissora da Jovem Pan em Belo Horizonte que pertence ao senador do PSDB, a Andrea e à mãe deles, Inês Maria Neves Faria. De acordo com a Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), a rádio tem capital social de R$ 200 mil. Mas a arco-íris tinha outros 11 carros na frota - pelo menos três importados. Aécio entrou na sociedade no fim de 2010, após deixar o governo de Minas Gerais e ser eleito para o Senado.

O caso deflagrou uma briga interna no Ministério Público Estadual (MPE) de Minas. Depois de o então procurador-geral de Justiça do Estado, Alceu José Torres Marques, arquivar representação para verificar se a Arco-Íris, que era dirigida pela irmã de Aécio, recebia recursos do governo estadual durante a gestão dele - na qual ela presidia o grupo técnico de comunicação da gestão estadual - integrantes do bloco Minas Sem Censura, de oposição ao Poder Executivo, fizeram nova denúncia ao MPE.

O promotor João Medeiros, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, chegou a instaurar inquérito civil para apurar repasses publicitários do Executivo, mas Marques avocou o expediente e, novamente, arquivou a denúncia. O caso foi parar no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que confirmou o arquivamento.(Informações MSN Notícias)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Aecio pede Auditoria dos gastos da Copa, mas trava CPI do Mineirão

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 Faça o que eu Digo: AS contradições de Aécio Neves
As declarações e atitudes dos tucanos em relação aos gastos com a Copa do Mundo de 2014 têm sido, no mínimo, contraditórias. 
Aecio Neves pede Auditoria dos gastos da Copa, mas trava CPI do Mineirão
No mesmo momento em que o senador Aécio Neves assina um manifesto e se pronuncia na tribuna do Senado pedindo auditoria dos gastos com a Copa, os deputados governistas - maioria na ALMG - se negam a assinar o requerimento para a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que poderá investigar possíveis irregularidades nas obras do estádio Mineirão. O documento precisa da adesão de 26 parlamentares, mas, até agora, apenas 22 assinaram o requerimento.
Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Ora, se é para investigar, que comecemos por Minas Gerais! Relatórios do Tribunal de Contas do Estado já apontaram irregularidades nas obras do Mineirão. Desde 2011, a Procuradoria Geral da República em Minas também investiga a Parceria Público-Privada (PPP) que foi firmada ente o governo do Estado e a Minas Arena com garantia de lucro para a concessionária.
No Senado, Aécio se faz de bom moço, mas, em Minas Gerais, usa a base do governo na ALMG para defender seus interesses. Esse é o jeito tucano de trabalhar!
Do Minas sem censura

sábado, 6 de julho de 2013

Aécio Neves, o cambaleante senador, sozinho, tem 25 assessores

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Aécio Neves, o cambaleante senador, sozinho, tem 25 assessores  
O cambaleante senador Aécio Neves (PSDB-MG), em seu papel de oposição, tem criticado o número de ministérios da presidência da República. Uma crítica incoerente com sua conduta, pois em seu gabinete no Senado ele tem 25 assessores. E senador não tem função executiva como tem a presidenta para justificar essa quantidade de assessores.
Além disso há certa lenda sobre o real aumento de estrutura ministerial. Da conta de 39 ministérios criticada, alguns são órgãos que já existiam e apenas ganharam status de ministério. É o caso do Banco Central, da Advocacia-Geral da União, do Gabinete de Segurança Institucional (antiga Casa Militar) e da Controladoria-Geral da União. E há dez secretarias dentro da estrutura da presidência da República. Grande parte já existia em governos passados ou eram estruturas de segundo escalão, sob outra hierarquia, que agora tem status de ministério. Sobram vinte e quatro órgãos com a nomenclatura de ministério, além da Casa Civil.
Alguns ministérios ou secretárias não são estruturas criadas do nada. O Ministério das Cidades substituiu a antiga Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano, ganhando corpo com programas como o Minha Casa, Minha Vida, com programas para saneamento e mobilidade urbana. Outros ministérios foram desmembrados. A Secretaria Especial dos Portos ganhou autonomia em função da importância e especialização exigida, mas antes já existia uma estrutura semelhante dentro do Ministério dos Transportes. Da mesma forma o ministério da Pesca foi desmembrado do Ministério da Agricultura, e é justificável pela especialização exigida para desenvolver a economia do setor na enorme costa marítima brasileira. O ministério da pequena e microempresa é outro caso de necessidade de dedicação específica para o setor, que não cabia dentro do ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mais voltado para políticas industriais de grandes empreendimentos.
É há secretarias com status de ministério que foram criadas por necessidade de atender demandas sociais populares, como a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Enfim há muita lenda sobre "inchaço" de ministérios que não corresponde à realidade, e vira alvo de críticas populistas. Se o tucano quer passar uma imagem de austeridade, deveria começar por seu próprio gabinete, avaliando a necessidade de 25 assessores, senão esse discurso soa mais falso do que uma nota de três reais.
E cabe uma pergunta: Quais ministérios o senador tucano tem a pretensão de extinguir? É importante saber, para os setores populares ligados aos programas destes ministérios conhecerem o comprometimento do tucano com suas causas.

Aécio na Bolsa de NY: investidores comemoram os lucros ganhos com a CEMIG

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Aécio parece ser mais compromissado com aqueles que tem muitas ações na Cemig e não querem ter seus lucros diminuídos, mesmo se for em detrimento dos interesses da população brasileira e dos capitães da indústria, que há anos pediam tarifas de energia mais baratas.
Como se sabe os acionistas das companhias transmissoras de energia elétrica são poderosos, muito ricos, estrangeiros e brasileiros, que não tem compromisso com o Brasil por serem rentistas.
Os tucanos realmente trabalham para o capital privado. A verdade é que o governo do FHC — o Neoliberal — jamais deveria ter alienado bens públicos e estratégicos para o País, como o fizeram com a Telebras e a Vale do Rio Doce. Deu no que deu: tarifas altíssimas, descumprimento de contratos e liderança de reclamações nos Procons.


OBS PSDB censurou todos os vídeos do Youtube sobre o assunto

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Dilma desenha: "Educação é salário para professor, é professor capacitado". Aécio é contra

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Dilma "desenha" a importância dos royalties do petróleo para a educação, explicando que educação é salário para professor, é professor capacitado:
 Enquanto isso, em Minas Gerais, no governo tucano de Anastasia apoiado por Aécio Neves, os professores vão às ruas lutar por um salário minimamente digno:


Dilma desenha:

terça-feira, 2 de julho de 2013

Em 1997 Aécio Neves fez Projeto de Decreto para convocar plebiscito. Agora é contra

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O PPS, também já pediu  apoio da OAB para proposta de plebiscito sobre reforma política
 Em 1997 Aécio Neves fez Projeto de Decreto para convocar plebiscito. Agora é contra
FHC e Aécio Neves afirmaram que proposta de plebiscito para reforma política sugerida por Dilma é absurda, digna de ‘regimes autoritários’. Mas, os dois já propuseram o mesmo que a presidente Dilma
A oposição do governo Dilma está batendo cabeça. Quando a presidente sugeriu plebiscito para decidir sobre Constituinte exclusiva o tucano  Fernando Henrique Cardoso  ganhou espaço generoso nas páginas de jornais  para criticar a  Dilma: “A proposta é  “própria de regimes autoritários”, afirmou o ex presidente.
Mas, Fernando Henrique Cardoso não pensava assim quando ele,  em  duas ocasiões durante seu mandado defendeu, em duas campanhas eleitorais, a realização de assembleias constituintes exclusivas. Em 1994, o tucano propôs o instrumento para promover uma revisão constitucional. "Seis meses são suficientes para esses trabalhos. Basta ter vontade política", disse, em junho daquele ano. Quatro anos depois, quando concorria à reeleição, o então presidente  FHC defendeu a proposta de constituinte restrita com o objetivo de acelerar a aprovação das reformas tributária, política e do Judiciário.
Outro tucano que esqueceu o que disse e escreveu  é o candidato á presidência Aécio Neves. No site da Câmara Federal é possível encontrar o PDC 580/1997, de autoria do então deputado federal Aécio Neves (PSDB/MG)  de  1997. O Projeto de Decreto Legislativo tinha como objetivo convocar plebiscito sobre assembleia nacional constituinte revisora a ser instalada em fevereiro de 1999. Na  época da gestão FHC, Aécio Neves  era uma das principais lideranças tucanas no legislativo e estava perfeitamente  sintonizado com o governo tucano   e  seus objetivos.
Agora,  quando a presidente Dilma  lançou a proposta de    plebiscito popular  para fazer a reforma política no país, o candidato à presidência Aécio Neves (PSDB),  com os  presidentes dos  partidos, Agripino Maia( DEM) e Roberto Freire( PPS), divulgaram nota na qual se declaram contra a proposta .Aécio Neves  afirmou que a proposta apresentada por Dilma, de se convocar um plebiscito para criar uma Constituinte exclusiva para tratar da reforma política, é uma medida "perigosa" e "desnecessária".
Roberto Freire, presidente do PPS,  talvez não lembrou quando assinou a nota. Mas em 2009 o  PPS pediu  apoio da OAB para proposta de plebiscito sobre reforma política. O projeto  foi entregue pelo deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE) ao presidente da época da OAB, Cezar Britto. O plebiscito deveria perguntar aos eleitores se o Congresso Nacional deve realizar uma reforma política ou não. Como se nota, parece que os três  presidentes dos partidos de oposição ao governo Dilma tem  problema de memória. Ou,  esqueceram o que eles mesmos fizeram a bem pouco tempo atrás.
O povo pediu nas ruas e a presidenta Dilma atendeu: quer consulta popular, o plebiscito     para reformar a política, já que no Congresso está travado há anos.
Dilma se aliou ao povo, em seus desejos de mudanças para desintoxicar a política de seus vícios.
A proposta de plebiscito para reforma política tem gerado divergências.
É importante que todos tomem conhecimento sobre o que Dilma pretende e  por que a oposição ao governo Dilma é contra. 
Veja a diferença entre plebiscito e referendo
Plebiscito
Consulta feita ao povo ANTES da criação de uma lei ou ato administrativo
Em 1993, os brasileiros foram às urnas para escolher o sistema de governo.
As opções eram:  Monarquia,República, República Parlamentarista e Presidencialismo.
Presidencialismo, venceu. 
Referendo
Consulta feita DEPOIS da criação de uma lei ou ato administrativo
A população responde se aceita ou não uma atitude do governo
Aconteceu em 2005, quando os brasileiros decidiram pela não proibição  do comércio de armas de fogo e munição no país

Aécio,o raivoso: PT não gosta da Clase média, só de pobres #VemPraRuaAécio #VemPraRuaFHC

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Aécio Neves,o raivoso:  PT não gosta da Clase média, só de pobres #VemPraRuaAécio #VemPraRuaFHCEm artigo, senador mineiro e provável candidato do PSDB à Presidência culpa partido pela revolta das massas: "O governo federal patrocina manobras que visam tirar o foco das legítimas reivindicações apresentadas pela população, oferecendo justamente mais daquilo de que os brasileiros demonstram estar fartos: desrespeito"; ele exalta FHC como bom contraponto à intolerância: "Com 82 anos de idade, Fernando Henrique com certeza faria bonito na avenida Paulista, na Rio Branco ou na Afonso Pena dos dias de hoje"

1 DE JULHO DE 2013
247 O senador mineiro e provável candidato do PSDB à Presidência culpou a intolerância do PT pela classe média pela onda de protestos no Brasil. Leia o artigo publicado na Folha:
Classe média
Se os partidos brasileiros, sem exceção, saem politicamente abalados do saudável vendaval de passeatas no país, um deles certamente se ressente mais: o PT.
A presença maciça da classe média no movimento de protesto coloca em xeque, com mais ênfase, as contradições do partido.
Pressionado a oferecer respostas ao país, o governo federal improvisou uma constituinte restrita, rapidamente abandonada, e busca, por meio da proposta de um plebiscito de complexa elaboração, aprovar uma agenda que interessa muito mais ao PT do que ao Brasil.
Assim, o governo federal patrocina manobras que visam tirar o foco das legítimas reivindicações apresentadas pela população, oferecendo justamente mais daquilo de que os brasileiros demonstram estar fartos: desrespeito.
No recente evento dos dez anos do PT, a filósofa petista Marilena Chaui afirmou, sob aplausos, que odiava a classe média. E explicou: "A classe média é estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante, terrorista. É uma abominação política, porque ela é fascista, uma abominação ética, porque ela é violenta, e é uma abominação cognitiva, porque ela é ignorante".
O leitor ficou chocado? O vídeo está no YouTube. Juntando-se essa fala raivosa e os protestos nas ruas, a conclusão é inevitável: o PT não gosta da classe média e por ela parece estar sendo correspondido na rejeição.
Os jovens questionam a forma tradicional de fazer política quando gritam: "O povo unido governa sem partido". A grande maioria deles nada tem de fascistas ou reacionários. Estão apenas expressando suas compreensíveis frustrações. Os manifestantes se insurgem contra os aproveitadores que viraram políticos, políticos que se elegeram governantes, governantes que se esbaldaram na corrupção, corrupção que impede a melhoria do transporte, da saúde e da educação. Uma ciranda como no poema de Drummond cujo nome é "Quadrilha", muito a propósito.
Um bom contraponto à intolerância de Marilena Chaui é um texto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de 2011. Nele, foi enfatizada a necessidade de maior diálogo com a classe média: "O caminho não se constrói apenas por partidos políticos, nem se limita ao jogo institucional. Ele brota também da sociedade, de seus blogs, tuítes, redes sociais, da mídia, das organizações da sociedade civil, enfim, é um processo coletivo. Não existe só uma oposição, a da arena institucional; existem vários focos de oposição, nas várias dimensões da sociedade".
Com 82 anos de idade, Fernando Henrique com certeza faria bonito na avenida Paulista, na Rio Branco ou na Afonso Pena dos dias de hoje.
Blog a Justiceira Esquerda