Google+

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Delação:Eduardo Cunha entrega emenda que beneficiaria amigo do Aécio Neves no colo de senador tucano

Comentar a postagem
O print abaixo caso o PSDB censure

Delação:Eduardo Cunha entrega emenda que beneficiaria amigo do Aécio no colo de senador tucano

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) se defendeu, em seu twitter, que a Medida Provisória 608, que teria beneficiado o banqueiro André Esteves, é da alçada do líder do PSDB no senado Cássio Cunha Lima (PB).

Documento apreendido pela Polícia Federal nos pertences de Diogo Ferreira, assessor do senador Delcídio Amaral (PT-MS), continha a anotação:

“Em troca de uma emenda a medida provisória número 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de R$ 45 milhões de reais.
(...)
Pelo BTG participaram da operação Carlos Fonseca, em conjunto com Milthon Lyra. Esse valor também possuía como destinatário outros parlamentares do PMDB. Depois que tudo deu certo, Milton Lyra fez um jantar pra festejar. No encontro tínhamos as seguintes pessoas: Eduardo Cunha, Milton Lira, Ricardo Fonseca e André Esteves”.

O Ministério Público considerou a anotação como um dos motivos para manter preso temporariamente o banqueiro André Esteves, dono do banco BTG Pactual e amigo de Aécio Neves (PSDB-MG), que pagou a viagem de lua de mel do senador tucano à Nova York.
Dos Amigos do Lula

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Boechat coloca Aécio em situação complicada: “Cuidado que o caldo pode entornar para o teu lado”

Comentar a postagem

O jornalista da Band, Ricardo Boechat comentou hoje (26) sobre a atitude do senador Aécio Neves ontem no plenário do senado, após a prisão do petista Delcídio Amaral

Eu achei muito engraçado o Aécio Neves, com uma ar solene, comentar as prisões de ontem e esquecendo das suas estreitas relações com o banqueiro André Esteves que financiou algumas campanhas do ex-presidenciável.
Em segundo lugar, Aécio esqueceu de dizer que o senador preso Delcídio Amaral foi ungido (indicado) para a diretoria de petróleo e gás da Petrobras por ninguém menos que Fernando Henrique Cardoso, o príncipe do PSDB.

Boechat coloca Aécio em situação complicada... por psdbcensuradopeloyoutube

Fonte:DiariodoBrasil

Preso na Lava Jato, André Esteves bancou lua de mel de Aécio Neves

Comentar a postagem

Além do senador Delcídio Amaral, o banqueiro André Esteves também foi preso nesta quarta-feira na nova fase da Operação Lava Jato. O bilionário bancou a lua de mel do senador Aécio Neves (MG) com a ex-modelo Letícia Weber em Nova York no luxuoso hotel Waldorf Astoria

Aécio Neves e o banqueiro André Esteves, preso na Lava Jato nesta quarta-feira com o senador Delcídio Amaral
Aécio Neves e o banqueiro André Esteves, preso na Lava Jato nesta quarta-feira com o senador Delcídio Amaral
O banqueiro André Esteves, do banco BTG Pactual, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, na casa da família, no Rio de Janeiro, em uma nova fase da Operação Lava-Jato.
Apontado como um dos envolvidos nas irregularidades que levaram também à prisão o senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo na Casa, na manhã desta quarta-feira, Esteves é considerado uma das personalidades mais influentes do mercado financeiro. Esteves é acusado pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de ter pago propina ao senador Fernando Collor (PTB-AL).
Presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual, Esteve teve presença marcante no casamento do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), com a ex-modelo Letícia Weber.
Segundo o jornal O Globo, logo após o casamento de Aécio e Letícia, em outubro de 2013, os noivos partiram para Nova York, com passagens aéreas pagas pelo banco BTG Pactual.
Além do transporte, André Esteves providenciou para os dois uma suíte no luxuoso hotel Waldorf Astoria, no coração de Nova York.
Oficialmente, o BTG Pactual disse que as despesas custeavam uma palestra de Aécio num evento voltado para investidores estrangeiros em Nova York.
O convite havia sido feito um mês antes do casamento. Aécio, segundo sua assessoria divulgou na época, declinou de cobrar pela palestra.

13º mais rico do Brasil

Dono de uma fortuna estimada em 2,5 bilhões de dólares, Esteves é o 628º homem mais rico do mundo e 13º do Brasil segundo a revista Forbes. Sua carreira teve início no então banco Pactual, em 1989. Quatro anos depois ele já era sócio do banco e, em 2002, assumiu a presidência da instituição financeira.
com O Globo, 247 e ZH
pragmatismo politico

sábado, 21 de novembro de 2015

Proposta de Aécio Neves permite ampliar cargos comissionados em até 973%

Comentar a postagem
Pelo projeto, São Paulo, Minas e Rio terão limites que permitirão a ampliação do quadro de comissionados

Proposta de Aécio Neves permite ampliar cargos comissionados em até 973%
Uma proposta de emenda constitucional de autoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG), já aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, pode, na prática, ter efeito contrário do anunciado: em vez de reduzir o número de cargos comissionados, vai permitir a multiplicação dessas vagas nos governos federal e nos principais Estados.
"Esse projeto busca, em um primeiro momento, frear o crescimento alarmante dos cargos chamados comissionados, aqueles de livre provimento na máquina pública", disse Aécio, no dia da votação. Feitas as contas, porém, a proposta permitiria mais do que dobrar o número desses cargos no governo federal.Nos governos de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro aconteceria o mesmo. Para complicar, uma emenda do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi acolhida pelo relator da proposta, Álvaro Dias (PSDB-PR), e ampliou ainda mais o teto para Estados e municípios. Resultado: São Paulo, Minas e Rio terão limites que permitirão a ampliação do quadro de comissionados em 973%, 347% e 338%, respectivamente.
Efetivos
Outro ponto da proposta de Aécio reserva metade dos cargos comissionados para servidores efetivos. Isso também poderia provocar um retrocesso, já que, no governo federal, três de cada quatro desses cargos já são ocupados por servidores de carreira.
Questionada pela reportagem se houve algum estudo para definir o número ideal de comissionados antes da votação, a assessoria de Aécio divulgou nota sem responder a essa questão.No projeto, que ainda precisa passar pelos plenários do Senado e da Câmara para entrar em vigor, o senador e ex-candidato do PSDB à Presidência propôs que o número de comissionados não ultrapasse 10% do total de servidores efetivos. Com isso, o limite seria de 51,6 mil cargos - quase 30 mil a mais do que o total existente hoje.
No texto de justificativa que acompanhou a proposta, Aécio se mostrou preocupado com o "impacto" da medida: "Obviamente, não é factível que uma mudança tão profunda na administração seja efetivada de imediato. Por isso, o artigo 2.º estabelece a implementação gradativa do limite de cargos em comissão (30% no primeiro ano, 20% no segundo e 10% a partir do terceiro)". Ou seja, por essa regra transitória, se a proposta for aprovada neste ano e sem modificações, o governo federal terá em 2016 um teto de quase 155 mil cargos para ocupar com comissionados - cerca de 130 mil a mais do que a quantidade atual.
'Profissionalização'
A assessoria do senador Aécio Neves (PSDB-MG) divulgou nota na qual afirma que a proposta de emenda constitucional que cria limites para cargos comissionados "tem como objetivo principal a profissionalização da gestão pública, em todas as suas esferas, uma vez que a ocupação de cargos em comissão e de funções de confiança deverá necessariamente ser precedida de um processo seletivo e de certificação que verificará a escolaridade necessária, os conhecimentos técnicos, a capacidade, as habilidades específicas e a experiência dos postulantes". O texto diz ainda que "hoje não existe teto legal para a União criar cargos comissionados ou uma legislação que estabeleça de maneira uniforme esses porcentuais". E acrescenta que a "PEC estabelece esse limite constitucional único para o número de comissionados, fixando um teto para todos os entes da Federação." A nota de Aécio diz ainda que "o teto de 10% deverá trazer significativa redução de despesas".
Álvaro Dias afirmou que seu relatório avaliou mais a constitucionalidade da proposta. Ele admitiu que o teto de 10% é "exagerado" e afirmou que o patamar pode ser alterado durante a tramitação da emenda no Senado e na Câmara. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. via Epocanegocios


domingo, 8 de novembro de 2015

Aécio cedeu aviões de Minas a Luciano Huck, Ricardo Teixeira e atores

Comentar a postagem
Ex-presidente da CBF usou três vezes o helicóptero para deslocamentos na capital mineira e outras três vezes jatos do estado para viagens entre BH, SP e RJ 
O ex-governador de Minas Gerais e atual senador pelo PSDB, Aécio Neves, cedeu, entre 2003 e 2010, aeronaves do estado para deslocamentos de políticos, celebridades, empresários e outras pessoas de fora da administração pública. A denúncia foi publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo”, neste domingo (8).

Entre os beneficiários estão o apresentador Luciano Huck e a dupla Sandy e Júnior, em 2004. Além disso, os atores José Wilker e Milton Gonçalves, além do ex-executivo da rede Globo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, também utilizaram aviões do estado para deslocamento. 

“Dias antes de deixar o governo, em março de 2010, Aécio também cedeu o helicóptero para que o então presidente do grupo Abril, Roberto Civita (morto em 2013) e sua mulher, Maria Antônia, visitassem o Instituto Inhotim, museu de arte contemporânea do empresário Bernardo Paz em Brumadinho (53 km de Belo Horizonte)”, diz o jornal. 

Além disso, o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Ricardo Teixeira também aparece nos registros. Ele usou três vezes o helicóptero para deslocamentos na capital mineira e outras três vezes jatos do estado para viagens entre Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. 

Os dados obtidos pelo jornal apontam que, dos 1,4 mil voos solicitados em nome do tucano entre 2003 e 2010, 198 não contaram com a presença de Aécio ou de outros agentes públicos autorizados a utilizar as aeronaves. 

A reportagem ainda aponta que, durante o governo de Antônio Anastasia (PSDB), houve ao menos 60 voos sem a presença de autoridades estaduais. “Há deslocamentos para o próprio Aécio, para políticos, magistrados estaduais, ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e novamente para Ricardo Teixeira”, explica o texto. 

Durante o primeiro ano da gestão do atual governador Fernando Pimentel (PT), apenas um voo foi cedido para uma autoridade fora da administração do estado. O beneficiário foi o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.